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Tempo real: Ibovespa sobe mais de 1% com IPCA abaixo do esperado e Wall Street; dólar cai ao menor nível em 14 meses

12 ago 2025, 6:30 - atualizado em 12 ago 2025, 17:25
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Ibovespa (IBOV) avançou mais de 2 mil pontos com uma combinação de fatores: dados de inflação abaixo do esperado no Brasil e nos Estados Unidos, reação a balanços corporativos, forte desempenho das blue chips e recordes em Wall Street.

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Nesta terça-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com alta de 1,69%, aos 137.913,68 pontos. Durante a sessão, o Ibovespa chegou a subir mais de 2% e operar no nível dos 138 mil pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3870, com queda de 1,01%

No cenário doméstico, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCAsubiu 0,26% em julho, ante expectativa de 0,35%. A inflação acumula alta de 3,26% entre janeiro e julho e de 5,23% em 12 meses.

Após o dado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar uma continuidade na trajetória de deflação de alimentos nos próximos meses.

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Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,2% em julho, abaixo do esperado e acumulou alta de 2,7% em 12 meses. O dado reforçou as apostas de corte nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) na próxima reunião, em setembro.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (12) em tempo real:

Ao vivo
Light (LIGT3): Em recuperação judicial, empresa tem prejuízo de R$ 51 milhões

A Light (LIGT3) – empresa de energia que atua com geração, distribuição, comercialização – registrou um prejuízo de R$ 51 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), estável na base anual.

Atualmente em recuperação judicial, a Light registrou uma receita líquida de R$ 3,1 bilhões no período, queda de 10% no ano. A companhia explica que o resultado foi impactado pela queda das temperaturas e devido à migração de clientes do mercado cativo para o mercado livre de energia.

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Americanas (AMER3) reduz prejuízo para R$ 98 milhões no 2T25

A Americanas (AMER3) teve prejuízo líquido de R$ 98 milhões no segundo trimestre deste ano, uma redução de 94,7% ante o prejuízo de R$ 1,86 bilhão de um ano atrás, de acordo com balanço divulgado nesta terça-feira (12).

O GMV total somou R$ 5,2 bilhões, alta de 15,6% na comparação anual, impulsionado principalmente pelo crescimento de 35,7% no GMV físico, para R$ 4,35 bilhões. Já o GMV digital recuou 68,7%, para R$ 213 milhões, enquanto o GMV de “outros” avançou 4,0%, a R$ 634 milhões.

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Lula diz que vai lançar pacote com crédito de R$30 bi para empresas afetadas por tarifaço

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai assinar na quarta-feira (13) uma medida provisória com linha de crédito de R$ 30 bilhões para ajudar empresas exportadoras afetadas pelo tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros.

Em entrevista à BandNews nesta terça-feira, Lula disse que esse será um valor inicial para ajudar os exportadores, e acrescentou que o pacote também terá autorização para compras governamentais.

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CVC (CVCB3) tem prejuízo de R$ 46,3 milhões no 2T25, alta de 109,4% no ano

A CVC (CVCB3) registrou um prejuízo líquido de R$ 46,4 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), número 109,4% maior do que aquilo registrado no mesmo período de 2024.

A alta do prejuízo se deu mesmo com a CVC tendo registrado uma alta da receita líquida. O faturamento subiu 10% no ano, para R$ 348,2 milhões.

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Citi corta preço-alvo de Hypera (HYPE3) e ação cai; o que está por trás da revisão?

As ações da Hypera (HYPE3) encerraram a sessão desta terça-feira (12) entre as maiores quedas do Ibovespa. HYPE3 caiu 1,26%, a 22,81. 



Os papéis da farmacêutica foram pressionados pela revisão das expectativas para a companhia pelo Citi. 

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MRV&Co (MRVE3) tem prejuízo ajustado de R$ 774,7 milhões no 2T25 puxado por Resia nos EUA

O grupo MRV&Co (MRVE3) divulgou nesta terça-feira um prejuízo líquido ajustado de R$774,7 milhões no segundo trimestre, revertendo lucro de R$29,4 milhões apurado no mesmo período do ano passado, tendo as operações da subsidiária norte-americana Resia como principal fator para o resultado negativo.

A receita operacional líquida, por sua vez, totalizou R$2,7 bilhões no período, crescimento de 18% em relação ao faturamento do segundo trimestre de 2024, com impulso do segmento de incorporação da MRV&Co, que inclui as marcas MRV e Sensia.

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CBA (CBAV3) cai mais de 7% com rebaixamento de recomendação pelo UBS BB

O UBS BB rebaixou a recomendação das ações da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA; ticker CBAV3) de compra para neutra nesta terça-feira (12), após a empresa frustrar as expectativas do banco. 

“Obviamente, estamos muito atrasados com esse rebaixamento”, escreveram os analistas Caio Greiner, Arthur Biscuola e Fernanda Sardinha em relatório. 

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Petrobras (PETR4): Data para simulado na Foz do Amazonas foi marcada pelo Ibama

A diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras (PETR4), Sylvia Anjos, afirmou nesta terça-feira (12) que a data para a realização de simulado na Bacia da Foz do Rio Amazonas, em águas profundas do Amapá, foi definida. No entanto, a divulgação será feita pelo órgão ambiental federal Ibama.

O simulado é considerado pela petroleira estatal como a última etapa do processo de licenciamento em curso para a perfuração de um poço exploratório na região, antes que o Ibama decida se dará sua autorização para a atividade.

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Vale (VALE3): Justiça aprova encerramento de recuperação judicial da Samarco

A Samarco, joint venture da Vale (VALE3) com a BHP, obteve autorização da Justiça de Minas Gerais para o encerramento de seu processo de recuperação judicial, por meio do qual foram reestruturados passivos superiores a R$50 bilhões com aproximadamente 10 mil credores, informou a mineradora nesta terça-feira.

O processo teve início após uma crise gerada pelo rompimento mortal de uma barragem de rejeitos de mineração da companhia em novembro de 2015, em Mariana (MG), que levou a uma paralisação de suas atividades por anos.

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Natura (NTCO3) cai 8%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (12)

A ponta negativa foi liderada por Natura&Co (NTCO3), também em reação aos resultados trimestrais. A varejista teve um lucro líquido de R$ 195 milhões no segundo trimestre de 2025, que reverteu o prejuízo de R$ 859 milhões registrado no mesmo período do ano anterior.

Embora a linha tenha sido positiva, analistas avaliaram o balanço como misto.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (12):

> Natura&Co (NATU3): -7,98%, a R$ 8,65

> TIM (TIMS3): -2,43%, a R$ 22,08

> Brava Energia (BRAV3): -1,89%, a R$ 19,70

> Minerva (BEEF3): -1,79%, a R$ 4,93

> WEG (WEGE3): -1,64%, a R$ 36,61

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BTG Pactual (BPAC11) dispara 13% com balanço do 2T25; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (12)

As ações do BTG Pactual (BPAC11) e da  Sabesp (SBSP3) lideraram a ponta positiva do Ibovespa em reação aos balanços do segundo trimestre (2T25).

Em destaque, o banco registrou um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,2 bilhões entre abril e junho, disparada de 42% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado também superou o esperado do consenso da Bloomberg, que aguardava R$ 3,64 bilhões.

Já o ROE, que mede o retorno sobre o patrimônio líquido, ficou em 27,1% no ano, salto de quatro pontos percentuais. Dessa forma, o BTG ultrapassou o Itaú (ITUB4) no quesito rentabilidade, que chegou a 23,3% nesse trimestre.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (12): 

> BTG Pactual (BPAC11): +13,12%, a R$ 45,27

> Sabesp (SBSP3): +10,61%, a R$ 122,74

> Assaí (ASAI3): +7,18%, a R$ 10,45

> Vamos (VAMO3): +4,80%, a R$ 4,15

> Ultrapar (UGPA3): +4,65%, a R$ 17,11

Ibovespa sobe mais de 1% com disparada de BTG Pactual (BPAC11); dólar cai a R$ 5,38 após dados de inflação

O Ibovespa (IBOV) avançou mais de 2 mil pontos com uma combinação de fatores: dados de inflação abaixo do esperado no Brasil e nos Estados Unidos, reação a balanços corporativos, forte desempenho das blue chips e recordes em Wall Street.

Nesta terça-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com alta de 1,69%, aos 137.913,68 pontos. Durante a sessão, o Ibovespa chegou a subir mais de 2% e operar no nível dos 138 mil pontos. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (12) em alta de 1,67%, aos 137.888,87 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar fecha a R$ 5,38, no menor nível em 14 meses, com dados de inflação no Brasil e nos EUA

O dólar voltou a perder força ante moedas globais e emergentes com dados de inflação nos Estados Unidos e no Brasil. 

Nesta terça-feira (12), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3870, com queda de 1,01% — no menor nível em 14 meses. 

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>> Wall Street: S&P 500 e Nasdaq renovam recordes históricos
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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,3870, com queda de 1,01%
Indústria de suco de laranja do Brasil terá perdas com tarifas dos EUA sobre subprodutos

Os exportadores brasileiros de subprodutos do suco de laranja sofrerão uma queda acentuada da receita devido à tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos a muitos dos produtos do país no início de agosto, afirmou a associação de exportadores CitrusBR nesta terça-feira (12).

O impacto econômico pode chegar a R$ 1,54 bilhão, incluindo a tarifa de 50% sobre os subprodutos do suco de laranja e uma taxa de 10% sobre o próprio suco, informou a CitrusBR em comunicado.

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Grupo SBF (SBFG3): Ações sobem após 2T25 em linha; hora de comprar?

O Grupo SBF (SBFG3) reportou resultados em linha com o esperado pelos analistas no segundo trimestre de 2025 (2T25). As ações da companhia reagem com alta no pregão desta terça-feira (12).

A dona das marcas Centauro e responsável pela Nike no Brasil, registrou um lucro líquido de R$ 87,2 milhões, alta de 19,1% na base anual. Projeções reunidas pela Bloomberg apontavam para um lucro de R$ 80 milhões.

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BTG (BPAC11) nas alturas: ‘Confiança aumentou para entregar resultado acima do projetado’, diz CFO

O BTG Pactual (BPAC11) embalou e dispara 12% nesta terça-feira (12) após resultados que o colocaram em outro patamar.

Além de renovar o recorde histórico da ação, o lucro — que subiu 42%, para R$ 4,2 bilhões — e o ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) de 27% também quebraram marcas históricas.

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Alívio no prato: Preço dos alimentos freia inflação, mas economista afirma que movimento ‘não é estrutural’

A deflação mais forte que esperado do grupo de alimentos e bebidas corroborou com a surpresa positiva no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho.

A inflação subiu 0,26% no mês, ante expectativa de 0,35% do mercado. O grupo de alimentação e bebidas — que tem o maior peso no índice, de 21,8% — recuou pela segunda leitura consecutiva, com variações de -0,18% em junho e -0,27% em julho.

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