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Tempo real: Ibovespa recua 3,34% em semana pré-carnaval, com Gleisi e EUA; dólar sobe a R$ 5,91

28 fev 2025, 6:30 - atualizado em 28 fev 2025, 18:33
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Ibovespa (IBOV) fechou o dia em queda em dia de baixa liquidez pré-carnaval. O mercado ainda reagiu ao anúncio de que a presidente do PT Gleisi Hoffmann ocupará a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência.

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Nesta sexta-feira (28), o principal índice da bolsa brasileira fechou em baixa de 1,54%, a 122.877,67 pontos, segundo dados preliminares. Na semana, o Ibovespa caiu 3,34% e no mês, recuou 2,58%.

dólar à vista hoje fechou em alta de 1,50%, aos R$5,9165 — maior cotação de fechamento desde 24 de janeiro, quando encerrou em R$5,9182. A semana foi ruim para o real, com o dólar acumulando alta de 3,25%. No mês a moeda norte-americana ainda acumulou ganhos de 1,39%.

Durante a tarde, o bate-boca entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, fez o dólar ganhar força em todo o mundo, incluindo no Brasil.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (28) em tempo real:



Ao vivo
Reforma ministerial de Lula isola Haddad e aumenta incerteza sobre política fiscal

As recentes mudanças no ministério feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva podem aumentar o isolamento do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, dentro de um governo em que disputas internas alimentam incertezas sobre a política econômica e temores de uma guinada populista para reavivar a popularidade em queda.

Apesar de manter alguns defensores entre ministros e no Congresso, Haddad tinha o então ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, como seu aliado mais forte dentro do Palácio do Planalto e no entorno mais próximo a Lula, em meio a uma disputa que o coloca em lado oposto ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, de acordo com fontes com conhecimento das conversas dentro do governo.

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AgroGalaxy (AGXY3) submete proposta de grupamento de ações na proporção 15:1

Agrogalaxy (AGXY3), que está em recuperação judicial, submeteu nesta sexta-feira (28) uma proposta de grupamento da totalidade das ações ordinárias.

A proposta de grupamento tem por objetivo principal o enquadramento da cotação das ações ordinárias de emissão da companhia em valor igual ou superior a R$ 1,00 por unidade

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Ibovespa recua 3,34% em semana pré-carnaval, com Gleisi e EUA; dólar sobe a R$ 5,91

Ibovespa (IBOV) fechou o dia em queda em dia de baixa liquidez pré-carnaval. O mercado ainda reagiu ao anúncio de que a presidente do PT Gleisi Hoffmann ocupará a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência.

Nesta sexta-feira (28), o principal índice da bolsa brasileira fechou em baixa de 1,54%, a 122.877,67 pontos, segundo dados preliminares. Na semana, o Ibovespa caiu 3,34% e no mês, recuou 2,58%.

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Como fica o tempo no Carnaval? Clima ajuda algumas áreas produtivas

O clima do Brasil está sob a condição de um bloqueio atmosférico, que impede o avanço das frentes frias para o interior do país.

“As frentes frias chegam na altura da Argentina, Uruguai e encostam no Rio Grande do Sul, provocando alguma nebulosidade, chuva no extremo sul do Brasil, mas logo se deslocam para alto-mar. Para esse Carnaval, a expectativa é de bastante calor e praticamente sem chuva em grande parte do Brasil“, explica Desirée Brandt, meteorologista e sócia-executiva da Nottus Meteorologia.

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Dólar nas alturas: Escolha de Gleisi leva moeda a R$ 5,92

O dólar fechou a sexta-feira com forte alta no Brasil, novamente acima dos R$ 5,90, com investidores adotando posições defensivas antes do Carnaval e avaliando negativamente a indicação de Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais do governo.

Durante a tarde, o bate-boca entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, também fez o dólar ganhar força em todo o mundo, incluindo no Brasil.

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Taxas dos DIs disparam após indicação de Gleisi para secretaria e bate-boca na Casa Branca

SÃO PAULO (Reuters) As taxas dos DIs dispararam nesta sexta-feira em meio ao desconforto dos investidores com a indicação de Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais do governo, em movimento amplificado ao longo da tarde após bate-boca público entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy.

O conflito entre Trump e Zelenskiy fez o dólar — considerado um ativo de segurança — ganhar força, inclusive em relação ao real, o que ampliou o avanço das taxas futuras no Brasil.

No fim da tarde a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2026 — um dos mais líquidos no curto prazo — estava em 14,96%, ante o ajuste de 14,8% da sessão anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 marcava 15,025%, em alta de 25 pontos-base ante o ajuste de 14,74%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 15,14%, em alta de 32 pontos-base ante 14,818% do ajuste anterior, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 15,12%, ante 14,803%.

As taxas futuras avançaram já na primeira metade do dia, dando continuidade ao movimento mais recente de recomposição de prêmios na curva e com investidores se posicionando para o período de Carnaval no Brasil.

Mas o movimento se intensificou no início da tarde, após o anúncio de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou Gleisi — uma crítica contumaz do Banco Central e da austeridade fiscal — para a pasta de Relações Institucionais, responsável pela articulação com o Congresso.

“Acho que a ida da Gleisi para a articulação política é bem ruim, por alguns motivos. Primeiro, porque a Gleisi faz parte desta área mais radical e retrógrada do PT, ligada a movimentos sociais e sem muita afinidade ou compromisso com ajuste fiscal. Ela é sempre crítica ao que se fala de ajuste fiscal”, ponderou Gustavo Jesus, sócio da RGW Investimentos.

“E esta vaga de articulação política demanda muita capacidade de comunicação e articulação. Você precisa formar consensos, convencer, e a gente sabe que este não é muito o estilo da Gleisi”, acrescentou.

O ambiente ficou ainda mais conturbado após Trump e Zelenskiy discutirem aos gritos no Salão Oval da Casa Branca. O norte-americano insistiu que Zelenskiy está perdendo a guerra na Ucrânia e ameaçou retirar o apoio dos EUA ao país.

“Ou vocês fazem um acordo, ou estamos fora, e se estivermos fora, vocês vão lutar. Não acho que vai ser bonito”, disse Trump. Em resposta, Zelenskiy desafiou o republicano abertamente sobre sua abordagem mais suave em relação ao presidente russo, Vladimir Putin, pedindo para Trump “não fazer concessões a um assassino”.

O bate-boca entre Trump e Zelenskiy estressou os mercados globais, dando força ao dólar. Em reação, as taxas dos DIs também aceleraram: às 15h51 a taxa para janeiro de 2031 atingiu o pico de 15,20%, em alta de 38 pontos-base.

O avanço das taxas era mais intenso no trecho longo da curva — mais impactado pela questão fiscal e onde há grande volume de operações de estrangeiros.

No trecho curto, perto do fechamento a curva brasileira precificava 92% de probabilidade de alta de 100 pontos-base da Selic em março, como vem indicando o BC, e 8% de chances de elevação de 125 pontos-base.

Atualmente a Selic está em 13,25% ao ano e parte das dúvidas do mercado gira em torno do que será feito com a taxa a partir de maio.

Na véspera, o mercado de opções de Copom da B3 precificava 50,00% de probabilidade de alta de 50 pontos-base da Selic em maio, 18% de chances de elevação de 75 pontos-base, 11,50% de probabilidade de alta de 25 pontos-base, 11% de chances de manutenção e 8,00% de chances de nova alta de 100 pontos-base.

No exterior, o dia foi marcado pela queda dos rendimentos dos Treasuries. Além de dados que demonstraram baixa dos gastos do consumidor nos EUA, divulgados mais cedo, os yields reagiram ao episódio envolvendo Trump e Zelenskiy. Às 16h36, o rendimento do Treasury de dez anos — referência global para decisões de investimento — caía 6 pontos-base, a 4,229%.

Zelenskiy e Trump entram em conflito com discussão aos gritos no Salão Oval

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entraram em conflito nesta sexta-feira, com Zelenskiy questionando a inclinação de Trump em direção à Rússia e Trump acusando-o de ser desrespeitoso, conforme suas diferenças explodiam em uma discussão aos gritos.

Trump afirmou que Zelenskiy “não está pronto para a paz se a América estiver envolvida”, em um post na Truth Social, após a reunião entre os líderes.

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>> Ibovespa amplia quedas para 1,24%, a 123.256 pontos
Ibovespa amplia queda com fator Gleisi; entenda

O Ibovespa, que já tinha um dia fraco diante da baixa liquidez pré-carnaval, ampliou as perdas após o Governo Lula anunciar Gleisi Hoffmann para ocupar a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência no lugar de Alexandre Padilha, que foi deslocado para o Ministério da Saúde.

Por volta das 16h40, o índice caia 1,45%, a 122.986 pontos. Já o dólar disparava 1,40%, a R$ 5,91.

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Lula escolhe Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais; presidente do PT volta à Esplanada após 11 anos

O Governo Federal anunciou oficialmente a escolha da presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, para assumir a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

A pasta era comandada por Alexandre Padilha (PT) em todo o governo Lula III, mas o ministro foi indicado para o Ministério da Saúde no lugar de Nísia Trindade, demitida nesta semana.

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Questão tarifária influencia a perspectiva de crescimento dos EUA, diz analista

A divulgação dos dados de inflação dos Estados Unidos (EUA) movimenta os mercados nesta sexta-feira (28). O índice de preços (PCE) subiu 0,3% em janeiro, dentro das expectativas, mas uma queda nos gastos com consumo causa preocupação no mercado.

Para Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, medidas do presidente Donald Trump podem estar impactando os números. Em entrevista ao Giro do Mercado, o especialista afirmou que o mercado vive um momento de instabilidade devido à frequente mudança nos anúncios de Trump em relação às tarifas para parceiros comerciais.

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Bolsas Europeias: Ações fecham em alta; STOXX 600 cai 0,11%, a 556,48 pontos

Confira o fechamento dos principais índices:

> FTSE 100 (Londres): +0,61%, aos 8.809,30 pontos.

> Índice DAX (Frankfurt): +0,63%, aos 22.561,91 pontos.

> Índice CAC 40 (Paris): +0,11%, aos 8.111,63 pontos.

Fleury (FLRY3) deve manter capex equivalente a 6%-7% da receita em 2025, diz CFO

Os investimentos (capex) do Fleury (FLRY3) devem seguir equivalentes a 6% ou 7% da receita anual do grupo de medicina diagnóstica este ano, conforme observado em anos anteriores, disse o diretor financeiro do grupo, José Antonio Filippo, em teleconferência com analistas nesta sexta-feira.

“Em 2024, nós tivemos investimento de R$488 milhões… isso representou 6,4% da receita líquida. Quando a gente olha o ano anterior (em base proforma)… o capex seria representado também por 6,4%, o mesmo valor em relação à receita”, afirmou Filippo, quando perguntado sobre perspectivas para investimentos em 2025.

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Petrobras (PETR4) vai incluir mais 4 navios em seu plano, elevando contratações para 48, diz CEO

A Petrobras (PETR4) vai incluir a contratação da construção, até 2026, de mais quatro navios em seu plano de negócios, o que elevaria para 48 o número de novas embarcações para apoiar suas operações, disse a presidente da companhia Magda Chambriard, à Reuters.

O reforço da frota de navios da Petrobras acontece diante da expectativa de um crescimento da produção de petróleo no mar nos próximos anos, com a entrada de mais unidades no campo gigante de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos.

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Giro do Mercado

🔴 Tarifas de Trump e inflação dos EUA (PCE) são destaques do dia; acompanhe o Ibovespa (IBOV) hoje

No Giro do Mercado de hoje, o foco está nos desdobramentos da política econômica dos Estados Unidos e seus impactos. Paula Comassetto e Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, comentam os números do Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE) de janeiro — o indicador inflacionário preferido do Federal Reserve.

Outro destaque é o impacto das novas tarifas anunciadas pelo presidente Donald Trump. As taxas de 25% sobre produtos do México e do Canadá entram em vigor no dia 4 de março, enquanto a tarifa sobre produtos chineses foi dobrada para 20% — medida tomada como resposta à ausência de propostas da China para conter a oferta de fentanil.

Quais serão os reflexos dessas decisões no mercado global e no Ibovespa? E como a inflação dos EUA pode influenciar as políticas monetárias daqui para frente?

Acompanhe AO VIVO:

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Eletrobras (ELET3): Ação dispara com gatilho do Governo Lula

A Eletrobras (ELET3; ELET6) lidera as altas dessa sexta-feira do Ibovespa após ter chegado a acordo com o Governo Lula. Desde o início do mandato, em 2023, o governo questiona a empresa, que foi privatizada no Governo Bolsonaro, sobre a quantidade de assentos no conselho.



Pelo acordo fechado, o governo passará a ter maior representatividade no conselho da Eletrobras, enquanto a companhia deixará de ter obrigação de aportar recursos para a construção da usina nuclear de Angra 3 caso o projeto siga adiante.

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Wall Street abre com fraqueza após dados de inflação em linha com o esperado

Os principais índices de Wall Street mostravam fraqueza na abertura desta sexta-feira depois que dados mostraram que a inflação subiu como esperado em janeiro, enquanto as preocupações de que as políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, possam alimentar ainda mais as pressões sobre os preços mantinham os investidores cautelosos.

O Dow Jones Industrial Average subia 0,05% na abertura, para 43.259,84 pontos. O S&P 500 recuava 0,08%, a 5.856,74 pontos, enquanto o Nasdaq Composite caía 0,36%, para 18.477,171 pontos.

Ibovespa (IBOV) de folga: Bolsa de valores não terá pregão durante o Carnaval; veja quando volta

Durante o Carnaval, dias 3 e 4 de março, o Ibovespa (IBOV) não terá pregão. Além disso, a negociação e conformação dos investimentos no Tesouro Direto também será interrompida.

Contudo, tanto a B3 quanto o Tesouro, retornam com a operações na Quarta-feira de Cinzas (5), a partir das 13h.

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>> FGV: Indicador de Incerteza recuou 6,1 pontos em fevereiro, a 110,8 pontos
>> Eletrobras (ELET3; ELET6) avança após acordo com o governo
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