Tempo Real

Tempo real: Ibovespa recua após romper os 140 mil pontos e destoa de Wall Street; dólar cai a R$ 5,42

02 jul 2025, 6:30 - atualizado em 02 jul 2025, 17:45
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) interrompeu a sequência de ganhos e fechou em queda pressionado pelo setor bancário, um dos pesos-pesados do índice. A cautela fiscal e a judicialização do IOF também pesou sobre o mercado doméstico, ignorando os recordes dos índices de Wall Street.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta quarta-feira (2), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,36%, aos 139.050,93 pontos. Nos primeiros minutos do pregão, o Ibovespa voltou a romper o nível dos 140 mil pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4202, com queda de 0,75% — no menor nível desde agosto.

No cenário doméstico, o cenário fiscal concentrou as atenções dos investidores com novos desdobramentos da tensão entre o Legislativo e o Executivo sobre as mudanças no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Os investidores também acompanharam o desvio “milionário” no ataque hacker à C&M Software, empresa que presta serviços para o setor financeiro e se conecta com a infraestrutura do Pix. O valor do “rombo” ainda não foi divulgado oficialmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No exterior, os investidores dividiram as atenções entre as negociações comerciais e dados de emprego. O presidente Donald Trump anunciou um acordo com o Vietnã e o relatório ADP mostrou o fechamento de 33 mil vagas de emprego em junho, contrária a expectativa de crescimento dos postos de trabalho.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (2) em tempo real:



Ao vivo
Banco do Brasil (BBAS3): Legacy mantém posição vendida e projeta corte drástico nos dividendos

A Legacy Capital disse em carta a investidores que mantém posição vendida (short) nas ações do Banco do Brasil (BBAS3) e que projeta uma forte redução no pagamento de dividendos, que podem cair pela metade ou mais.

Segundo a gestora, que administra R$ 15 bilhões, o aumento das provisões deve pressionar os lucros e comprometer a distribuição, o que enfraquece a tese de investimento baseada em dividendos elevados, crescimento e reprecificação das ações.

Leia mais.

Petrobras (PETR4) perde espaço para outras pagadoras de dividendos em 2025; veja as ações no radar, segundo analistas

A época em que um único papel era capaz de garantir retornos de 25% a 30% ao ano em dividendos pode ter ficado para trás. Mas isso não significa que o investidor de renda variável ficou órfão de boas oportunidades. Pelo contrário.

No primeiro trimestre de 2025, as empresas listadas na B3 distribuíram R$ 95 bilhões em dividendos, o maior valor para o período desde 2022. Os números mostram que o ciclo de pagamentos segue firme, mesmo em um ambiente de Selic a 15% ao ano.

Leia mais.

Ex-diretor do BC defende taxação de títulos isentos e critica aumento do IOF

A indústria de produtos isentos no Brasil, que antes era pequena, cresceu a ponto de comprometer a eficiência do mercado financeiro. A avaliação é de Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do Banco Central (BC) e sócio da Panamby Capital.

Durante o evento Onde Investir no 2º Semestre de 2025, promovido pelo Seu Dinheiro com apoio do Money Times, Grazie defendeu que a medida provisória (MP) que propõe taxar esses ativos é necessária e razoável para corrigir distorções tributárias no longo prazo.

Leia mais.

Como montar uma carteira pagadora de dividendos | Onde Investir no 2º Semestre

‘Dívida pública do Brasil está entre as mais preocupantes do mundo’, alerta ex-diretor do BC

A situação fiscal do Brasil tem sido uma preocupação constante para investidores e economistas, especialmente porque a dívida pública do país está entre as mais alarmantes do mundo. A avaliação é de Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do Banco Central (BC) e sócio da Panamby Capital.

Durante o evento Onde Investir no 2º Semestre de 2025, promovido pelo Seu Dinheiro com apoio do Money Times, Grazie destacou que, embora o endividamento global esteja elevado, a trajetória dos números brasileiros apresenta desafios particularmente perigosos.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
BTG Pactual corta peso de Petrobras (PETR4) em carteira recomendada de dividendos para julho

O BTG Pactual ajustou as alocações em Petrobras e Cyrela em sua carteira recomendada de dividendos para o mês de julho. O banco cortou o peso de PETR4 em 5% e elevou o de CYRE3 também em 5%.

Em relação à petroleira, os analistas Bruno Henriques, Luis Mollo e Marcel Zambello não previam totalmente os riscos de queda nos preços do petróleo diante da retórica do “Dia da Libertação” de Donald Trump. Isso contribuiu para o desempenho inferior das ações comparado ao mercado.

Leia mais.

Quais títulos de Renda Fixa escolher para sua carteira? | Onde Investir no 2º Semestre

Com a taxa Selic em 15% ao ano, os títulos de renda fixa voltaram a ganhar protagonismo nas carteiras — mas será que esse cenário vai continuar no segundo semestre de 2025? Quais produtos oferecem o melhor equilíbrio entre retorno e segurança? E como aproveitar ao máximo esse momento sem abrir mão da estratégia?

Embraer (EMBR3) entrega 61 aeronaves no 2º tri

A Embraer (EMBR3) informou nesta quarta-feira que entregou 61 aeronaves no segundo trimestre, sendo 19 jatos comerciais, 38 executivos e 4 de defesa.

O total é 30% maior em relação ao segundo trimestre do ano passado, quando 47 aviões foram entregues, conforme fato relevante ao mercado.

Leia mais.

Soja se recupera com compra de barganhas em Chicago e rumores sobre China

Os contratos futuros da soja negociados na bolsa de Chicago subiram nesta quarta-feira (2), com suporte técnico e compras de barganhas, além de rumores do mercado de que a próxima visita do presidente dos EUA, Donald Trump, a Iowa pode incluir notícias de progresso nas negociações comerciais com a China, disseram os traders.

O contrato agosto da CBOT avançou 23,75 centavos, a US$10,535 por bushel, enquanto o contrato da nova safra terminou em alta de 20,75 centavos, a US$ 10,48 por bushel.

Leia mais.

Assaí (ASAI3) cai 7% com pressão dos DIs; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (2)

A ponta negativa foi liderada pelas ações cíclicas, que foram pressionadas pela abertura da curva de juros futuros e reposicionamento das carteiras no início do mês. Assaí (ASAI3) figurou como a maior queda do Ibovespa.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (2):

> Assaí (ASAI3): -7,52%, a R$ 10,08

> Magazine Luiza (MGLU3): -6,59%, a R$ 9,07

> Smart Fit (SMFT3): -6,06%, a R$ 23,10

> Localiza (RENT3): -5,76%, a R$ 38,29

> Natura (NATU3): -5,65%, a R$ 10,19

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CSN (CSNA3) sobe mais de 6% com apoio do minério de ferro; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (2)

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por CSN (CSNA3), em dia de forte alta do setor de mineração e siderurgia na esteira da valorização do minério de ferro.. A commodity fechou acima dos US$ 100 pela primeira vez desde 22 de maio.

As ações da Vale (VALE3) acompanharam o desempenho do setor e subiu mais quase 4%.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (2):

> CSN (CSNA3): +6,13%, a R$ 7,97

> Usiminas (USIM5): +5,37%, a R$ 4,32

> Bradespar (BRAP4): +3,71%, a R$ 16,48

> Vale (VALE3): +3,64%, a R$ 55,30

> Metalúrgica Gerdau (GOAU4): +3,25%, a R$ 9,22

Confira as 11 small caps para investir em julho, segundo o Santander

O Santander atualizou sua carteira de small caps recomendadas, realizando uma troca para o mês de julho: deixa o portfólio Serena Energia (SRNA3), dando lugar a Minerva (BEEF3).

Além disso, o banco alterou a participação da OdontoPrev (ODPV3), que foi de 10% para 9%. Já a ação beneficiada foi a da C&A (CEAB3), que subiu de 9% para 10%.

Leia mais.

Cemig (CMIG4): Bradesco BBI eleva recomendação, mas vê potencial de queda nas ações; entenda

O Bradesco BBI revisou sua recomendação para as ações da Cemig (CMIG4), elevando-a de “venda” para “neutra”. A decisão reflete um cenário mais equilibrado entre risco e retorno no valuation atual da companhia, além de um dividend yield considerado atrativo, próximo de 8% ao ano.

Apesar da mudança, o banco manteve o preço-alvo em R$ 10 para o final de 2025, o que representa um potencial de queda frente aos atuais R$ 10,84. 

Leia mais.

Ibovespa cai com pressão de bancos e destoa dos recordes de Wall Street; dólar fecha no menor nível desde agosto

O Ibovespa (IBOV) interrompeu a sequência de ganhos e fechou em queda pressionado pelo setor bancário, um dos pesos-pesados do índice. A cautela fiscal e a judicialização do IOF também pesou sobre o mercado doméstico, ignorando os recordes dos índices de Wall Street.

Nesta quarta (2), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,36%, aos 139.050,93 pontos. Nos primeiros minutos do pregão, o Ibovespa voltou a romper o nível dos 140 mil pontos.

Leia mais.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (02) em baixa de -0,28%, aos 139.142,12 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Dólar cai a R$ 5,42 e atinge menor nível desde agosto com dados de emprego nos EUA e valorização das commodities

O dólar voltou a perder força em um dia agitado nos mercados. Os investidores dividiram as atenções com o avanço das negociações comerciais nos Estados Unidos, dados do mercado de trabalho norte-americano, forte avanço das commodities e declarações de autoridades do Banco Central e do governo do Brasil.

Nesta quarta-feira (2), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4202, com queda de 0,75% — no menor nível desde 19 de agosto de 2024.

Leia mais.

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4202, com queda de 0,75%
Natura retoma ticker NATU3 com queda de 7%; XP tem visão construtiva e recomenda compra

A Natura Cosméticos incorporou a controladora Natura&Co (NTCO3) e passou a operar no Novo Mercado da B3 nesta quarta-feira (2) sob o código NATU3, que era o utilizado na época do IPO da companhia, em 2004.

Em decorrência da mudança, os acionistas titulares de ações da Natura &Co ganharam direito a uma ação NATU3 para cada ação NTCO3. A incorporação faz parte de um plano estratégico da companhia para simplificar sua estrutura societária e reduzir custos.

Leia mais.

Oi (OIBR3): O que está por trás da derrocada de 10% nesta quarta-feira (2)?

As ações do Grupo Oi (OIBR3) enfrentam uma derrocada na B3 no pregão desta quarta-feira (2), após a companhia propor um aditamento no plano de recuperação judicial.

As ações encerraram o dia com recuo de 9,23%, a R$ 0,59. Durante a sessão, os papéis bateram mínima com baixa de 12,31%. Acompanhe o tempo real.

Leia mais.

Ações cíclicas caem com tensão entre governo e Congresso após embate sobre IOF

As ações de empresas cíclicas, como varejistas, construtoras e companhias de consumo, recuam nesta quarta-feira (2), em meio ao aumento da tensão entre o governo federal e o Congresso Nacional.

O movimento ocorre após o governo acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão do Congresso que derrubou o decreto presidencial que elevava as alíquotas do IOF sobre diversas operações financeiras.

A atitude foi vista como uma tentativa de confrontar o Legislativo, o que gerou forte reação de parlamentares. Uma coalizão de frentes parlamentares afirmou que recorrer ao STF para revalidar o decreto representa um atentado contra a democracia.

O clima de instabilidade institucional gerou cautela entre os investidores, afetando especialmente os papéis mais sensíveis ao crescimento econômico, que tendem a sofrer em cenários de incerteza política e fiscal.

Confira as principais quedas:

  • Assaí (ASAI3): -7,89%

  • Grupo SBF (SMFT3): -6,79%

  • Hapvida (HAPV3): -5,77%

  • Magazine Luiza (MGLU3): -5,77%

  • Localiza (RENT3): -5,59%

  • Direcional Engenharia (DIRR3): -3,66%

  • Lojas Renner (LREN3): -3,61%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar