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Tempo real: Ibovespa sobe com Itaú (ITUB4); dólar cai a R$ 5,65 com expectativa de acordo entre EUA e China

09 maio 2025, 6:30 - atualizado em 09 maio 2025, 17:30
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) estendeu os ganhos apoiado, mais uma vez, pelos resultados corporativos. A expectativa de acordo comercial entre os Estados Unidos e a China concentraram as atenções no exterior, em meio a incertezas quanto às tarifas.

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Nesta sexta-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.511,88 pontos, com avanço de 0,21%. Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 1,02%. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6548, com leve queda de 0,11% sobre o real e encerrou a semana estável. 

No cenário doméstico, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril subiu 0,43% este mês, após avanço de 0,56% em março. Em 12 meses, o índice acumulou alta de 5,53%, acima da mediana das projeções coletadas pelo Money Times de 5,52%.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (9) em tempo real:

Ao vivo
Minerva (BEEF3) pagará R$22 milhões à União em acordo de leniência

A processadora de alimentos Minerva (BEEF3) deverá pagar R$22 milhões à União em acordo de leniência assinado com a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU), informou a AGU em comunicado nesta sexta-feira.

A decisão tem base na lei Anticorrupção e os fatos objeto do acordo são anteriores a 2018, disse a AGU, acrescentando que eles envolveram o pagamento de vantagens indevidas a fiscais agropecuários vinculados ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em Araguaína (TO).

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Trump diz que EUA manterão tarifas de 10% mesmo após acordos comerciais

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (9) que os EUA manterão uma tarifa básica de 10% sobre as importações, mesmo depois que acordos comerciais forem fechados, acrescentando que poderá haver isenções quando os países oferecerem condições comerciais significativas.

Trump disse esperar novos acordos comerciais nas próximas semanas, mas “sempre temos uma base de 10%”.

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Ibovespa tem leve alta com Itaú (ITUB4) e sobe mais de 1% na semana; dólar cai a R$ 5,65

Depois de renovar recorde na sessão anterior, o Ibovespa (IBOV) estendeu os ganhos apoiado, mais uma vez, pelos resultados corporativos. A expectativa de acordo comercial entre os Estados Unidos e a China concentrou as atenções no exterior, em meio a incertezas quanto às tarifas.

Nesta sexta-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.511,88 pontos, com avanço de 0,21%. Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 1,02%. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a sexta-feira (09) em alta de 0,25%, aos 136.567,68 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar à vista recua a R$ 5,65 com IPCA e expectativa de acordo comercial entre EUA e China

O dólar estendeu as perdas na última sessão na expectativa do acordo dos Estados Unidos com a China neste fim de semana.

Nesta sexta-feira (9), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6548, com leve queda de 0,11% ante o real. Na semana, a divisa ficou estável. 

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>> Dólar à vista fechou no zero a zero no acumulado da semana
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,6548, com queda de 0,11%
CSN (CSNA3) cai mais de 11% com piora da alavancagem; como os analistas avaliam o balanço do 1T25?

CSN (CSNA3) volta aos holofotes dos investidores nesta sexta-feira (9) com os números do balanço do primeiro trimestre de 2025 (1T25) — mas de forma negativa. Durante o pregão, as ações chegaram a cair 11,32% e liderou a ponta negativa do Ibovespa por horas. 

CSNA3 reduziu as perdas na reta final da sessão e fechou o dia com queda de 9,87%, a R$ 8,68. Acompanhe o Tempo Real. 

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MRV&Co (MRVE3): Construtora registra prejuízo, cai na bolsa e ainda tem potencial de alta de 140%

Apesar da prévia operacional já ter indicado um caminho conturbado, a MRV&Co (MRVE3) registrou um prejuízo líquido ajustado de R$ 262,9 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25).

Os papéis encerraram o pregão desta sexta-feira (9) com queda de 11,22%, cotados a R$ 5,46.

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Fundo Verde, de Stuhlberger, aumenta a exposição em criptoativos e inicia posição em ouro

O fundo Verde, um dos mais tradicionais do país, realizou mudanças no portfólio em abril, voltando a aumentar sua exposição a ativos globais. A carteira fechou o mês com alta de 1,90%, superando o CDI do período (1,06%).

Os principais ganhos vieram de posições em moedas, livro de ações locais, criptoativos e juro real. As perdas, por outro lado, foram pontuais e concentradas em juros prefixados, petróleo e crédito.

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Magazine Luiza (MGLU3): O que fazer com as ações após queda no lucro do 1T25, segundo 5 analistas

As ações do Magazine Luiza (MGLU3) são o destaque negativo do Ibovespa (IBOV) nesta sexta-feira (9), em reação ao balanço do primeiro trimestre de 2025 divulgado na véspera. Os papéis chegaram a cair 11% e encerraram a sessão com queda de 6,98%, a R$ 8,39. Entre analistas, os sentimentos e indicações do que fazer com a varejista agora são mistos.

O lucro líquido ajustado do Magalu totalizou R$ 11,2 milhões no 1T25, um recuo de 62,5% ante o mesmo período em 2024.

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PetroReconcavo (RECV3) sobe mais de 7% e lidera os ganhos do Ibovespa

As ações da PetroReconcavo (RECV3) lideram os ganhos do Ibovespa na última hora do pregão. Às 15h30, RECV3 subia 7,87%, a R$ 14,53.

Os papéis reagem ao balanço do primeiro trimestre de 2025. A petroleira registrou lucro líquido de R$ 227,5 milhões entre janeiro e março deste ano, mais que o dobro do ganho registrado no mesmo período do ano anterior. A produção de petróleo cresceu 3% no período, para uma média de 27,3 mil barris de óleo equivalente (boed).

As ações também são impulsionadas pelo avanço do petróleo Brent, que sobe mais de 1%.

 

Suzano (SUZB3): Analistas explicam queda após resultados do 1T25; O que fazer com as ações?

As ações da Suzano (SUZB3) não reagiram bem aos resultados da empresa no primeiro trimestre de 2025 (1T25). Os papéis registraram queda de 2,68%, a R$ 50,09 nesta sexta-feira (9).



Na visão do Bradesco BBI, a Suzano apresentou um conjunto fraco de resultados nos segmentos de Papel e Celulose. As vendas de celulose caíram 19% em relação ao 4T24, apesar de ter crescido 10% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

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FIIs, Fiagros e FI-Infra: Veja os melhores fundos para garantir renda em maio, segundo o BTG

O BTG Pactual promoveu mudanças em sua carteira recomendada de fundos para o mês de maio. O banco reduziu exposição nos FI-Infras BODB11 (-2,0%) e BDIF11 (-1,0%) para elevar a participação, em 1,5% cada, no CDII11, também de infraestrutura, e no RURA11, um Fiagro.

Segundo os analistas, os cortes parciais foram motivados pela valorização desses ativos em abril. Com as alterações, a seleção passou a contar com 63% em fundos imobiliários — sendo 53% FIIs de recebíveis, 7% do setor de renda urbana e cerca de 4% expostos ao setor de shopping centers.

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‘Trumpulência’: Ex-Brics vê nova dinâmica dos EUA e fala em reação ‘incomum’ dos mercados


A volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos traz um novo “modus operandi” ao comércio global. O economista político e ex-presidente do Banco Brics Marcos Troyjo descreveu o cenário atual como uma “trumpulência“, jogo de palavras que une turbulência, opulência e incongruência.

Desde que voltou à Casa Branca, Trump está focado em repatriar cadeias produtivas, proteger a indústria nacional e enfrentar rivais estratégicos. Em entrevista ao M0ney Minds, Troyjo disse que a abordagem gera turbulência, apesar da pujança econômica americana, e revela incongruências que penalizam empresas americanas e alteram as relações comerciais globais.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 0,15%, aos 136.438,47 pontos, nesta sexta-feira (09).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra baixa de -0,21%, cotada a R$ 52,63. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 0,68%, a R$ 30,92, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 5,15%, a R$ 37,14.

Fundo imobiliário MAXR11 recebe proposta milionária por imóvel na Paraíba; veja os detalhes

O fundo imobiliário Max Retail (MAXR11) divulgou que recebeu uma proposta para a venda de um dos imóveis do seu portfólio, localizado em João Pessoa (PB), pelo valor de R$ 12,5 milhões.

A oferta foi feita pela empresa Alto Branco Participações e trata-se de uma proposta não vinculante — ou seja, ainda não representa um compromisso firme de compra e venda, mas apenas uma demonstração de interesse.

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Itaú (ITUB4) na xepa: Duas formas baratas de comprar papel, segundo analistas

A ação do Itaú (ITUB4) tem desempenho estelar em 2025, que foi coroada com bons resultados. Após iniciar o ano na mínima, o papel ganhou fôlego e disparou nada mais que 30%. Nesta sessão, o banco volta empolgar, com salto de 5%.

Agora, investidores que não aproveitaram essa alta, se perguntam se o papel pode subir mais. Afinal, um banco do tamanho do Itaú pode não ter tanto espaço para crescer, enquanto o próprio CEO, Milton Maluhy, ressaltou que está ‘otimista cauteloso’ com cenário pela frente.

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Ações da Lojas Renner (LREN3) saltam após lucro disparar 59% no 1T25; é hora de comprar?

As ações da Lojas Renner (LREN3) chegaram a disparar quase 7% no pregão desta sexta-feira (9), em reação ao balanço do primeiro trimestre de 2025 da varejista de moda.

LREN3 encerrou o pregão com alta de 4,92%, a R$ 16,20. Acompanhe o tempo real.

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IPCA de abril reforça o esperado: um cenário desafiador para a inflação no curto prazo, apontam analistas

Os dados divulgados nesta sexta-feira (9) do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) reforçam o esperado pelo mercado e sinalizado pelos analistas na última leitura: um cenário desafiador para a inflação no curto prazo.

Em abril, o índice subiu 0,43%, indicando uma desaceleração em relação à alta de 0,56% apurada em março. Agora, a inflação acumulada é de 2,48% no ano e de 5,53% em 12 meses. No mês passado, esses números eram de 2,04% e 5,48%, respectivamente.

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