Tempo Real

Tempo Real: Ibovespa renova recorde com otimismo em Wall Street e alta de blue chips; dólar cai a R$ 5,18

09 fev 2026, 6:30 - atualizado em 09 fev 2026, 18:54
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) abriu a segunda semana de fevereiro em tom positivo, com apoio de Wall Street e de olho em balanços corporativos. Nesta segunda-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos, número recorde para fechamento do Ibovespa. Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,1882, com queda de 0,62%, menor fechamento desde 28 de maio de 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Itaúsa (ITSA4) eleva fatia na Aegea para 13,27% após subscrever novas ações

A Itaúsa (ITSA4) anunciou nesta segunda-feira (9) o aumento de sua participação acionária na Aegea, por meio de dois movimentos de subscrição de novas ações da companhia de saneamento.

Segundo comunicado ao mercado, a Aegea homologou um aumento de capital com a emissão de 14,4 milhões de ações ordinárias ao preço de R$ 55,29 cada. Desse total, a Itaúsa subscreveu 5,0 milhões de papéis, em um investimento de aproximadamente R$ 277,9 milhões.

Leia mais.

São Martinho (SMTO3) tem lucro de R$ 424 milhões no 3T26, mas Ebitda e receita recuam

A São Martinho (SMTO3) registrou lucro líquido de R$ 424,1 milhões no terceiro trimestre da safra 2025/26 (3T26), um avanço de 168,5% em relação ao mesmo período da safra anterior.

Segundo a companhia, o resultado foi impulsionado principalmente pelo reconhecimento de créditos de subvenção e pela marcação a mercado dos contratos de derivativos das dívidas de longo prazo (swaps), em função das oscilações do CDI. Esses efeitos positivos foram parcialmente compensados pelo impacto negativo da variação dos ativos biológicos, decorrente da queda no preço do açúcar e do efeito no Consecana.

Leia mais.

Fictor: credores veem caixa vazio e pedem inclusão total do grupo em recuperação judicial

Credores do Grupo Fictor pedem na Justiça de São Paulo que outras empresas do conglomerado sejam incluídas na recuperação judicial. O Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, teve acesso a uma ação protocolada nesta segunda-feira, 9, em que a defesa de cerca de 50 credores alega que uma das duas empresas que pediram a recuperação, a Fictor Invest, possuía um caixa de R$ 2.670 em 31 de dezembro.

Procurada, a Fictor, que ganhou os holofotes após tentar comprar o Banco Master um dia antes dele ser liquidado pelo Banco Central, não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Leia mais.

Ibovespa renova recorde com otimismo em Wall Street e alta de blue chips; dólar cai a R$ 5,18

O Ibovespa (IBOV) abriu a segunda semana de fevereiro em tom positivo, com apoio de Wall Street e de olho em balanços corporativos.

Nesta segunda-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos, número recorde para fechamento do Ibovespa. 

Leia mais.

Moura Dubeux (MDNE3) prevê até R$ 5,5 bilhões em VGV de lançamentos em 2026

A Moura Dubeux (MDNE3) divulgou nesta segunda-feira (9) seu guidance de lançamentos para 2026 com projeção de Valor Geral de Vendas (VGV) agregado entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5,5 bilhões.

O VGV é o valor total potencial de vendas de um conjunto de empreendimentos, considerando 100% das unidades pelo preço de tabela.

Leia mais.

Itaúsa (ITSA4) define data para pagamento de JCP e anuncia cronograma dos proventos trimestrais de 2026; confira

A Itaúsa (ITSA4) confirmou o pagamento de R$ 200 milhões em JCP, no valor bruto de R$ 0,0182 (líquido de R$ 0,01547) por ação, em 6 de março de 2026. O anúncio do pagamento havia sido feito em dezembro.

De acordo com a Itaúsa, os rendimentos terão como base de cálculo a posição acionária de 9 de dezembro de 2025. Desde 10 de dezembro, as ações passaram a ser negociadas “ex-proventos”.

Leia mais.

>> Ibovespa fecha em alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos
Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (09) em alta de 1,62%, aos 186.023,58 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Petróleo fecha em alta, com risco geopolítico e sinais de redução das compras de óleo russo

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira, 9, com o mercado reintroduzindo prêmios de risco geopolítico diante das incertezas em torno das negociações entre Estados Unidos e Irã e de sinais de possível aperto na oferta global. Também pesaram no movimento as indicações de redução das compras indianas de petróleo russo e a cautela em relação a fluxos futuros de exportação de grandes produtores.

O petróleo WTI para março negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 1,27% (US$ 0,81), a US$ 64,36 o barril. Já o Brent para abril negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE) avançou 1,46% (US$ 0,99), a US$ 69,04 o barril.

Leia mais.

Dólar cai a R$ 5,18 com fluxo estrangeiro para emergentes e melhora na inflação

O dólar à vista (USDBRL) perdeu força ante o real, em linha com o movimento observado no exterior, a entrada de fluxo estrangeiro em emergentes e a melhora nas expectativas de inflação.

Nesta segunda-feira (9), a moeda norte-americana encerrou a R$ 5,1882 (-0,62%), menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024. 

Leia mais.

Mercados de apostas veem chance superior a 70% de novo shutdown nos EUA no fim de semana

Os mercados de apostas dos Estados Unidos passaram a ver uma chance superior a 70% de o governo norte-americano entrar em uma nova paralisação até meia-noite do domingo, dia 14. Às 16h22 (de Brasília), na Polymarket, a chance de um shutdown no fim de semana era de 76%, enquanto na Kalshi a expectativa era de 70%.

O Congresso tem até sábado à noite para evitar uma paralisação do Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês), já que o pacote de financiamento aprovado no início do mês incluiu uma medida provisória de apenas duas semanas para o DHS, financiando-o nos níveis de 2025 até 13 de fevereiro.

Leia mais.

Aegea tem interesse na Copasa (CSMG3), mas espera regras de leilão, diz presidente

A Agea tem interesse na privatização da Copasa (CSMG3), mas uma participação do grupo ainda vai depender de como serão regras do certame, disse o presidente da empresa de saneamento, Radamés Casseb, nesta segunda-feira.

“Estamos na expectativa dos documentos e da modelagem. Tem muita discussão pública ainda acontecendo em Minas Gerais”, disse o executivo em evento do BNDES.

Leia mais.

BTG Pactual muda carteira de small caps de fevereiro; confira quem entra e quem sai

BTG Pactual realizou mudanças na sua carteira recomendada de small caps para fevereiro. No relatório, as ações da Unifique (FIQE3) e Vivara (VIVA3) saíram, enquanto Vitru (VTRU3) e C&A (CEAB3) entraram. A carteira é composta por 10 ações, cada uma com o peso de 10%.  

Aura Minerals (AURA33) 

No topo das recomendações, aparece a Aura Minerals (AURA33), visto que a empresa vem se beneficiando do forte momento de resultados, apoiado pelo crescimento de produção e preços elevados do ouro, acima de US$ 4.700 por onça-troy 

Leia mais.

>> Dólar à vista fecha com queda de 0,62%, a R$ 5,1882
Inflação deve acelerar em janeiro com pressão sazonal; o que esperar do primeiro IPCA do ano

inflação brasileira deve acelerar para 0,32% em janeiro acumulando 4,43% nos últimos 12 meses, dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central — de 3% com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ao menos é o que indica a mediana das projeções coletadas pelo Broadcast.

O dado oficial do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) será divulgado nesta terça-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), às 9h (horário de Brasília).

Leia mais.

Ouro fecha em alta de 2% e retoma patamar de US$ 5 mil, com dólar fraco e tensões

O ouro fechou em alta robusta nesta segunda-feira (9) e retomou o patamar acima de US$ 5 mil por onça-troy, impulsionado por um dólar fraco e a persistência das tensões geopolíticas.

Investidores também buscam o ativo de segurança diante das expectativas para a economia americana às vésperas da divulgação do payroll e do indicador de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA, que podem recalibrar as apostas para a política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

Leia mais.

A janela de IPOs vai reabrir? ‘Tem uma série de empresas que estão prontas’, diz CFO do BTG (BPAC11)

Ao que tudo indica, a janela de IPOs (ofertas públicas iniciais) deve ser reaberta após quatro anos trancada a sete chaves em meio aos juros nas alturas. Ao menos, essa é a expectativa do diretor financeiro do BTG Pactual (BPAC11), Renato Cohn, em teleconferência com jornalistas.

A reabertura vem em boa hora. Não que o banco tenha sofrido. Mesmo com a Selic a 15% — o maior patamar em décadas —, o BTG mostrou que sabe transformar limões em limonada ao extrair da economia morna um lucro recorde de R$ 16,7 bilhões.

Leia mais.

S&P rebaixa Raízen (RAIZ4) e alerta para risco elevado de reestruturação de dívida

A S&P Global Ratings rebaixou o rating da Raízen (RAIZ4) de ‘BBB-’ para ‘CCC+’ e colocou a companhia em observação de crédito negativa, citando o aumento dos riscos de uma reestruturação da dívida que a agência considera equivalente a default.

Segundo a S&P, a decisão reflete a contratação de assessores financeiros e jurídicos pela Raízen para avaliar alternativas de estrutura de capital, além do enfraquecimento dos sinais de capitalização e de vendas de ativos que haviam sido anunciados anteriormente pela empresa e seus acionistas.

Leia mais.

>> Ibovespa bate máxima, aos 185.988,68 pontos, alta de 1,66%
Genial rebaixa recomendação de Gerdau (GGBR4) de compra para manter

A Genial Investimentos rebaixou a recomendação de compra para Gerdau (GGBR4) de compra para manter, em linha com o avanço de 32% das ações nos últimos quatro meses, aproximando o market cap do valor considerado “justo” pela casa.

“Assim, o preço do papel finalmente se alinhou aos fundamentos, eliminando o upside anteriormente identificado. Diante disso, rebaixamos a recomendação para MANTER”, escrevem os analistas Igor Guedes, Luca Vello e Ygor Bastos, em relatório. O preço-alvo da ação segue em R$ 21,50.

 

Renda fixa impulsiona captação de R$ 75,3 bilhões nos fundos, mas outro segmento rouba a cena; veja detalhes

Janeiro abriu o ano com um recado claro do investidor brasileiro: dinheiro não ficou parado nas férias. A indústria de fundos registrou captação líquida de R$ 75,3 bilhões no mês, uma das maiores entradas mensais recentes, puxada pela renda fixa — mas com os multimercados surpreendendo e voltando a roubar a cena, segundo levantamento da Anbima.

O resultado consolida um início de ano robusto para os gestores, em um ambiente ainda marcado por juros elevados e busca por previsibilidade.

Leia mais.

Raízen (RAIZ4) enfrenta fuga de investidores e debêntures derretem com alta de risco percebido

Investidores estão se desfazendo das debêntures da Raízen (RAIZ4) no mercado secundário, pressionando os preços para baixo e elevando de forma abrupta as taxas de retorno, em meio a uma piora na percepção de risco da empresa e dúvidas sobre seu suporte financeiro.

Segundo dados de mercado compilados pela XP Investimentos, duas séries de debêntures da Raízen tiveram volumes de negociação expressivos na última semana, mas predominantemente em operações de venda — um sinal de aversão ao risco por parte dos compradores. Entre os papéis mais negociados, a debênture RESA14 teve R$ 253 milhões movimentados, enquanto RAIZ13 alcançou R$ 185 milhões no período.

Leia mais.

Lula segue à frente de Flávio Bolsonaro e nomes do PSD, segundo pesquisa

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (9) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva  à frente nas simulações de primeiro turno contra o senador Flávio Bolsonaro e possíveis candidatos do Partido Social Democrático (PSD) nas eleições de outubro.

O levantamento testou três cenários com diferentes possíveis candidatos do PSD, partido comandado por Gilberto Kassab, e apontou vantagem de Lula em todas as hipóteses. A pesquisa não incluiu cenário para o segundo turno das eleições.

Leia mais.

>> Ouro fecha com alta de 2%, a US$ 5.079,40 por onça-troy
De inteligência artificial a foguetes: Os IPOs bilionários que devem movimentar os Estados Unidos neste ano

A demanda reprimida por novas listagens e um forte fluxo de empresas privadas de alto perfil, como a SpaceX, de Elon Musk, estão preparando o terreno para o que pode ser um ano de grande crescimento para o mercado de ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) dos Estados Unidos.

O Goldman Sachs previu na semana passada que os rendimentos dos IPOs nos EUA poderiam atingir um recorde de US$ 160 bilhões em 2026, caso as empresas de renome abram o capital este ano.

Leia mais.

Construtoras recuam na Bolsa após governo descartar cortes nos juros do MCMV

As incorporadoras e construtoras listadas em bolsa operam majoritariamente em queda nesta segunda-feira (9), pressionadas por declarações do ministro das Cidades, Jader Filho, que afirmou que o Governo Federal não pretende reduzir os juros do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), mesmo diante da expectativa de queda da taxa Selic ao longo deste ano.

Por volta das 15h (horário de Brasília), os papéis da MRV (MRVE3), Direcional Engenharia (DIRR3) e Cury (CURY3), empresas com foco em habitação popular, recuavam cerca de 0,67%, 1,14% e 1,04%, respectivamente, na B3.

Leia mais.

Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 1,29%, aos 185.472,22 pontos, nesta segunda-feira (09).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de 1,75%, cotada a R$ 86,84. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 1,77%, a R$ 37,37, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 2,41%, a R$ 47,99.

Resultados de bancos dominam a semana: BTG surpreende e Pine chama atenção após balanço; Veja os destaques do Giro do Mercado desta segunda (9)

Os mercados globais entram em semana intensa entre resultados e indicadores. No Brasil, o Boletim Focus desta semana apresentou algumas mudanças, reduzindo as projeções para a inflação ao final de 2025.

No Giro do Mercado desta segunda-feira (9), as jornalistas Paula Comassetto e Giovana Leal repercutem as principais notícias que impactam o bolso dos investidores hoje.

Leia mais.

Inflação da zona do euro deve se estabilizar na meta do BCE, afirma Lagarde

A inflação na zona do euro deverá estabilizar-se na meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE), após ter caído abaixo desse valor este ano, mas o ambiente continua incerto, afirmou a presidente do BCE, Christine Lagarde, nesta segunda-feira (9).

“Nossa avaliação atualizada confirmou que a inflação deve se estabilizar em nossa meta de 2% no médio prazo”, disse ela aos parlamentares europeus em Estrasburgo. “No atual ambiente de incerteza, nossa abordagem de política monetária baseada em dados e reuniões consecutivas nos serve bem.”

*Com informações de Reuters

Sequoia (SEQL3): Por que ações desabam 23% nesta segunda-feira (9)?

As ações da Sequoia Logística (SEQL3) são destaque negativo no pregão desta segunda-feira (9) após a companhia informar ao mercado que a JiveMauá assumiu a posição de controladora da companhia.

Em fato relevante divulgado no sábado (7), a Sequoia anunciou que, devido à conversão de debêntures da 13ª emissão em ações, veículos de investimento sob a gestão da JiveMauá passaram de forma agregada a deter 5.669.480.578 ações ordinárias, que representam 99,63% do capital social total da companhia.

Leia mais.

Ações preferenciais do BRB (BSLI4) caem mais de 20% na B3 após plano de recomposição

As ações preferenciais do BRB (BSLI4), o Banco de Brasília, caem 20,71% às 14h desta segunda-feira (9), negociadas a R$ 4,47. O recuo vem após o banco estatal apresentar, na última sexta, seu plano de recomposição de capital para o Banco Central (BC) após as perdas com o Banco Master.

Do outro lado, as ações ordinárias sobem cerca de 5,50%, a R$ 4,33.

Leia mais.

Coopavel vê alta na receita em 2026 com impulso do milho apesar de preços menores da soja

A Coopavel, importante cooperativa agrícola do oeste do Paraná, projeta crescer a sua receita em 19% em 2026 na comparação com o ano anterior, para R$7,5 bilhões, apesar de uma queda na produtividade da soja e dos preços mais baixos, já que a safra de milho tende a ser maior e a agroindústria ganha maior fatia nos resultados.

A avaliação foi feita pelo presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, em entrevista à Reuters, em momento em que a colheita de soja está começando, enquanto a Coopavel realiza nesta semana sua tradicional feira Show Rural, cujos negócios também devem ser impactados pelos preços mais baixos da oleaginosa.

Leia mais.

3tentos (TTEN3): Citi reduz preço-alvo antes do 4T25, mas vê bom posicionamento em 2026; ação também é top pick para o Santander e XP

O Citi reduziu seu preço-alvo para 3tentos (TTEN3) de R$ 20 para R$ 19,50 e manteve sua recomendação de compra, com a ação seguindo como a top pick do banco em agronegócio.

A redução se dá pela expectativa de números mais fracos nos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) na comparação anual, já que margens menores do setor e despesas mais elevadas com SG&A (Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas) — principalmente devido à maior participação da operação no Mato Grosso — devem levar o Ebitda ajustado a recuar para R$ 285 milhões e o lucro para R$ 148 milhões.

Leia mais.

>> Ibovespa ultrapassa 185.000 pontos, na máxima a 185.186,94 pontos, avanço de 1,22%
>> Bolsas da Europa fecham em alta com recuperação de Wall Street
Expectativa de inflação de 1 ano nos EUA cai, mas percepção sobre economia piora em janeiro

As expectativas medianas de inflação no horizonte de 1 ano dos consumidores nos Estados Unidos caíram de 3,4% em dezembro para 3,1% em janeiro, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (9), pela unidade do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Nova York. Contudo, os entrevistados apontaram piora em suas percepções sobre a situação financeira nos EUA.

Sobre inflação, as expectativas para os horizontes de três anos e cinco anos permaneceram estáveis em 3%, respectivamente.

Leia mais.

Lula diz que oscilação do dólar depende do humor de Trump, não da economia brasileira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva atrelou nesta segunda-feira (9) a oscilação do dólar ao “humor” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que as variações da moeda norte-americana ante o real não dependem da seriedade da economia brasileira.

“O dólar fica oscilando porque depende do humor do Trump, não depende de nós. Não depende da seriedade da nossa economia”, disse Lula em evento de anúncio de investimentos do governo federal no Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo, para produção de vacinas.

Leia mais.

Varejista vira queridinha do mercado e lidera indicações de small caps em fevereiro; veja ranking

A Pague Menos (PGMN3), uma das maiores redes de varejo farmacêutico do país, liderou as indicações de small caps recomendadas para o mês de fevereiro.

A empresa foi a escolhida das principais casas de investimentos neste mês, contando com cinco indicações.

Leia mais.

>> Ibovespa bate máxima, aos 184.694,98 pontos, alta de 0,95%
Vivara (VIVA3) cai mais de 2% com alta do ouro e da prata

A  Vivara (VIVA3) recua 2,20%, negociada a R$ 28,51, às 13h28, devido aos avanços dos preços do ouro e da prata nesta segunda-feira (9).

O ouro voltou a ultrapassar os US$ 5.000 por onça-troy e a prata está acima dos US$ 80.

 

Raízen (RAIZ4): Fitch rebaixa nota de crédito; empresa perde grau de investimento

A Fitch Ratings rebaixou os ratings de inadimplência de longo prazo da Raízen S.A. e da Raízen Energia S.A. de ‘BBB-’ para ‘B’, mantendo a observação negativa. A agência também cortou os ratings nacionais da Raízen (RAIZ4), que passaram de ‘AAA(bra)’ para ‘BBB-(bra)’, além de rebaixar as notas de dívidas seniores no mercado internacional.

A empresa também perdeu o grau de investimento pelas três principais agência de classificação de risco (S&P, Fitch e Moody’s).

Leia mais.

>> Raízen (RAIZ4): Fitch rebaixa nota de crédito para B e mantém observação negativa
Brasil é visto como “proteção” por menor ligação com os EUA, diz Galípolo

O presidente do Banco Central (BC)Gabriel Galípolo, disse nesta segunda-feira (9) que o Brasil continuou atraindo investimentos em meio a preocupações no mercado sobre as tarifas comerciais levantadas pelo governo norte-americano por ser visto como uma economia menos exposta aos Estados Unidos.

“O Brasil, por ser menos ‘lincado’ com os Estados Unidos e ter mais diversidade do ponto de vista dos seus parceiros comerciais e ser exportador de commodities, passou a ser visto como uma proteção numa eventual escalada tarifária e de guerra comercial”, comentou, durante evento promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC).

Leia mais.

Juros do MCMV não devem cair mais, diz ministro; governo projeta 1,5 milhão de unidades em 2027

O governo federal não pretende reduzir os juros do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), mesmo diante da projeção de queda da taxa Selic ao longo deste ano, afirmou o ministro das Cidades, Jader Filho.

Segundo ele, apesar de a Selic estar em 15%, no maior patamar em quase duas décadas, os juros cobrados no financiamento habitacional do programa estão nas mínimas históricas.

Leia mais.

Petrobras (PETR4): A cautela de gestores e analistas com a estatal, apesar do fluxo estrangeiro

Investidores seguem cautelosos em relação à Petrobras (PETR4), com apetite limitado para aumento de exposição às ações da companhia. A avaliação foi apresentada em breve comentário pelo BTG Pactual após conversas com gestores, entre outros participantes do mercado.

A percepção, escreveram os analistas, é que muitos fundos permanecem subalocados ou fora do papel e, na ausência de catalisadores mais claros ou de uma alteração na estrutura de capital, essa dinâmica de cautela deve persistir.

Leia mais.

Após liquidações do Master e da Will, BC deve revisar regras do FGC, diz diretor

O diretor de Regulação e de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, Gilneu Vivan, disse nesta segunda-feira (9) que a autarquia deve incluir em sua lista de entregas para este ano ou início de 2027 a revisão de algumas regras do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O FGC está no centro das atenções desde novembro do ano passado, quando o BC decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, envolvido em uma crise de liquidez e alvo de investigações sobre fraudes. Em janeiro deste ano, o BC também decretou a liquidação da Will Financeira, controlada pelo Master.

Leia mais.

Taxas dos DIs caem após Galípolo defender calibragem da Selic

As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) oscilam em baixa nesta segunda-feira (9) após o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, defender uma “calibragem” da Selic, enquanto no exterior os rendimentos dos Treasuries sustentam ganhos.

Às 11h44, a taxa dos DIs para janeiro de 2028 estava em 12,64%, ante o ajuste de 12,67% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2035 marcava 13,425%, ante o ajuste de 13,507%.

Leia mais.

Oncoclínicas (ONCO3) nega conhecimento sobre venda de fatia do Goldman Sachs para a IG4

A Oncoclínicas (ONCO3) esclareceu à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que não tem conhecimento sobre uma eventual negociação privada envolvendo seus acionistas.

Após o Pipeline, do Valor Econômico, noticiar que a gestora IG4 estaria negociando a fatia do Goldman Sachs na rede de saúde, a CVM a questionou sobre a notícia, que afirmou não ter recebido nenhuma comunicação formal sobre a transação.

Leia mais.

Caso Master: “Não é crime captar acima do CDI”, diz Gabriel Galípolo

O presidente do Banco Central (BC)Gabriel Galípolo, disse nesta segunda-feira (9) que a liquidação extrajudicial do Banco Master não teve relação quanto à legalidade da oferta de rendimentos acima do praticado pelo mercado.

Em evento promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em São Paulo, o mandatário da autarquia pontuou que o problema central estava na combinação entre dificuldades de liquidez, dúvidas sobre a qualidade dos ativos e suspeitas envolvendo carteiras de crédito.

Leia mais.

>> Sequoia (SEQL3) recua 21,74%, a R$ 0,90, após a JiveMauá assumir controle da companhia
Bradesco (BBDC4) chegou ao teto? Citi e JPMorgan refazem contas após balanço e avaliam potencial da ação

O Bradesco (BBDC4) teve desempenho de small cap em 2025, com alta de 70%, ao mostrar que está, enfim, no caminho certo para virar o jogo. Ainda assim, quando uma ação dispara dessa forma, surgem dúvidas sobre o fôlego para novas altas.

Foi exatamente esse o dilema que se impôs ao banco de Osasco. As projeções, consideradas mais conservadoras, acenderam o sinal amarelo do mercado, que precisou recalcular a rota e refazer as contas.

Leia mais.

>>Bolsas em Wall Street operam mistas, com baixa do S&P 500 e Dow Jones, enquanto Nasdaq apresenta alta
>>Dólar à vista bate mínima (-0,59%), a R$ 5,1895
>>Ibovespa acelera alta, avança 0,70% e bate 184.237,96 pontos
BTG Pactual (BPAC11) recua mais de 1%, após balanço do 4T25

A ação do BTG Pactual (BPAC11), às 11h22 (horário de Brasília), recua 1,68%, negociada a R$ 59,26, apesar de apresentar um resultado forte no quarto trimestre de 2025 (4T25).

Na visão do JPMorgan, a reação do mercado tende a ser mais contida, justamente porque os números ficaram mais alinhados a expectativas já bastante elevadas.

A Monte Bravo, em relatório, também destaca que a reação aos números divulgados hoje pelo banco deve ser ligeiramente negativa, ao considerar a performance relativa das ações nos últimos meses e das altas expectativas criadas.

Títulos do Tesouro pagam mais mesmo após ajustes no Focus e falas de Galípolo em evento

As taxas do Tesouro Direto operam em alta, em um ambiente ainda marcado por cautela. Mesmo após um ajuste para baixo na projeção para a inflação em 2026, os títulos pagam mais os investidores na sessão desta segunda-feira (9). A presença de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, em evento adiciona ainda mais parcimônia nas negociações.

Entre os títulos prefixados, os rendimentos seguem elevados. O Tesouro Prefixado 2029 é negociado a 12,78% ao ano, enquanto o Tesouro Prefixado 2032 oferece 13,46%. No trecho mais longo, o Tesouro Prefixado com juros semestrais 2037 paga 13,71% ao ano, mantendo patamar considerado alto pelo mercado.

Leia mais.

‘Não é volta da vitória’: Galípolo vê economia resiliente e prega cautela nos juros; ‘Calibragem é a palavra-chave’

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, disse nesta segunda-feira (9) que o atual momento da política monetária — com sinalização de início de cortes na taxa Selicnão deve ser interpretado como uma “volta da vitória”.

Em evento promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em São Paulo, o mandatário da autarquia destacou que a economia brasileira segue mostrando sinais de força, o que exige parcimônia na condução dos juros.

Leia mais.

Petrobras (PETR4) tem 20 dias para pagar multa de R$ 2,5 milhões por vazamento

O Ibama multou a Petrobras (PETR4) em R$ 2,5 milhões por despejar 18,44 metros cúbicos de Fluido de Perfuração de Base Não Aquosa (mistura oleosa) no mar. O incidente ocorreu em 4 de janeiro e foi decorrente de um vazamento durante a exploração pelo navio sonda NS-42, que atua na bacia da Foz do Amazonas no poço Morpho.

A Petrobras terá 20 dias, a partir da ciência do auto de infração, para pagar a multa ou apresentar defesa administrativa.

Leia mais.

>>Citi reduz preço-alvo para 3tentos (TTEN3), de R$ 20 para R$ 19,50
BTG (BPAC11) tem novo trimestre forte e fecha 2025 com chave de ouro; ação ainda tem potencial?

Com a régua lá em cima, o BTG (BPAC11) entregou resultados praticamente em linha, mas é difícil reclamar de um trimestre com ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) de 27,6%, destaca o JPMorgan.

Mesmo assim, a ação caia 2,24%, a R$ 58,95, na abertura.

Leia mais.

Saques de fundos de criptomoedas perdem força na semana e mostram possível ‘fundo’ de preços; veja

Produtos de investimento em criptomoedas ativos digitais, como fundos e ETFs, registraram uma desaceleração significativa nas saídas de recursos na semana passada, para US$ 187 milhões de saques, segundo o levantamento semanal da CoinShares. 

Mesmo assim, o montante de saques acumulados no ano é de US$ 1,175 bilhão, segundo o levantamento. 

Leia mais.

Ibovespa (IBOV) ganha força com redução no preço do petróleo e das expectativas para IPCA; 5 coisas para saber antes de investir hoje (9)

O Ibovespa (IBOV) inicia a segunda semana do mês em alta, após nova redução das expectativas de inflação para 2026, segundo o Relatório Focus, baixa no preço do petróleo e balanço forte do quarto trimestre de 2025 do BTG Pactual.

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava com alta de 0,39%, aos 183.658,66 pontos. 

Leia mais.

Inflação em 3,80% para 2026: Daycoval reduz projeções e reforça cenário de alívio

Com desinflação mais consistente e câmbio acomodado, o Daycoval revisou para baixo a projeção para Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026, de 4,1% para 3,8%, reforçando o cenário de início do ciclo de cortes da Selic.

A mudança reflete um ambiente inflacionário menos pressionado do que o esperado no fim do ano passado. Segundo o banco, a melhora vem principalmente do comportamento mais benigno da inflação importada, da acomodação do câmbio e da revisão para baixo nos preços administrados, que passaram de uma alta estimada de 4,2% para 3,6%.

Leia mais.

>> Gabriel Galípolo: A palavra-chave deste momento do ciclo de política monetária é “calibragem”
Abertura do Ibovespa

O Ibovespa opera em alta de 0,09%, aos 183.149,83 pontos, nesta segunda-feira (09) logo após a abertura dos negócios da B3.

Etanol mais caro: Combustível perde frente à gasolina; confira

Os preços médios do etanol hidratado registraram alta em oito Estados, queda em cinco e no Distrito Federal, e estabilidade em 11 na semana passada, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. No Amapá, não houve medição.

No país, o litro do etanol subiu 0,22%, passando de R$ 4,63 para R$ 4,64. Em São Paulo, principal Estado produtor e com maior número de postos avaliados, o aumento também foi de 0,22%, de R$ 4,46 para R$ 4,47.

Leia mais.

>> Galípolo: BC seguirá monitorando dados antes de qualquer decisão, buscando segurança na convergência da inflação à meta
>> Gabriel Galípolo: Expectativas acima da meta para a inflação seguem incomodando o BC
>> Gabriel Galípolo: “Houve melhora nas expectativas, mas a atividade econômica mostrou resiliência acima do esperado, mesmo com Selic a 15%”
>> Gabriel Galípolo: “Atualmente, o BC está em fase de calibragem da política monetária”
>> Gabriel Galípolo: “O BC foi bastante resiliente e paciente deixando os efeitos dos juros se mostrarem na economia”
>> Gabriel Galípolo: “A agenda do BC nos próximos anos será aprofundar estes dois pilares: estabilidade monetária e financeira”
>> ABBC/Gabriel Galípolo: “2025 exigiu reforço na defesa do mandato do BC, com foco em estabilidade monetária e financeira”
>>Ibovespa sobe 0,39%, aos 183.658,66 pontos, após abertura
Mercado em compasso de espera: Ibovespa futuro lateraliza e dólar futuro mira novos suportes

Nesta segunda-feira (9), o Ibovespa futuro (WING26) iniciou o dia em alta de cerca de 0,54%, atuando no patamar de 184.335.

O movimento vai de encontro à análise do BTG Pactual, que aponta um comportamento lateralizado, sem direcionamento claro do ativo. A expectativa é de baixa no curto prazo e alta no médio e longo prazo.

Leia mais.

BTG Pactual (BPAC11), Azul (AZUL53), Raízen (RAIZ4) e outros destaques desta segunda-feira (9)

O balanço do quarto trimestre de 2025 do BTG Pactual (BPAC11), o fechamento da oferta privada de títulos de dívida da Azul (AZUL53) e a contratação de assessores financeiros pela Raízen (RAIZ4) são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (9).

Confira os destaques corporativos de hoje

BTG (BPAC11): Lucro salta 40% e chega a R$ 4,6 bilhões no 4T25

BTG Pactual (BPAC11) encerrou o quarto trimestre de 2025 com lucro líquido ajustado de R$ 4,59 bilhões, alta de 40% em relação ao mesmo período de 2024, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda (09).

Leia mais.

Com alto endividamento, Raízen (RAIZ4) inicia contratação de assessores para “avaliar opções estratégicas”

A Raízen (RAIZ4) informou ao mercado que iniciou um processo de contratação de assessores financeiros para a busca de “opções estratégicas voltadas ao fortalecimento da liquidez da companhia, otimização da estrutura de capital e interação com o mercado”.

De acordo com o fato relevante divulgado nesta segunda-feira (9), os trabalhos ainda estão em fase preliminar e exploratória. Sendo assim, ainda não representam um compromisso vinculante relacionado a uma eventual transação ou operação específica.

Leia mais.

Taxas futuras de juros ficam estáveis antes de Galípolo

Os juros futuros rondam os ajustes de sexta-feira (6) na manhã desta segunda-feira, 9, em meio à queda do dólar ante o real e alta dos rendimentos dos Treasuries.

No radar está o presidente do Banco Central Gabriel Galípolo, que participa de palestra, às 9h30, no evento Estabilidade Financeira e Perspectivas para 2026 e 2027, promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em São Paulo.

Às 9h15, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 tinha mínima de 13,360%, de 13,354% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 estava na mínima de 12,750%, de 12,746%, e o para janeiro de 2031 tinha mínima de 13,200%, de 13,191% no ajuste anterior.

*Informações do Estadão Conteúdo

Swing trade: BB Investimentos indica a venda de Gerdau (GGBR4) nesta segunda-feira (9)

Nesta segunda-feira (9),  o BB Investimentos passoua a recomendar a venda de Gerdau (GGBR4).

De acordo com os analistas, “o ativo cumpriu movimento de alta, capturada com sucesso pelo algoritmo”.

Leia mais.

FGC deve votar proposta para recompor cerca de R$ 50 bilhões relacionados ao caso Master, diz jornal

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) já conta com um plano para recompor o caixa, após precisar desembolsar uma bolada para arcar com o pagamento aos investidores das empresas do grupo Master liquidadas pelo Banco Central (BC).

Segundo informações d’O Globo, o conselho de administração do FGC votará nesta semana uma antecipação das contribuições ordinárias e a inclusão de contribuição extraordinária.

Leia mais.

>> Raízen (RAIZ4) inicia processo de contratação de assessores financeiros
Day trade: Compre Magazine Luiza (MGLU3) e venda CPFL Energia (CPFE3) para ganhar até 1,47% nesta segunda (9), segundo a Ágora

A Magazine Luiza (MGLU3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta segunda-feira (9).

As ações da empresa fecharam a última sessão (6) cotadas a R$ 10,20. O potencial de ganho é de 1,47% e o stop sugerido é de R$ 10,14.

Leia mais.

Economistas revisam inflação para baixo; veja o Focus desta segunda (9)

Os economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) reduziram mais uma vez a projeção para a inflação de 2026 de 3,99% para 3,97%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9).

As previsões para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos três anos seguintes seguem estáveis: 3,80% em 2027; 3,50% em 2028; e 3,50% em 2029.

Leia mais.

Bom dia, bitcoin (BTC): Criptomoeda luta para sustentar os US$ 70 mil; veja o que mexe com os preços nesta semana

O bitcoin (BTC) começou a semana em queda de cerca de 2%, abaixo do patamar psicológico de preços de US$ 70 mil nesta segunda-feira (9).  

O mercado global de criptomoedas opera no vermelho após uma leve recuperação durante o final de semana, estimulada, principalmente, pela ausência de notícias negativas.  

Leia mais.

Veja as projeções do Relatório Focus desta segunda-feira (9)

Inflação
2026: de 3,99% para 3,97%
2027: permanece em 3,80%
2028: permanece em 3,50%
2029: permanece em 3,50%

PIB
2026: permanece em 1,80%
2027: permanece em 1,80%
2028: permanece em 2%
2029: permanece em 2%

Selic
2026: permanece em 12,25%
2027: permanece em 10,50%
2028: permanece em 10%
2029: permanece em 9,50%

Dólar
2026: permanece em R$ 5,50
2027: permanece R$ 5,50
2028: queda de R$ 5,52 para R$ 5,50
2029: permanece em R$ 5,57

Confiança dos investidores da zona do euro tem forte alta em fevereiro

O índice Sentix que mede a confiança dos investidores na zona do euro subiu inesperadamente em fevereiro, registrando seu terceiro ganho mensal consecutivo e o nível mais alto desde julho de 2025, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (9).

O índice subiu para 4,2 pontos em fevereiro, ante -1,8 no mês anterior, superando as previsões dos analistas consultados pela Reuters que apontavam para uma leitura de 0,0. A pesquisa com 1.091 investidores, realizada entre 5 e 7 de fevereiro, mostrou que tanto as expectativas econômicas quanto a situação atual estão em alta.

As expectativas subiram de 10,0 no mês anterior para 15,8, enquanto o índice que mede a situação atual também avançou de -13,0 em janeiro para -6,8. A economia alemã também está contribuindo para o desenvolvimento encorajador na zona do euro, com o índice atingindo -6,9, nível mais alto desde julho de 2025, ante -16,4 no mês anterior.

*Com informações da Reuters

C&A (CEAB3) contrata a KPMG como novo auditor externo independente

A C&A (CEAB3) informou ao mercado a contratação da KPMG Auditores Independentes para a prestação dos serviços de auditoria independente da varejista de moda a partir do exercício social de 2026, substituindo a Ernst & Young Auditores Independentes, que permanece responsável pela auditoria das demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.

Segundo a companhia, a decisão reflete o compromisso da C&A com as melhores práticas de governança corporativa e com as regras de independência e rotatividade previstas na Resolução CVM 23.

“A substituição decorre de procedimentos competitivos, com avaliação de critérios técnicos, de independência e comerciais, observadas as diretrizes da Política de Contratação de Auditor Externo da companhia”, diz o comunicado divulgado na noite de sexta-feira (6).

Os trabalhos da KPMG como novo auditor independente começam a partir da revisão das informações financeiras trimestrais relativas ao primeiro trimestre de 2026.

Azul (AZUL53) fecha oferta privada de R$ 1,37 bilhão em títulos no exterior; entenda

A Azul (AZUL53) informou ao mercado o fechamento de sua oferta privada de títulos de dívida, avançando em mais uma etapa do seu processo de reestruturação. De acordo com o comunicado divulgado na noite de sexta-feira (6), a subsidiária Azul Secured Finance LLP concluiu a oferta no exterior de US$ 1,375 bilhão em títulos de dívida seniores com garantia prioritária, com remuneração de 9,875% e vencimento em 2031.

A oferta irá compor o financiamento de saída da companhia aérea do processo de recuperação judicial que enfrenta nos Estados Unidos (Chapter 11).

Leia mais.

Quem é o banco que viu o lucro disparar 170% e o ROE chegar a 36% no 4T25 — e que pode fazer uma oferta de ações

Longe dos holofotes de outros bancos, o Pine (PINE4) encerrou o quarto trimestre de 2025 com lucro 170% maior do que no mesmo período de 2024, a R$ 183 milhões, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (9).

Na base anual, o lucro subiu 72%, para R$ 443,6 milhões.

Leia mais.

>> Azul (AZUL53) anuncia fechamento da oferta de títulos de dívida
De bancos a tecnologia: Veja as ações favoritas do Money Picks desta semana

No Money Picks desta semana, os jornalistas do Money Times ajudam você a decidir quais ações podem fazer sentido para adicionar à sua carteira.

1 – Banco Pine (PINE4

Leia mais.

Fundo imobiliário fecha nova aquisição e amplia participação em shopping; IFIX acumula queda em fevereiro

O fundo imobiliário Hedge Shopping Parque Dom Pedro (HPDP11) anunciou, por meio de fato relevante, que concluiu a aquisição de uma nova participação no Shopping Parque Dom Pedro, localizado em Campinas (SP).

Segundo comunicado divulgado ao mercado, o FII, que já detinha 10,53% do ativo, comprou uma fração adicional de 12,086% por cerca de R$ 292 milhões, elevando sua parcela total no empreendimento para 22,61%.

Leia mais.

Antes do Carnaval, IPCA, CPI e Payroll agitam o mercado; veja o que mexe com o Ibovespa hoje (9)

Quatro dias na folia. Mas antes de aproveitar o feriado de Carnaval, os investidores enfrentam uma semana agitada com indicadores, mercado temeroso e uma agenda de balanços cheia.

No Brasil, a agenda econômica da semana é dominada pela inflação. O principal destaque é o Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA) na terça-feira (10). Os investidores também acompanham a divulgação do Relatório Focus, além dos dados de serviços, vendas no varejo e do IGP-10.

Leia mais.

Reservas cambiais de US$ 1,4 tri do Japão podem ser reduzidas para financiar contas internas

As enormes reservas em moeda estrangeira do Japão, um caixa estratégico prioritário para futuras intervenções no iene, voltaram a ser alvo de escrutínio à medida que a primeira-ministra Sanae Takaichi busca fontes de financiamento para bancar um plano controverso de suspender o imposto sobre consumo após sua vitória eleitoral esmagadora.

O foco sobre o estoque de US$ 1,4 trilhão, muito maior que o orçamento anual do Estado, destaca a intensa pressão sobre Tóquio para identificar fontes alternativas de financiamento para um déficit estimado de 5 trilhões de ienes (US$ 31,99 bilhões) por ano em arrecadação, uma perspectiva que tem inquietado os mercados financeiros.

Leia mais.

Bolsas da Ásia fecham em alta embaladas por avanço a recorde em Tóquio com eleição

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira (9), com a de Tóquio em novo recorde no encerramento da sessão, após a vitória histórica do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições.

Em Tóquio, o índice Nikkei encerrou a sessão desta segunda-feira em alta de 3,9%, aos 56.363,94 pontos. As ações dos setores de eletrônicos, semicondutores e indústria lideraram os ganhos. A fabricante de equipamentos para testes de chips, Advantest, subiu 12%, o SoftBank Group avançou 6,3% e a gigante industrial Hitachi teve alta de 8,4%.

Leia mais.

>> Bitcoin (BTC) cai 0,8%, a US$ 69.648,53; Ethereum (ETH) recua 2,9%, a US$ 2.039,56
>> Petróleo tipo Brent cai 0,81%, a US$ 67,49 por barril; WTI recua 0,87%, a US$ 63 por barril
>> Wall Street: Futuros operam mistos com S&P 500 (+0,05%), Dow Jones (+0,13%) e Nasdaq (-0,01%)
>> ADR da Petrobras (PBR) cai 0,40% a US$ 14,81 no pré-market nos EUA
>> ADR da Vale (VALE) sobe 0,74% a US$ 16,42 no pré-market nos EUA
>> Ibovespa em dólar (EWZ) sobe 0,91% a US$ 37,90 no pré-market nos EUA
Coreia do Sul quer regras mais rígidas para criptomoedas após distribuição acidental de US$ 40 bilhões

O órgão regulador do mercado financeiro da Coreia do Sul afirmou nesta segunda-feira (9) que a distribuição não intencional de mais de US$ 40 bilhões em bitcoin pela corretora local Bithumb a seus clientes evidencia a necessidade de regulamentações mais rigorosas para lidar com as vulnerabilidades das criptomoedas.

A corretora de criptomoedas disse no sábado (7) que havia distribuído acidentalmente os bitcoins aos clientes como recompensas promocionais, o que desencadeou uma forte onda de vendas na plataforma.

Leia mais.

Petróleo cai mais de 1% com negociações entre EUA e Irã reduzindo preocupações com oferta

Os preços do petróleo caíam mais de 1% nesta segunda-feira (9), à medida que os temores de um conflito no Oriente Médio diminuíram após os Estados Unidos e o Irã se comprometerem a continuar negociações indiretas sobre o programa nuclear de Teerã, aliviando preocupações com possíveis interrupções no fornecimento.

Os contratos futuros do petróleo Brent recuavam 84 centavos, ou 1,2%, para US$ 67,21 o barril às 7h47 GMT desta segunda-feira, enquanto o petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, caíam 82 centavos, ou 1,3%, para US$ 62,73.

Leia mais.

BTG (BPAC11): Lucro salta 40% e chega a R$ 4,6 bilhões no 4T25, em melhor ano da história

O BTG Pactual (BPAC11) encerrou o quarto trimestre de 2025 com lucro líquido ajustado de R$ 4,59 bilhões, alta de 40% em relação ao mesmo período de 2024, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda (09).

Analistas consultados pela LSEG esperavam um resultado final de R$ 4,56 bilhões para o período.

Leia mais.

Namíbia não reconhecerá acordo entre TotalEnergies e Petrobras (PETR4) por não seguir procedimento

A Namíbia não reconhecerá a compra de participações offshore na Bacia de Luderitz anunciada na semana passada pela TotalEnergies e pela Petrobras (PETR4) até que as empresas petrolíferas sigam o processo adequado para aprovação, afirmaram autoridades governamentais neste domingo.

Jonas Mbambo, porta-voz da Presidência, confirmou que, até que um pedido formal seja apresentado e o processo legal prescrito seja concluído, “nenhuma transação pode ser reconhecida ou considerada válida”.

Leia mais.

JBS (JBSS32) amplia operações no Oriente Médio com investimento de US$ 150 mi em Omã

A produtora global de alimentos JBS (JBSS32) adquiriu uma participação de 80% em uma nova holding de alimentos em Omã, informou a empresa brasileira neste domingo (8), ampliando sua presença em um mercado de rápido crescimento que historicamente depende fortemente de importações de alimentos.

A maior empresa de carne do mundo está investindo US$ 150 milhões para produzir frango, cordeiro e carne bovina em duas unidades em Omã.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
O Money Times é referência em investimentos pessoais, educação financeira, gestão de carreiras e consumo no mercado brasileiro. No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
O Money Times é referência em investimentos pessoais, educação financeira, gestão de carreiras e consumo no mercado brasileiro. No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar