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Tempo real: Ibovespa avança e retoma os 159 mil pontos com corte nos juros dos EUA; dólar sobe a R$ 5,46

10 dez 2025, 6:30 - atualizado em 10 dez 2025, 18:15
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Em dia de ‘Super Quarta’, o Ibovespa (IBOV) concentrou as atenções nas decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos.

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Nesta quarta-feira (10), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,69%, aos 159.074,97 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4686, com avanço de 0,60%

Por aqui, a expectativa é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) mantenha a Selic em 15% ao ano, mas com alguma indicação de flexibilização no início de 2026. A decisão será divulgada após o fechamento dos mercados.

Mais cedo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal referência de inflação, subiu 0,18% em novembro, em linha com o consenso do mercado. Em 12 meses, a inflação acumula alta de 4,46% – dentro do limite da meta do Banco Central.

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No exterior, o Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) cortou os juros norte-americanos em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, como o esperado.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:

Ao vivo
Selic a 15%: Como o Ibovespa, os juros futuros e o dólar devem reagir ao Copom

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano nesta quarta-feira (10), no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006Essa foi a quarta manutenção consecutiva e em linha com o esperado pelo mercado. A decisão foi unânime. 

No cenário doméstico, o Copom destacou que as expectativas de inflação seguem acima da meta, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. E, por isso, a política monetária deve seguir em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

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Sabesp atinge metas do Fator-U previstas no contrato de concessão URAE-1 para ciclo 2024-2025

A Sabesp (SBSP3) informou nesta quarta-feira que atingiu as metas do Fator-U previstas no Contrato de Concessão URAE-1 para o ciclo 2024-2025, segundo comunicado.

A empresa informou que, em novembro, concluiu as obras dos coletores Rio das Pedras, Sacomã Montante, Jardim Benfica e Marcos Liberi, adicionando 15.000 novas economias para tratamento de esgoto.

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Iguatemi (IGTI3) assina proposta vinculante de venda de participações em ativos por R$ 372 milhões

A Iguatemi (IGTI3) e o XP Malls Fundo de Investimento Imobiliário assinaram nesta quarta-feira uma proposta vinculante para venda de participações minoritárias em quatro ativos imobiliários do seu portfólio, com a transação somando valor total de R$ 372 milhões, segundo comunicado.

A transação corresponde a 9,00% do Iguatemi Alphaville, 23,96% no Iguatemi Ribeirão Preto, 18,00% no Iguatemi São José do Rio Preto e 7,00% no Praia de Belas, disse a empresa.

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Comunicado do Copom ‘empurra’ início dos cortes na Selic para março, avalia estrategista da Empiricus

Como o esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 15% ao ano, no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006, nesta quarta-feira (10). Essa foi a quarta manutenção consecutiva.  A decisão do colegiado foi unânime.

Na avaliação de Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, o Copom manteve o tom duro (hawkish) da decisão anterior, em novembro. “Não houve comunicação mais ‘dove‘, ou seja, leniente com a inflação, pelo contrário. Está tudo mantido”.

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BC adia corte de juros de janeiro: Qual é o próximo passo para a Selic?

O Banco Central afastou as apostas de início de corte de juros já em janeiro de 2026. No comunicado divulgado nesta quarta-feira (10), junto com a decisão unânime de manter a Selic em 15% pela quarta reunião consecutiva, o Comitê de Política Monetária (Copom) destacou que o cenário econômico continua exigindo cautela.

Segundo o BC, no lado externo, a incerteza gerada pela conjuntura e pela política econômica nos Estados Unidos segue pressionando as condições financeiras globais. Já no âmbito doméstico, os indicadores apontam trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, mercado de trabalho resiliente e expectativas de inflação acima da meta.

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Abriu a torneira: Direcional (DIRR3) pagará R$ 804 mi em dividendos; valor por ação chega a R$ 1,55

A Direcional (DIRR3) entrou na lista das empresas que vão pagar gordos dividendos com o anúncio de R$ 804 milhões, ou R$ 1,55 por ação, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (10).

Segundo o documento, quem quiser aproveitar a bolada terá até o dia 16 de dezembro de 2025. A partir de 17 de dezembro de 2025, a ação será negociada ‘ex-dividendos’.

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Selic a 15%: 4 pontos para entender por que o Copom manteve os juros pela 4ª vez consecutiva

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano nesta quarta-feira (10), no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006. Essa foi a quarta manutenção consecutiva e em linha com o esperado pelo mercado.

Na última atualização, com data de referência de ontem (9), o contrato de Opções de Copom da B3 apontava a chance de 97,50% de o Banco Central (BC) manter os juros inalterados.

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3tentos (TTEN3) inicia processamento de canola em unidade gaúcha e vê expansão da safra

A 3tentos (TTEN3) iniciou processamento de canola na unidade industrial de Ijuí (RS), em operação que deverá se estender por até três meses, integrando a oleaginosa ao projeto industrial da companhia, informou em comunicado nesta quarta-feira.

De acordo com a 3tentos, essa cultura de inverno tem potencial de ampliar sua área plantada no Rio Grande do Sul em 2026, já que os preços têm se mostrado vantajosos até mesmo frente à soja, uma safra de verão.

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O que mudou no comunicado do Copom que manteve a Selic a 15%? Veja a comparação

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 15,00% ao ano, no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006, nesta quarta-feira (10).

Essa foi a quarta manutenção consecutiva e em linha com o esperado pelo mercado. A decisão do colegiado foi unânime.

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Selic a 15%: Quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa? Especialista revela onde colocar o seu dinheiro agora

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (10), manter a taxa Selic em 15% ao ano, no maior nível desde 2006.

Na prática, os juros básicos da economia brasileira seguem inalterados ao menos até os dias 27 e 28 de janeiro de 2026, quando a autoridade monetária volta a se reunir para um novo veredito.

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Kepler Weber (KEPL3) anuncia pagamento de dividendos intercalares e intermediários

O Conselho de Administração da Kepler Weber (KEPL3) aprovou nesta quarta-feira (10) o pagamento de R$ 18,399 milhões (R$ 0,106 por ação) em dividendos intercalares e R$ 6,6 milhões (R$ 0,038) em dividendos intermediários, totalizando R$ 24,99 milhões.

Os valores serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório do exercício de 2025.

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Copom mantém Selic em 15% ao ano pela quarta reunião seguida

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic estável em 15% ao ano na reunião desta quarta-feira (10). Trata-se da quarta reunião seguida de manutenção nos juros.

A decisão unânime já era esperada pelo mercado, que agora busca calibrar as apostas sobre o ritmo e o momento da futura redução dos juros.

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C&A (CEAB3) e Vamos (VAMO3) recuam mais de 3%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (10)

> C&A (CEAB3): -3,98%, a R$ 13,51

> Vamos (VAMO3): -3,71%, a R$ 3,63

> GPA (PCAR3): -3,01%, a R$ 3,87

> Azzas 2154 (AZZA3): -2,46%, a R$ 24,97

> Hypera (HYPE3): -2,35%, a R$ 23,68

CSN (CSAN3) salta 6% com apoio do minério de ferro; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (10)

As ações da CSN (CSNA3) lideraram os ganhos do Ibovespa com apoio do minério de ferro.

O contrato futuro mais líquido da commodity, para maio de 2026, subiu 1,85%, a 769 yuans (US$ 108,90) a tonelada na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE), na China.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (10):

> CSN (CSNA3): +6,41%, a R$ 9,63

> Usiminas (USIM5): +4,06%, a R$ 6,15

> Fleury (FLRY3): +2,85%, a R$ 14,82

> CSN Mineração (CMIN3): +2,73%, a R$ 5,65

> Gerdau (GGBR4): +2,67%, a R$ 19,59

Ibovespa ‘pega carona’ com Wall Street e sobe à espera de Copom; dólar avança a R$ 5,46

O Ibovespa (IBOV) enfrentou um dia agitado por decisões de política monetária e dados de inflação.

Nesta quarta-feira (10), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,69%, aos 159.074,97 pontos.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (10) em alta de 0,17%, aos 158.554,92 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

>> Fomc: Trump diz que corte de 0,25 pp nos juros foi pequeno e que redução poderia ter sido maior
Em tom de cautela, Powell indica preocupação com rumo contrário da inflação e emprego; pausa no radar?

O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, reforçou seu discurso de cautela em relação ao futuro da política monetária dos Estados Unidos.

Em coletiva de imprensa após a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) nesta quarta-feira (10), Powell destacou que o banco central continua focado em alcançar os objetivos do seu duplo mandato: máximo emprego e inflação estável.

Leia mais.

>> Powell encerra a coletiva de imprensa
>> Ibovespa bate máxima aos 159.609,96 pontos, com alta de 1,03%
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