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Tempo real: Ibovespa acompanha tombo de NY e banco e cai mais de 1%; dólar recua a R$ 5,76

12 fev 2025, 6:43 - atualizado em 12 fev 2025, 18:20
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) devolveu os ganhos das sessões anterior e envergou para o tom negativo em fevereiro. Os dados mais fortes de inflação nos Estados Unidos, o tombo do petróleo com um possível cessar-fogo na guerra da Ucrânia e a queda das ações dos bancos garantiram o recuo do índice.

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Nesta terça-feira (11), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 1,69%, aos 124,380,21 pontos

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,7631 (-0,08%). 

No cenário doméstico, os investidores repercutiram falas do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

No exterior, os dados de inflação nos Estados Unidos concentraram as atenções. O índice de preços ao consumidor nos Estados Unidos (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,5% em janeiro na comparação anual e acumula alta de 3% em 12 meses — acima das expectativas.

Após o dado, os agentes financeiros consolidaram as apostas de apenas um corte de 25 pontos-base no juros dos EUA neste ano, com setembro sendo o mês mais provável.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (12) em tempo

Ao vivo
Bombril (BOBR4) diz que justiça aceitou pedido de recuperação judicial

A Bombril (BOBR4) informou em fato relevante ao mercado que a Justiça aceitou nesta quarta-feira o pedido de recuperação judicial formulado pela companhia e por algumas de suas controladas.

O deferimento da 1ª Vara Regional de Competência Empresarial e de Conflitos Relacionados à Arbitragem determina, entre outras medidas, a nomeação de um administrador judicial e a suspensão de todas as ações e execuções em face do Grupo Bombril.

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Brasil vai sobreviver às tarifas de Trump? A visão de André Esteves sobre os erros e os acertos do republicano até agora

Desde que assumiu a Casa Branca, há menos de um mês, o presidente dos Estados UnidosDonald Trump, tem se dedicado a cumprir uma das principais promessas de sua campanha eleitoral: a implementação de tarifas sobre produtos importados.

Primeiro, o republicano mirou em seus principais parceiros comerciais. México, Canadá e China foram atingidos com tarifas de 25% e 10%, e agora é a vez do Brasil.

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Jalles (JALL3) registra prejuízo no 3T25, encerrado em dezembro de 2024; veja os números e os motivos

A Jalles (JALL3) reportou prejuízo líquido de R$ 73,5 milhões no terceiro trimestre da safra 2024/2025 (3T25), encerrado em dezembro de 2024, contra um lucro de R$ 75,8 milhões do mesmo período da safra passada (3T24). A empresa reforçou que o número reflete efeito contábil referente a dívidas.

A receita líquida cresceu 49,3%, saindo de R$ 495,9 milhões para R$ 740,4 milhões. O Ebitda ajustado avançou 16%, para R$ 385,9 milhões.

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Investidor estrangeiro começa a ver Brasil como ‘porto seguro’ em cenário de guerra comercial

Em uma nítida percepção de que a maré dos mercados está mudando, o Brasil começa a ser visto por parte dos investidores estrangeiros como uma opção de porto seguro. E tudo isso graças a Donald Trump.

Em uma conferência promovida pelo Santander em Nova York, os participantes apontaram o Brasil como um mercado defensivo em um cenário de guerra comercial.

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Na B3 (B3SA3), volume financeiro sobe 1,5% em janeiro; número de empresas listadas recua 5,4% em um ano

A B3 (B3SA3) informou nesta quarta-feira (12) que o volume financeiro médio diário no mercado à vista atingiu R$ 22,648 bilhões em janeiro de 2025, um aumento de 1,5% em relação a janeiro de 2024.

No mercado a termo e futuro de ações, houve uma redução de 26,9% em relação ao ano anterior, atingindo R$ 237 milhões. Já o mercado de opções apresentou uma queda de 12,7%, com um volume negociado de R$ 674 milhões.

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Hapvida (HAPV3) cai mais de 7%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (12)

As ações cíclicas fecharam em forte queda, com a escalada dos juros futuros nos vértices mais longos na esteira dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries — que avançaram após dados de inflação mais fortes do que o esperado e reforçaram as apostas de juros norte-americanos elevados por mais tempo.

Por aqui, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reiterou que vai tomar o tempo necessário para ter a certeza de que os dados que estão chegando confirmam uma tendência, ao dizer que o nível de juros caminha para patamar bastante elevado.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (12)>

> Hapvida (HAPV3): -7,17%, a R$ 2,33

> CSN Mineração (CMIN3): -5,83%, a R$ 5,01

> CVC (CVCB3): -5,67%, a R$ 1,83

> Vivara (VIVA3): -5,54%, a R$ 18,76

> CSN (CSNA3): -5,52%, a R$ 8,38

Carrefour (CRFB3) sobe mais de 2%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (12)

Entre os destaques do Ibovespa, os papéis do Carrefour Brasil (CRFB3), também conhecido como Atacadão, seguiram na liderança dos ganhos do principal índice da bolsa brasileira, ainda em reação à notícia de que o controlador — a rede francesa Carrefour S.A —  do Carrefour Brasil — propôs converter a empresa brasileira em subsidiária integral, com a saída da varejista brasileira da B3.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (12):

> Carrefour (CRFB3): +2,68%, a R$ 7,29

> Vamos (VAMO3): +2,42%, a R$ 4,66

> Tim (TIMS3): +2,19%, a R$ 17,30

> Hypera (HYPE3): +1,09%, a R$ 19,39

> Azul (AZUL4): +0,85%, a R$ 3,58

Bolsa de Rosário reduz previsão de safra de milho da Argentina

A produção de milho na Argentina 2024/25 foi estimada nesta quarta-feira em 46 milhões de toneladas, 2 milhões de toneladas abaixo da previsão anterior, após o país ter sido atingido pelo tempo adverso, de acordo com novo levantamento da Bolsa de Comércio de Rosario.

A bolsa informou ainda que a safra de soja 2024/25 da Argentina provavelmente será de 47,5 milhões de toneladas.

Tim (TIMS3): Goldman Sachs reitera recomendação neutra após anúncio de recompra de ações

O Goldman Sachs reiterou a recomendação neutra para TIM (TIMS3) nesta quarta-feira (12), após a operadora anunciar um novo programa de recompra de ações de até R$ 1 bilhão. 

Mais cedo, a companhia informou que vai recomprar até 67,2 milhões de ações ordinárias no período de 18 meses — com data limite de 13 de agosto de 2026. Em reação, as ações TIMS3 fecharam o dia com alta de 2,19%, a R$ 17,30 — e figuraram como o segundo papel com melhor desempenho no Ibovespa (IBOV). Acompanhe o Tempo Real. 

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Klabin (KLBN11) faz pagamento antecipado de nota de crédito de R$1,6 bi

Klabin (KLBN11) informou que realizou nesta quarta-feira o pagamento antecipado de Nota de Crédito à Exportação (NCE), que tinha vencimento original em maio de 2026.

“O valor do pagamento foi de R$1,6 bilhão, incluindo o montante total do financiamento e liquidação de swap atrelado à NCE”, afirmou a companhia em comunicado ao mercado.

“Esta transação reforça o trabalho de gestão contínua do endividamento da Klabin”, acrescentou.

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Suzano (SUZB3) reporta prejuízo de R$ 6,437 bilhões no 4T24; entenda

Suzano (SUZB3) divulgou seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2024 (4T24).

A empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 6,737 bilhões, contra lucro líquido de R$ 3,237 bilhões no 3T24 e de R$ 4,515 bilhões no 4T23.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (12) em baixa de 1,68%, aos 124.400,59 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Bolsas de NY fecham sem direção única com inflação forte e falas de Powell

Nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York repercutiram novos dados econômicos e declarações do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. As tarifas comerciais impostas pelo presidente Donald Trump, ficaram no radar. O chefe da Casa Branca também deu o primeiro passo nas negociações de cessar-fogo na guerra da Ucrânia.

O índice de preços ao consumidor do país (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,5% em janeiro na comparação anual e acumula alta de 3% em 12 meses — acima das expectativas do mercado. 

Embora o CPI não seja a referência para inflação preferida do Federal Reserve (Fed), o indicador é relevante para o mercado calibrar as apostas sobre a trajetória dos juros. Hoje, o Fed Funds está na faixa de 4,25% e 4,50% ao ano.

Após o dado, os agentes financeiros consolidaram as apostas de apenas um corte, de 0,25 ponto percentual, nos juros norte-americanos pelo Fed em 2025. Além disso, a probabilidade de corte foi adiada do mês de junho para setembro.

Em audiência na Câmara dos Representantes, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que os últimos dados do CPI são um “lembrete” de que o Banco Central fez um “grande progresso” para aproximar a inflação à meta de 2%, mas que “ainda não chegou lá”.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

> Dow Jones: -0,50%, aos 44.368,56 pontos;

> S&P 500: -0,27%, aos 6.051,97 pontos;

> Nasdaq: +0,03%, aos 19.649,95 pontos.

Governo espera aprovar isenção do IR ainda neste ano com impacto neutro, diz Padilha

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou nesta quarta-feira que o governo trabalha com a perspectiva de aprovar projeto que isenta o Imposto de Renda de quem ganha até R$ 5 mil ainda neste ano, com um impacto fiscal que seja “neutro”.

“O nosso prazo é aprovar ao longo do ano de 2025, nós queremos que ela esteja valendo para 2026, a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$5mil”, disse Padilha após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

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Ibovespa recua mais de 1% puxado por Bradesco (BBDC4) e Wall Street; dólar cai a R$ 5,76

O Ibovespa (IBOV) devolveu os ganhos das sessões anterior e envergou para o tom negativo em fevereiro. Os dados mais fortes de inflação nos Estados Unidos, o tombo do petróleo com um possível cessar-fogo na guerra da Ucrânia e a queda das ações dos bancos garantiram o recuo do índice.

Nesta terça-feira (11), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 1,69%, aos 124,380,21 pontos

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Gerdau (GGBR4), Usiminas (USIM5) ou CSN (CSNA3): Quem é a mais impactada pela tarifa de 25% de Trump?

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu grandes medidas para o seu segundo mandato, e isso vem se concretizando e impactando diversos países do globo, incluindo o Brasil e, por consequência, as empresas presentes no país. Neste cenário, a taxação de 25% das importações que os EUA fazem de aço e alumínio acendeu o alerta nas siderúrgicas.

Atualmente, o país é o segundo maior mercado comprador de aço brasileiro, consumindo 60% da produção siderúrgica, ficando atrás apenas do Canadá. Na segunda-feira (10), o governo Trump afirmou que as tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio para os Estados Unidos entrarão em vigor no início de março.

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‘Todo mundo entendeu que FIDC é um bom investimento’, diz gestor de crédito da Solis Investimentos

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) vêm ganhando espaço no mercado de capitais brasileiro. Em janeiro de 2025, o segmento superou os fundos de ações em volume de patrimônio líquido, segundo o levantamento da Associação Brasileira Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

“Todo mundo entendeu que FIDC é um bom investimento. Os investidores têm entendido a dinâmica, assim como os próprios tomadores, que precisam do recurso. O produto se tornou mais barato, ao mesmo tempo que a evolução regulatória deu segurança”, disse Delano Macêdo, sócio e diretor responsável pela área de crédito da Solis Investimentos.

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Para se proteger de piora, BofA adiciona elétrica em carteira no Brasil

O Bank of America manteve o Brasil como exposição acima da média e afirmou que o país terá queda da atividade econômica, o que pode ajudar a ancorar as expectativas de inflação.

“As taxas pesarão nos lucros das empresas, mas vemos espaço para uma compressão nas taxas em algum momento (esperamos que a Selic atinja o pico de 15,25%, o mercado está precificando quase 15,75%)”.

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Brasileiro está disposto a pagar mais caro por carne bovina sustentável, aponta pesquisa da Universidade da Flórida

O consumidor brasileiro está disposto a pagar mais caro por produtos de carne bovina sustentável, de acordo com uma tese inédita da Universidade da Flórida, realizada pela jornalista brasileira Shenara Pantaleão Ramadan.

O estudo apontou que os entrevistados comprariam a proteína animal por até 10% acima do valor atual, sendo motivados por mensagens ligadas à preservação da biodiversidade.

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Dólar perde força com inflação mais alta nos Estados Unidos e fecha a R$ 5,76

O dólar à vista (USDBRL) operou volátil com dados de inflação nos Estados Unidos acima do esperado para janeiro e encerrou a sessão em leve queda ante o real.

Nesta quarta-feira (12), a moeda norte-americana encerrou a R$ 5,7631 (-0,08%). 

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