Tempo Real

Tempo real: Ibovespa sobe e bate os 150 mil pontos pela 1ª vez com Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3); dólar cai

03 nov 2025, 6:30 - atualizado em 03 nov 2025, 18:10
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) renovou os recordes intradia e de fechamento no nível dos 150 mil pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta segunda-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão em alta de 0,61%, aos 150.454,24 pontos. Foi a nona sessão consecutiva de ganhos e sendo a sexta vez que o índice fecha em novo recorde nominal histórico. O maior nível de fechamento anterior foi registrado na última sexta-feira (31), aos 149.540,43 pontos. 

Esse foi o 20º recorde do Ibovespa em 2025.

Durante a sessão, o índice também renovou o recorde intradia aos 150,7 mil pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3574, com leve queda de 0,43%

Por aqui, os investidores operaram na expectativa da decisão do Copom. A expectativa do mercado é manutenção da Selic a 15% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pela sexta semana consecutiva, os economistas consultados pelo Banco Central (BC) reduziram as projeções para a inflação de 2025, segundo o  o Boletim Focus desta segunda-feira (3).

Dessa vez, a estimativa é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre este ano a 4,55%, ante a projeção de 4,56% da semana anterior.

No exterior, os investidores acompanharam os balanços corporativos e o shutdown dos Estados Unidos.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (3) em tempo real:

Ao vivo
Ibovespa, IDIV e IFIX atingem máximas históricas nominais, mas valorização em dólares ainda tem espaço

Em um movimento marcante para o mercado brasileiro, os índices Ibovespa e IDIV atingiram suas máximas históricas em valores nominais em 3 de novembro de 2025, enquanto o IFIX registrou seu recorde no dia 31 de outubro. Esses números refletem o bom desempenho dos mercados de ações e fundos imobiliários no Brasil, mas a análise em dólares revela uma história mais complexa para investidores estrangeiros.

Segundo levantamento da Elos Ayta, o IDIV também registrou máxima histórica em dólares na mesma data de 3 de novembro de 2025, mostrando consistência na performance de ações pagadoras de dividendos, independentemente da moeda.

Leia mais.

TIM (TIMS3) tem resultado dentro do esperado no 3º tri

O grupo de telecomunicações TIM (TIMS3) anunciou nesta segunda-feira que teve lucro líquido de R$1,2 bilhão no terceiro trimestre, crescimento de 50% sobre o desempenho de um ano antes, com expansão controlada de despesas.

A companhia controlada pela Telecom Italia teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$3,47 bilhões de julho ao final de setembro, 7,2% acima do desempenho de um ano antes.

Leia mais.

Haddad diz esperar US$ 10 bilhões em aportes de países para fundo de proteção de florestas

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira que o Brasil, na presidência da COP30, estabeleceu como meta a captação de US$10 bilhões até o fim deste ano em recursos públicos de países para o Fundo Tropical das Florestas (TFFF, na sigla em inglês), mecanismo voltado à proteção de florestas.

“Se a gente terminar o primeiro ano com US$10 bilhões de recursos públicos, seria um grande feito”, disse em entrevista à imprensa.

Leia mais.

Energisa (ENGI11) conclui aquisição de participação majoritária na Lurean

A Energisa (ENGI11), por meio de sua controlada Ebio, concluiu a aquisição de 52% do capital da Lurean S.A., empresa que atua no tratamento de resíduos orgânicos e na produção de biofertilizantes.

A operação segue a estratégia da Energisa no segmento de biometano, iniciada em 2023 com a aquisição da Agric.

Leia mais.

Ibovespa futuro para dezembro sobe 0,50% e se aproxima de objetivo, nos 153.400 pontos; Dólar futuro recua

O Ibovespa futuro para dezembro (WINZ25), ou mini-índice, subiu 0,50%, aos 152.980 pontos, nesta segunda-feira (3).

Mais cedo, a análise técnica do BTG Pactual já apontava que o movimento comprador segue definido no curto prazo.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Cacau avança mais de 6% na ICE, açúcar e café também sobem

Os contratos futuros do cacau na bolsa ICE ganharam mais de 6% nesta segunda-feira (3(, após a inclusão do ingrediente para fabricação de chocolate em um importante índice dos mercados de commodities, enquanto o café e o açúcar também subiram.

O cacau negociado em Nova York subiu US$408, ou 6,6%, para US$6.559 a tonelada métrica.

Leia mais.

BB Seguridade (BBSE3) bate expectativas com lucro de R$ 2,6 bilhões no 3T25, alta de 13%

A BB Seguridade (BBSE3) lucrou R$ 2,6 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 13% em relação ao mesmo período do ano passado, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (3).

A cifra ficou acima das expectativas da Bloomberg, que esperava R$ 2,2 bilhões.

Leia mais.

Iochpe-Maxion (MYPK3) compra 50% de fabricante na Argentina; veja valores

A Iochpe-Maxion (MYPK3) quer ampliar sua presença na Argentina e, para isso, comprou 50% da Polimental, fabricante de rodas de alumínio localizada no país vizinho.

Segundo o documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (3), o preço de aquisição será pago da seguinte forma:

Leia mais.

Marcopolo (POMO4) estende perdas e cai quase 9%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (3)

A ponta negativa foi liderada por Marcopolo (POMO4), ainda com os números do terceiro trimestre (2T25) no radar.

Na visão do Itaú BBA, o recuo das ações após o balanço reforçou as preocupações dos investidores em relação a uma possível inflexão da demanda, impulsionada por uma receita abaixo do esperado e volumes domésticos mais fracos.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (3):

> Marcopolo (POMO4): -8,11%, a R$ 7,25

> GPA (PCAR3): -5,05%, a R$ 3,57

> Hapvida (HAPV3): -2,81%, a R$ 30,40

> Yduqs (YDUQ3): -2,46%, a R$ 13,86

> Totvs (TOTS3): -2,41%, a R$ 43,30

Minerva (BEEF3) sobe mais de 3%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (3)

> Minerva (BEEF3): +2,79%, a R$ 7,38

> Bradespar (BRAP4): +2,70%, a R$ 19,04

> CPFL Energia (CPFE3): +2,64%, a R$ 42,70

> Eneva (ENEV3): +2,62%, a R$ 18,79

> Equatorial (EQTL3): +2,59%, a R$ 37,60

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
XP reduz projeções para Prio (PRIO3), Brava (BRAV3) e PetroReconcavo (RECV3) às vésperas dos resultados do 3T25

A XP Investimentos cortou as projeções para Prio (PRIO3), Brava (BRAV3) e PetroReconcavo (RECV3), ajustando a premissa de Brent para US$ 65 por barril, ante US$ 70, após forte volatilidade nos preços do petróleo em outubro.

Os preços-alvo caíram de R$ 66 para R$ 60 (Prio), de R$ 27 para R$ 20 (Brava) e R$ 22 para R$ 15 (RECV), mas as recomendações de compra permanecem, com FCFE projetado em 2027 de 35% (PRIO), 28% (Brava) e 20% (RECV).

Leia mais.

Shell busca alternativas de capitalização na Raízen (RAIZ4) sem obter controle, diz jornal

A Shell está atrás de formas de capitalizar Raízen (RAIZ4), joint venture da empresa junto da Cosan (CSAN3). A informação é do Valor Econômico.

Com sede no Reino Unido, a Shell contratou, segundo fontes escutadas pelo jornal, a empresa britânica Lazard para ajudar na estruturação e reduzir o endividamento da Raízen.

Leia mais.

Ibovespa tem 6º recorde consecutivo e ultrapassa os 150 mil pontos com ‘pesos-pesados’; dólar cai

O Ibovespa (IBOV) começou novembro com o “pé direito” com novos recordes — mais uma vez patrocinados pelos pesos-pesados.

Nesta segunda-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão em alta de 0,61%, aos 150.454,24 pontos. Foi a nona sessão consecutiva de ganhos, sendo a sexta vez que o índice fecha em novo recorde nominal histórico. O maior nível de fechamento anterior foi registrado na última sexta-feira (31), aos 149.540,43 pontos. 

Leia mais.

Juros futuros sobem à espera de manutenção da Selic em 15% ao ano

As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) encerraram a sessão desta segunda-feira (3) com leves ajustes na expectativa pela decisão sobre os juros no Brasil.

No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,16%, em alta de 2 pontos-base ante o ajuste de 13,139% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2035 marcava 13,58%, com elevação de 4 pontos-base ante o ajuste de 13,543%.

Leia mais.

BDRs: Itaú BBA faz 3 trocas na sua carteira com 5 ações gringas para novembro

O Itaú BBA optou por retirar as ações do JP Morgan, Apple e Alphabet da sua carteira BDR para o mês de novembro.

As empresas deram lugar para Palantir, TSMC (Taiwan Semicondutor Manufacturing Company) e Berkshire Hathaway.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (03) em alta de 0,41%, aos 150.157,70 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar cai a R$ 5,35 na expectativa por decisão sobre Selic

O dólar iniciou novembro em modo de espera pela decisão de política monetária no Brasil, em meio a dados de indústria local e no exterior. 

Nesta segunda-feira (3), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,3574, com baixa de 0,43%. 

Leia mais.

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,3574, com queda de 0,43%
Bradesco BBI vê ponto de inflexão para small cap e sugere compra, de olho em potencial de alta de 60%

Para o Bradesco BBI/Ágora Investimentos, a Armac (ARML3) “caminha” para uma nova fase de crescimentos após uma reestruturação. Com isso, o banco “sugere” a compra das ações. 

“A Armac apresentou sinais concretos de recuperação operacional no terceiro trimestre (3T25), marcando um ponto de inflexão em sua trajetória”, afirmaram os analistas André Ferreira e José Ricardo Rosalen, em relatório divulgado nesta segunda-feira (3). 

Leia mais.

Governo Trump pagará auxílio-alimentação reduzido usando fundos de emergência

O governo Trump disse nesta segunda-feira (3) que planeja financiar parcialmente a ajuda alimentar para milhões de norte-americanos, após dois juízes determinarem que sejam usados fundos de contingência para o pagamento dos benefícios em novembro, em meio à paralisação do governo.

O governo apresentou o plano do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) em um processo no tribunal federal de Rhode Island, sob a orientação de um juiz que ordenou, na semana passada, o uso de fundos de emergência para cobrir, pelo menos parcialmente, os benefícios do Programa de Assistência Nutricional Suplementar de novembro.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar