Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS)
RESUMO: O Ibovespa (IBOV) renovou a máxima intradia histórica ao atingir os 134.781,44 pontos nas primeiras horas do pregão, mas não sustentou o tom positivo até o fechamento e interrompeu a sequência de oito altas consecutivas.
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O principal índice da bolsa brasileira fechou o pregão desta sexta-feira (16) com queda de 0,15%, aos 133.953,25 pontos. Na semana, porém, o Ibovespa acumulou alta de 2,56%.
Já o dólar à vista (USDBRL) terminou o dia a R$ 5,4678 (-0,29%). Na semana, a moeda norte-americana caiu 0,86% ante o real.
Por aqui, os investidores repercutiram o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que é considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB). A economia brasileira cresceu 1,37% em junho, ante avanço de 0,41% (dado revisado) de maio.
O resultado ficou acima das expectativas, de crescimento de 0,5% para o mês.
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O mercado também reagiu às declarações de Roberto Campos Neto, atual presidente do Banco Central. Ele disse que a autoridade monetária pode voltar a subir os juros, “caso necessário”.
Além disso, os investidores seguem na expectativa pelas indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o BC, sendo de três novos diretores e do Gabriel Galípolo, atual diretor de Política Monetária, à presidência da autoridade monetária.
No exterior, Wall Street teve a melhor semana de ganhos do ano. Em destaque, o índice S&P 5o0 avançou mais de 4% e registrou o melhor desempenho semanal desde novembro de 2023.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (16) em tempo real:
Ao vivo
18h02
IRB Re (IRBR3) salta 52% e Natura (NTCO3) despenca 16%; confira as maiores altas e quedas da semana
Confira as maiores altas do Ibovespa entre os dias 12 e 16 de agosto:
Magazine Luiza (MGLU3) lidera perdas com avanço dos DIs; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (16)
As ações da Magazine Luiza figuraram como a maior queda do Ibovespa hoje com a abertura da curva de juros brasileira, com o mercado voltando a precificar alta de 0,50 pontos-base no juros em setembro, o que retornaria a Selic a 10,75% ao ano.
Mais cedo, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que os dirigentes da autoridade monetária “estão pronto para aumentar a Selic, caso necessário”.
Ele ainda reafirmou que o BC segue “muito incomodado” com a desancoragem das expectativas, sobretudo de inflação.
Além disso, o avanço da economia brasileira em julho, acima do esperado, trouxe novas preocupações quanto o cumprimento da meta de inflação neste ano. No acumulado dos 12 meses, o IPCA está em 4,5%, no teto da meta de 2024.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (16):
Petz (PETZ3) sobe 9% com acordo de fusão com Cobasi; confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (16)
As ações da Petz lideraram os ganhos do Ibovespa, que chegaram a saltar quase 30% durante a sessão, com o anúncio de um novo acordo para a fusão dos negócios com a Cobasi.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (16):
**Ibovespa fecha em baixa de 0,15%, aos 133.953,25 pontos
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17h14
**NY: S&P 500 tem melhor semana desde novembro de 2023
Entre os índices de Nova York, o S&P 500 avançou mais de 4% na semana — o melhor desempenho desde novembro de 2023. O Nasdaq subiu 5% e o Dow Jones teve ganho acumulado de 3% nos últimos cinco pregões.
17h14
Ibovespa perde os 134 mil pontos com Itaú (ITUB4) e Vale (VALE3), mas sobe 2,5% na semana; dólar cai a R$ 5,46
O Ibovespa perdeu os 134 mil pontos com commodities e bancos (Imagem: Pixabay)
As expectativas para o maior fechamento da história seguem mantidas, ainda que o Ibovespa (IBOV) tenha interrompido a sequência de oito altas consecutivas. A sessão contou com a renovação do recorde já batido na véspera.
Dólar à vista volta a cair e fecha a R$ 5,46; moeda norte-americana recua quase 1% na semana
No exterior, o dólar perdeu força após a inflação dos Estados Unidos e registrou mínima a R$ 5,6170. (Imagem: REUTERS/Dado Ruvic)
Nesta sexta-feira (16), o dólar à vista (USDBRL) estendeu as perdas da véspera com o crescimento da economia brasileira em julho e a expectativa de afrouxamento monetário nos Estados Unidos a partir de setembro.
A moeda norte-americana encerrou o dia a R$ 5,4678, com queda de 0,29%.
**Dólar à vista fecha a R$ 5,4678, com queda de 0,29%
16h56
BBDC4, ITUB4, BBAS3, SANB11: Bancos provam que são a fortaleza da bolsa
Muita gente ficou assustada, com receio da saúde financeira do Bradesco não ser das melhores (Imagem: Montagem com fotos de Marcio Juliboni/Renan Dantas/Divulgação)
Quando me perguntam qual segmento eu considero o mais confiável para investir, costumo responder que gosto do setor bancário. Aqui no Brasil as instituições financeiras são muito resilientes e sabem como ninguém lucrar, independentemente do cenário econômico e político que vivamos. E os balanços do segundo trimestre dos maiores bancos são a prova desta resiliência.
Em 2023 chegamos a ter mais de 70 milhões de brasileiros inadimplentes, o que afetou profundamente o ramo de crédito. Se não bastasse, a fraude das Americanas atingiu em cheio as instituições, principalmente o Bradesco(BBDC4), que é um dos maiores credores da varejista. O Santander(SANB11) também sentiu o baque, mas a pancada foi maior no Bradesco.
Petróleo cai mais de 1% e apaga os ganhos da semana com negociações de cessar-fogo em Gaza
O petróleo voltou a subir com dados econômicos dos Estados Unidos. (Imagem: REUTERS/Stringer/Archivo)
Nesta sexta-feira (16), os contratos futuros de petróleo zeraram os ganhos da sessão anterior — e da semana — com queda de mais de 1% com a renovação da cautela sobre a demanda global da commodity.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, com vencimento para outubro, terminaram o dia com queda de 1,68%, a US$ 79,68 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Na semana, o Brent ficou próximo da estabilidade, com baixa de 0,03%.
O que precisa acontecer para o dólar não voltar a subir demais?
(Imagem: Vladislav Reshetnyak/Pexels)
Nas últimas semanas, o mercado cambial brasileiro tem apresentado flutuações significativas. O dólar, que vinha em trajetória ascendente, atingiu patamares próximos a R$ 5,70 entre junho e julho, e na semana passada ultrapassou a marca de R$ 5,80.
Esse cenário levanta preocupações sobre o ressurgimento de pressões inflacionárias, uma vez que um dólar elevado por um período prolongado tende a causar uma inflação mais alta e persistente.
Minerva (BEEF3): Goldman Sachs eleva estimativa para Ebitda e aumenta preço-alvo da ação após 2T24
O preço-alvo para as ações da Minerva subiram 8%, passando de R$ 7 para R$ 7,55 (Foto: iStock.com/Lukevisuals)
O Goldman Sachsatualizou suas estimativas e elevou seu preço-alvo para as ações da Minerva Foods (BEEF3), após os resultados do segundo trimestre de 2024 (2T24).
O frigorífico reportou lucro líquido de R$ 95,4 milhões no 2T24, queda de 21% na comparação com o 2T23. O banco elevou sua estimativa para o Ebitda em 3% entre 2024 – 2026, impulsionado por volumes maiores do que o esperado e melhor disponibilidade de animais.
Azzas 2154 (AZZA3) cai 5% após Investor Day; veja o que dizem analistas
Azzas 2154 performa entre as maiores baixas do Ibovespa após Investor Day (Imagem: Montagem/Money Times)
A Azzas 2154 (AZZA3), empresa resultado da fusão entre Arezzo e Grupo Soma, está entre as maiores quedas do Ibovespa (IBOV) desde o início do pregão desta sexta-feira (16). O movimento ocorre após o primeiro Investor Day do resultado da combinação dos negócios.
Os papéis da companhia encerraram o pregão com recuo de 5,27%, a R$ 51,10.
Selic a 12%? ASA amarga projeções para a taxa de juros e vê ‘mini ciclo’ de alta à frente
ASA vê ‘mini ciclo’ de alta da Selic à frente (Imagem: Getty Images)
A ASA Asset atualizou suas expectativas para a Selice vê, agora, um novo “mini ciclo” de elevação dos jurosà frente. “O endurecimento do discurso dos diretores do Banco Central indica esforço conjunto na tentativa de retomar a credibilidade perdida, o que nos levou a mudar o cenário”, dizem.
A instituição financeira espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) eleve a taxa em 0,25 ponto percentual (p.p.) em setembro e em 0,50 p.p. nas reuniões de novembro e dezembro. Com isso, a Selic deve fechar 2024 em 11,75%.
Durante discurso na cerimônia de inauguração do Centro de Oncologia e Hematologia do Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, Lula disse que se não fosse o Sistema Único de Saúde (SUS) durante a pandemia, a situação teria sido muito pior no país.
Ibovespa perde os 134 mil pontos após renovar máxima histórica intradia
O Ibovespa perdeu o fôlego após renovar a máxima intradia e opera em queda. O índice cai 0,15%, aos 133.954 pontos.
O tom negativo é puxado pela abertura da curva de juros, que pressiona os ativos cíclicos — ou seja, as ações mais sensíveis aos juros como o setor de consumo.
Além disso, o mercado precifica uma possível alta na taxa básica de juros, a Selic, após declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
15h34
Vale (VALE3): BTG corta preço-alvo com situação da China; veja as novas projeções
O banco também reduziu as projeções do Ebitda, que mede o resultado operacional, em 12% para 2024 e 15% para 2025 (Imagem: Reuters/Washington Alves)
Em meio à fraqueza do minério de ferro, o BTG cortou o preço-alvo das ADRs da Vale (VALE3) de US$ 16 para US$ 12, mostra relatório enviado a clientes. Segundo o banco, a situação macro da Chinadeteriorou-se e tornou-se um obstáculo adicional para a situação da equidade.
Nesta sexta, os contratos futuros do minério de ferro caíram pela quinta sessão consecutiva. Os preços caminham para uma segunda semana de perdas, com o sentimento de baixa prevalecendo depois que os preços do aço mais fracos do que o esperado na China prejudicaram a perspectiva de demanda do minério.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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