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Tempo real: Ibovespa salta quase 3% com inflação nos EUA; dólar cai a R$ 6,02

15 jan 2025, 6:41 - atualizado em 15 jan 2025, 18:17
ibovespa dólar
Confira o Ibovespa (IBOV) em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) retomou os 122 mil pontos no embalo das bolsas de Nova York após dados de inflação dos Estados Unidos.

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Nesta quarta-feira (15), o principal índice da bolsa brasileira terminou a sessão com alta de 2,81%, aos 122.650,20 pontos. Com o apetite quase generalizado, apenas duas ações que compõem o índice fecharam em queda.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 6,0252 (-0,35%).

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que veio em linha com o esperado e mostrando uma tendência de desaceleração. Embora o CPI não seja o índice inflacionário preferido do Federal Reserve, o índica ajuda o mercado a calibrar suas apostas para a trajetória dos juros norte-americanos.

O cenário doméstico ficou em segundo plano. Entre os destaques, os investidores acompanharam a reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Fernando Haddad para definir vetos da reforma tributária e a notícia de que o governo vai revogar as novas medidas do PIX.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (15) em tempo real:

Ao vivo
Azul (AZUL4) e controladora da Gol (GOLL4) assinam acordo para possível fusão

A Azul (AZUL4) e a Abra, controladora da Gol (GOLL4), confirmaram nesta quarta-feira (15) a assinatura um Memorando de Entendimentos Não Vinculante (MoU) para uma potencial combinação de negócios.

O documento descreve os entendimentos das partes sobre a governança da entidade resultante da operação. Ele reforça o interesse das empresas em continuar as negociações em relação à proposta de troca de ações e demais condições da operação, disseram as companhias.

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Bolsa brasileira tem diamantes ‘a preço de vidro’, diz CIO da Trígono Capital

Formadores de preço estão “demasiadamente pessimistas” e a bolsa está mal avaliada, segundo o CIO da Trígono Capital, Werner Roger. “Nós estamos precificando o mercado acionário a preço de vidro, que basicamente é a questão fiscal, mas temos vários diamantes [entre as ações]”, disse durante o “Onde Investir 2025“, evento promovido pelo Seu Dinheiro, com apoio do Money Times. 

Roger participou de um painel sobre investimentos em ações, ao lado de Bruno Lima, analista sênior do BTG Pactual, e Larissa Quaresma, analista da Empiricus. O evento, que acontece nesta semana com transmissão no canal do Youtube do Seu Dinheiro, também tem painéis sobre macroeconomia, renda fixa, criptomoedas e mercado internacional.

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Even (EVEN3): Vendas líquidas somam R$ 370 milhões no 4T24

A Even (EVEN3) disse nesta quarta-feira (15) que as vendas líquidas do quarto trimestre de 2024 somaram R$ 369 milhões, representando uma VSO (Velocidade de Vendas sobre Oferta) consolidada de 12%. As vendas de estoque no período somaram R$ 212 milhões, com VSO de 11%.

“Em relação ao Faena São Paulo, em resposta a demanda por unidades específicas, antecipamos o lançamento da segunda torre residencial, alcançando VSO de 11%”, disse a companhia.

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Plano & Plano (PLPL3): Vendas líquidas caem no 4T24, mas avançam 10% em 2024

A construtora Plano & Plano (PLPL3) divulgou nesta quarta-feira (15) sua prévia operacional referente ao 4T24.

No que se refere às vendas líquidas 100% do 4T24, houve uma queda de 45,9%, saindo de R$ 1,307 bilhão (4T23) para R$ 707 milhões. Apesar disso, no acumulado de 2024, houve um avanço de 10%, em R$ 3,377 bilhões.

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Cyrela (CYRE3) quase dobra vendas no 4T24 e gera R$ 3,5 bilhões, mostra prévia operacional

A Cyrela (CYRE3) quase dobrou suas vendas, excluindo permuta, no quarto trimestre de 2024 (4T24) em comparação com o mesmo período em 2023, com um crescimento de 93%, para R$ 3,53 bilhões, conforme prévia operacional divulgada nesta quarta-feira (15).

Em lançamentos, o valor geral de vendas (VGV), também excluindo permuta, chegou a R$ 4,88 bilhõe nos últimos três meses de 2024, um avanço de 184% ano a ano.

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Cury (CURY3) reporta avanço de 63,4% no VGV do 4T24, em R$ 1,4 bilhão; veja prévia

A Cury (CURY3) anunciou nesta quarta-feira (15) sua prévia operacional do 4T24, apresentando um VGV (Valor Geral de Vendas) com avanço de 63,4%, a R$ 1,399 bilhão, na base anual. No 4T24, foram lançados 7 empreendimentos, sendo cinco localizados em São Paulo e dois no Rio de Janeiro.

O preço médio das unidades lançadas atingiu R$ 344,7 mil no 4T24, aumento de 25,7% em relação ao 4T23 e aumento de 13,9% se comparado com o 3T24, devido ao mix de produtos lançados neste trimestre.

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Apenas duas ações caíram no Ibovespa nesta quarta-feira (15)

Na ponta negativa, Marfrig e  Klabin foram as únicas quedas na carteira do principal índice da bolsa brasileira. As companhias, por serem mais expostas ao mercado internacional, caíram na esteira do dólar.

Confira o desempenho das ações:

  • Marfrig (MRFG3): -1,76%, a R$ 16,22
  • Klabin (KLBN11): -0,51%, a R$ 21,58
Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (15)

Os papéis de Hapvida ganharam destaque e lideraram os ganhos do Ibovespa, com alta acima de 10%. O desempenho foi impulsionado pelo alívio na curva de juros.

Entrou também no radar as audiências públicas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre as mudanças anunciadas em dezembro. Ontem (14), a ANS definiu as datas das audiências sobre a política de preços e reajustes dos planos de saúde para os dias 28 e 29 de janeiro.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (15):

  • Hapvida (HAPV3): +10,45%, a R$ 2,43
  • Vamos (VAMO3): +9,44%, a R$ 4,87
  • Yduqs (YDUQ3): +8,37%, a R$ 9,19
  • IRB (Re) (IRBR3): +8,34%, a R$ 51,05
  • CVC (CVCB3): +7,88%, a R$ 1,78
Ibovespa dispara quase 3% e retoma os 122 mil pontos com inflação ‘mais fraca’ nos EUA; dólar cai a R$ 6,02

O Ibovespa (IBOV) teve a terceira alta consecutiva puxada, dessa vez, por dados nos Estados Unidos — que aumentaram as chances de mais cortes nos juros norte-americanos pelo Federal Reserve neste ano.

Nesta quarta-feira (15), o principal índice da bolsa brasileira terminou a sessão com alta de 2,81%, aos 122.650,20 pontos. Com o apetite quase generalizado, apenas duas ações que compõem o índice fecharam em queda.

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Hypera (HYPE3): Goldman Sachs diminui em 32% a expectativa de lucro para 2025

O Goldman Sachs ajustou suas projeções para o ano de 2025 e diminuiu as expectativas de lucro líquido da Hypera (HYPE3) em 32%, a R$ 1,0 bilhão. A recomendação se mantém neutra, com o preço-alvo ajustado para R$ 23, ante R$ 27.

A revisão considera a taxa básica de juros mais alta do que projetado anteriormente e a uma queda de aproximadamente 4,5 p.p na margem Ebitda para 2025. As despesas de vendas, administração e marketing devem se manter praticamente estáveis em termos nominais, mas o mix de produtos é mais fraco, com menor participação de produtos de maior margem, segundo o banco.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (15) em alta de 2,81%, aos 122.649.88 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Bolsas de NY fecham em forte alta após dado de inflação elevar aposta de corte nos juros pelo Fed

Nos Estados Unidos, as bolsas de Wall Street reagiram ao Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês), que veio mais fraco do que o esperado.

CPI subiu 0,4% em dezembro e fechou 2024 a 2,9%. Já o núcleo, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, recuou para 0,2% no mês passado e para 3,2% no ano.

Ontem (14), Índice de Preços ao Produtor (CPI, na sigla em inglês) PPI avançou 0,2% em dezembro, após avanço de 0,4% em novembro. Os economistas consultados pela Reuters haviam previsto alta de 0,3%. No período de 12 meses até dezembro, o índice acelerou para 3,3%, após aumento de 3,0% em novembro.

Após os dados mais fracos, o mercado aumentou as apostas de maior afrouxamento monetário pelo Federal Reserve ao longo do ano. Os traders agora veem 30,5% de chance de o Fed reduzir os juros para a faixa de 3,75% a 4,00% neste ano, segundo a ferramenta de monitoramento FedWatch, do CME Group. Antes do CPI, a aposta de redução era de 25,5%. Atualmente, os juros estão entre 4,25% a 4,50%.

Para este mês, as apostas majoritárias são de manutenção dos juros. O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed se reúne entre os dias 28 e 29 — com a divulgação da decisão e entrevista coletiva com o presidente do Fed, Jerome Powell.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +1,83%, aos 5.949,91 pontos;
  • Dow Jones: +1,65%, aos 43.221,55 pontos;
  • Nasdaq: +2,45%, aos 19.511,23 pontos.
XP terá uma nova sede em São Paulo

A XP Inc. informou nesta quarta-feira (15) que terá um segundo escritório, agora no edifício Luna, na Chácara Santo Antônio.

O grupo, atualmente sediado no Itaim Bibi, próximo à Faria Lima, no Corporate Towers, ainda manterá parte da equipe no local. No entanto, a maioria dos colaboradores ocupará os 12 mil metros quadrados alugados no edifício Luna, cuja conclusão está prevista para o segundo semestre deste ano.

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Risco fiscal: Adiar a reforma do Imposto de Renda é medida factível para melhorar contas públicas, diz Bruno Funchal

Para o CEO da Bradesco Asset Management e ex-Secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, adiar a reforma do Imposto de Renda (IR) é uma medida factível para melhorar o cenário macroeconômico brasileiro.

Empresas dos Estados Unidos estão otimistas, mas sinalizam preocupações, mostra pesquisa do Fed

A atividade econômica dos Estados Unidos aumentou de forma leve a moderada no final de novembro e em dezembro, informou o Federal Reserve nesta quarta-feira, com o emprego em alta e os preços subindo moderadamente em meio a preocupações sobre o possível impacto das políticas do presidente eleito Donald Trump.

Os resultados, que se baseiam em informações de contatos comerciais e comunitários de cada um dos 12 bancos regionais do Fed, fornecem uma visão geral da economia.

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Dados de política monetária dependem de ambiente muito incerto, diz autoridade do Fed

O presidente do Federal Reserve (Fed) de Nova York, John Williams, disse nesta quarta-feira (15) que as futuras ações de política monetária serão orientadas pelos dados econômicos, já que o banco central norte-americano enfrenta um alto nível de incerteza, em grande parte devido a possíveis mudanças nas políticas governamentais.

A autoridade também destacou a alta dos rendimentos dos títulos e disse que não considerava isso um sinal de uma mudança fundamental na visão de investidores sobre as perspectivas de inflação.

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Petróleo salta quase 3% apesar de cessar-fogo entre Israel e Hamas

Os preços do petróleo voltou ao nível de US$ 80 o barril e fechou o dia em tom positivo.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para março, terminaram a sessão com avanço de 2,64%, a US$ 82,03 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Dólar engata mais um dia de perdas e fecha a R$ 6,02

O dólar à vista (USDBRL) engatou mais uma sessão de recuo ante o real, puxada por novos dados de inflação nos Estados Unidos.

Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 6,0252 (-0,35%).

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Receita Federal revoga as novas medidas do Pix após ‘fake news’ e repercussão negativa

Após fake news e repercussões negativas, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, revogou a nova fiscalização do Pix. A decisão aconteceu após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto.

O governo disse que vai investigar e responsabilizar aqueles que disseminaram informações falsas e usaram o nome e símbolo do órgão para dar golpes. No início do mês, a Receita Federal apertou a fiscalização de transferências por Pix, o que abriu margem para uma onda de fake news e golpistas se aproveitando daqueles que utilizam a ferramenta.

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**Dólar à vista fecha a R$ 6,0252, com queda de 0,35%
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