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Tempo real: Ibovespa sobe mais de 3% com alívio nas tarifas de Trump e salto do GPA (PCAR3); dólar cai no menor nível em um mês

09 abr 2025, 6:41 - atualizado em 09 abr 2025, 17:42
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) teve mais uma sessão marcada por volatilidade. Mas o índice ganhou força, firmou alta  e saltou quase 4 mil pontos na segunda parte da sessão com o alívio temporário das tarifas de importação dos Estados Unidos.

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Nesta quarta-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 127.795,93 pontos, com alta de 3,12%.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,8473, com queda de 2,51% sobre o real, no menor nível em um mês. 

O foco de atenções seguiu nas movimentações da guerra comercial, iniciada pelos Estados Unidos há uma semana. No início da tarde, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a suspensão das tarifas universais (de 10%) por 90 dias e reduziu as taxas recíprocas para 10% para, ao menos, 75 países — dos 180 países sujeitos ao ‘tarifaço’ anunciado na semana passada.

Os EUA  também elevaram a tarifa sobre os produtos chineses para 125%, após o governo de Ji Xinping retaliar e impor uma taxa de 84% sobre os bens e mercadorias fabricados em solo norte-americano.

No cenário doméstico, que ficou em segundo plano, os agentes financeiros repercutiram novos dados macroeconômicos. Entre eles, as vendas do setor varejista voltaram a registrar leve aumento em fevereiro.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (9) em tempo real

Ao vivo
Sabesp (SBSP3) receberá R$ 1,5 bilhão em acordos de precatórios

A Sabesp (SBSP3) informou nesta quarta-feira (9) que deverá receber aproximadamente R$ 1,48 bilhão, no prazo estimado de até seis meses, referente a acordos de liquidação de precatórios firmados com a Prefeitura de São Paulo.

Os valores atualizados dos créditos somam R$ 2,48 bilhões (base fevereiro de 2025) e foram aprovados pela Câmara de Conciliação de Precatórios da Procuradoria Geral do Município.

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Azul (AZUL4) homologa aumento de capital de R$ 72,7 milhões

A Azul (AZUL4) informou nesta quarta-feira que foram subscritas 1,2 bilhão de novas ações ordinárias e cerca de 153 mil novos papéis preferenciais, totalizando um montante de R$ 72,7 milhões no âmbito do seu aumento de capital.

“Considerando o atingimento da subscrição mínima, o conselho de administração deliberou, nesta data, pela não abertura de prazo para a subscrição de sobras e a homologação parcial do aumento de capital”, disse a Azul em aviso aos acionistas.

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Derrocada de títulos dos EUA deixa investidor ferido, apesar da pausa de Trump nas tarifas

Os investidores em títulos do Tesouro norte-americano ficaram feridos nesta quarta-feira, apesar de uma pausa temporária na cobrança de algumas tarifas pelos EUA, já que alguns fundos foram forçados a vender títulos em uma corrida por dinheiro, enquanto outros questionaram o status dos Treasuries como ativo mais seguro do mundo.

Os rendimentos dos Treasuries de dez anos, que atingiram o pico de sete semanas, se mantiveram em níveis elevados mesmo depois de o presidente Donald Trump autorizar uma pausa de 90 dias para a maioria de suas novas tarifas, mas com um aumento para 125% da alíquota para a China, com efeito imediato.

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O impulso para entressafra da soja; ‘Temos as melhores cartas do baralho em meio a guerra comercial China-EUA’

Os preços da soja contam com uma perspectiva favorável na entressafra, com possibilidade de valorização dos preços (base Paranaguá-PR) entre R$ 14 – R$ 15. A análise é de Filipe Kalikoski, engenheiro agrônomo e analista econômico do Sicredi, em palestra na Tecnoshow Comigo.

“Historicamente, a entressafra é melhor que pico de safra em termos de preços, mas esse ano em específico eu vejo com muito bons olhos. Por quê? Porque o Brasil já teve uma quebra na safra do Sul, a Argentina quebrou também, e a China precisa comprar essa soja e não vai conseguir da americana se o Trump manter as tarifas. Eu diria que a gente tirou as melhores cartas do baralho”, explica.

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Como a escalada da guerra comercial entre China e EUA pode ajudar o agronegócio brasileiro

Com o agravamento das tensões comerciais com os Estados Unidos, a China deve buscar fornecedores alternativos para produtos agrícolas. O Brasil, que já se beneficiou da guerra comercial em 2018, pode ver saldo ainda mais positivo dessa vez, diz o analista de grãos e oleaginosas da Hedgepoint Global Markets, Luiz Fernando Gutierrez.

Gutierrez afirma que mesmo com problemas climáticos ao longo do ano, o Brasil deve colher uma safra recorde de soja. A tendência é que o país aumente a participação no mercado chinês, no qual já é o maior fornecedor da oleaginosa.

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Com recordes na prévia do 1T25, Cury (CURY3) mostra apetite por Faixa 4 do MCMV

A Cury (CURY3) segue reforçando seu posicionamento estratégico em empreendimentos atrelados ao programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) e pretende se beneficiar da Faixa 4.

A nova faixa voltada para famílias com renda de até R$ 12 mil, incorporada recentemente ao programa, ampliou o escopo do MCMV e se tornou uma oportunidade estratégica para as construtoras.

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Lula defende união latino-americana para resistir a “tarifas arbitrárias”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira a união regional de países da América Latina e do Caribe para fazer frente a medidas unilaterais que desestabilizam a economia internacional, caso das tarifas recentemente anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Lula alertou, em discurso na abertura da 9ª cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), para a necessidade de seus integrantes deixarem diferenças de lado e concentrarem-se na redefinição de seu lugar na nova ordem global que se apresenta.

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Tarifas sobre México e Canadá não são afetadas pela pausa de 90 dias, diz autoridade da Casa Branca

As tarifas dos Estados Unidos sobre produtos importados do México e do Canadá não serão afetadas pela pausa de 90 dias nas tarifas anunciada pelo presidente Donald Trump nesta quarta-feira, disse uma autoridade da Casa Branca.

A tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre os produtos importados do México e do Canadá que não estão cobertos pelo pacto comercial USMCA da região continua em vigor, disse a autoridade, acrescentando que a energia e o potássio dos dois países também continuarão a ser tarifados em 10%.

A maior parte dos produtos do México e do Canadá que são cobertos pelo acordo comercial foi excluída das políticas tarifárias abrangentes dos Estados Unidos.

(Reuters)

Renda fixa: XP recomenda 9 títulos com retorno de até IPCA +9,05%

A XP Investimentos divulgou uma carteira com nove títulos de renda fixa que, segundo a corretora, oferecem boas oportunidades de retorno. A seleção inclui debêntures, LCA, CDBs, CRA e papéis do Tesouro Direto, com rentabilidades que chegam a IPCA +9,05%.

A lista busca diversificação em prazos, emissores e setores, com o objetivo de reduzir o risco global do portfólio dos investidores.

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GPA (PCAR3) dispara 18% e nenhuma ação cai no Ibovespa; confira as maiores altas do índice nesta quarta-feira (9)

Com a retomada do apetite ao risco após o alívio temporário das tarifas dos EUA, nenhuma ação encerrou a sessão em queda.

A ponta positiva foi liderada por GPA (PCAR3). Os papéis da varejista dispararam mais de 18% com a notícia de que Rafael Ferri, ex-sócio do TC e sócio-fundador da GTF Capital, vai disputar uma vaga no conselho da companhia com apoio de fundos que somam cerca de 8% da empresa, de acordo com o Pipeline, do Valor Econômico.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (9):

> GPA (PCAR3): +18,89%, a R$ 3,65

> Cogna (COGN3): +11,94%, a R$ 2,25

> Magazine Luiza (MGLU3): +11,28%, a R$ 9,77

> Braskem (BRKM5): +9,89%, a R$ 9,78

> RD Saúde (RADL3): +9,29%, a R$ 21,18

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Ibovespa salta mais de 3% com alívio do ‘tarifaço’ de Trump; dólar cai a R$ 5,84

O Ibovespa (IBOV) teve mais uma sessão marcada por volatilidade. Mas o índice ganhou força, firmou alta  e saltou quase 4 mil pontos na segunda parte da sessão com o alívio temporário das tarifas de importação dos Estados Unidos.

Nesta quarta-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 127.795,93 pontos, com alta de 3,12%.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (09) em alta de 3,16%, aos 127.852,75 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar cai mais de 2% e fecha a R$ R$ 5,84 com ‘alívio’ das tarifas de Trump

O dólar interrompeu a sequência de ganhos ante o real com novos desdobramentos da política tarifária dos Estados Unidos.

Nesta quarta-feira (9), dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,8473, com queda de 2,51%, no menor nível desde 10 de março. Durante a sessão, a divisa atingiu R$ 6,0967.

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,8473, com queda de 2,51%
Água pode virar nova frente em negociações comerciais do México com os EUA

Autoridades mexicanas estão se esforçando para elaborar um plano de aumento na quantidade de água que o país envia para os Estados Unidos devido à crescente preocupação de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa arrastar uma disputa sobre um tratado de água de 81 anos para as negociações comerciais, disseram três fontes familiarizadas com o assunto.

De acordo com um tratado de 1944 que define o compartilhamento de água entre os dois países por meio de uma rede de represas e reservatórios interconectados, o México deve enviar 1,75 milhão de acre-pé de água de Rio Grande para os Estados Unidos a cada cinco anos. Um acre-pé de água é suficiente para encher cerca de metade de uma piscina olímpica.

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Brava (BRAV3) deve ter melhora operacional nos próximos resultados, diz Genial; o que fazer com a ação?

A Brava Energia (BRAV3) deve apresentar melhora em sua eficiência operacional nos próximos resultados, disse a Genial Investimentos após a divulgação dos dados de produção da petroleira.

A corretora, no entanto, manteve a recomendação de manutenção para os papéis, diante das incertezas com a guerra tarifária.

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China quer fazer acordo, mas não sabe como, diz Trump após elevar tarifas a 125%

O presidente Donald Trump disse, nesta quarta-feira (9), que a China quer fazer um acordo sobre as tarifas recíprocas, mas não sabe como começar a negociação. A fala veio após os Estados Unidos elevarem as taxas para os produtos chineses para 125%.

“Um acordo será feito com a China e com todos os países. Quero acordos justos a todos”, disse Trump.

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Tarifas: Comércio entre EUA e China pode diminuir em até 80%, diz OMC

A Organização Mundial do Comércio (OMC) estimou nesta quarta-feira (9) que a guerra das tarifas entre Estados Unidos e China pode reduzir o comércio de mercadorias entre as duas economias em até 80%.

“Essa abordagem ‘olho por olho’ entre as duas maiores economias do mundo, que juntas respondem por cerca de 3% do comércio global, traz implicações mais amplas que podem prejudicar seriamente as perspectivas econômicas globais”, afirmou a OMC.

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Bolsas de Wall Street disparam com trégua no ‘tarifaço’ de Trump; Nasdaq tem maior alta desde 2001

Após quatro sessões de quedas consecutivas, Wall Street voltou ao tom positivo, em mais um dia marcado pela forte volatilidade e a guerra comercial entre Estados Unidos e China no centro das atenções.

Confira o fechamento dos índices de Nova York: 

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GPA (GPA3) dispara mais de 18% e lidera altas no Ibovespa nesta quarta-feira (9)

As ações do GPA (PCAR3) lideravam as altas do Ibovespa na tarde desta quarta-feira (9), com um impulso extra das bolsas de Nova York, que passaram a subir após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar uma pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas aos países, exceto China.

Os papéis da varejista encerraram a sessão com alta de 18,89%, a R$ 3,65.

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