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Tempo real: Ibovespa renova recorde na faixa dos 149 mil pontos; dólar sobe após Caged

30 out 2025, 6:30 - atualizado em 30 out 2025, 17:42
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Os ‘pesos-pesados’ garantiram mais um dia de ganhos ao Ibovespa (IBOV), mesmo com o tom negativo de Wall Street e dados de emprego acima do esperado.

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Nesta quinta-feira (30), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão em alta de 0,10%, aos 148.780,22, com avanço pela sétima sessão consecutiva e sendo a terceira com novo recorde nominal históricoO maior nível de fechamento anterior foi registrado na véspera (29), aos 148.632,93 pontos. 

Esse foi o 18º recorde do Ibovespa em 2025.

Durante a sessão, o índice também renovou o recorde intradia aos 149,2 mil pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3812, com alta de 0,40%

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Por aqui, o mercado acompanharam novos dados do Tesouro e tramitação de propostas fiscais. Os balanços corporativos também dividem as atenções. Em destaque, o Caged mostrou a abertura de 213.002 vagas formais de trabalho em setembro, acima dos 180.750 postos esperados pelo mercado.

No exterior, o acordo entre Estados Unidos e China ficou em linha com o esperado. Os agentes financeiros seguiram precificando a chance de o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) pausar o ciclo de corte nos juros e manter a taxa de referência entre 3,75% a 4,00% na decisão de dezembro.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (30) em tempo real:

Ao vivo
Azul (AZUL4) registra resultado operacional de R$ 376,7 milhões em setembro

A Azul (AZUL4) registrou resultado operacional de R$ 376,7 milhões em setembro de 2025, com margem de 20,6%, segundo informações preliminares e não auditadas apresentadas ao Tribunal de Falências dos Estados Unidos (United States Bankruptcy Court for the Southern District of New York).

Os dados fazem parte do relatório operacional mensal referente ao período de 1º a 30 de setembro, apresentado no contexto do processo voluntário de reestruturação (Chapter 11).

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Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam pagamento de dividendos; confira valores

A Gerdau (GGBR4) e a Metalúrgica Gerdau (GOAU4) informaram que seus Conselhos de Administração aprovaram o pagamento de dividendos, a título de antecipação do dividendo mínimo obrigatório referente ao exercício social de 2025.

A Metalúrgica Gerdau pagará R$ 0,19 por ação ordinária e preferencial, tendo como data-base o dia 10 de novembro de 2025, data ex-direito em 11 de novembro e pagamento em 12 de dezembro.

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Vulcabras (VULC3) anuncia distribuição de R$ 597,6 milhões em dividendos

A Vulcabras (VULC3) aprovou nesta quinta-feira (30) a distribuição de dividendos que somam R$ 597,6 milhões, além de um aumento de capital de até R$ 597,7 milhões, por meio de subscrição privada de ações ordinárias.

Segundo a companhia, o Conselho de Administração aprovou o pagamento de R$ 578,3 milhões em dividendos intercalares, com base no lucro acumulado até 30 de setembro de 2025, e R$ 19,3 milhões em dividendos intermediários, oriundos da reserva de lucros estatutária.

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Multiplan (MULT3): ‘Expansões vão acelerar resultados’, diz CFO, após lucro de R$ 221 milhões

Multiplan (MULT3) encerrou o terceiro trimestre (3T25) com lucro líquido de R$ 221 milhões, um recuo de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado, segundo o CFO, Armando d’Almeida Neto, já era “amplamente esperado” e reflete a estratégia de recompra de ações adotada pela companhia no fim de 2024.

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Ibovespa futuro sobe 0,30% e deve buscar 152 mil pontos; Dólar futuro avança

O Ibovespa futuro para dezembro (WINZ25), ou mini-índice, fechou esta quinta-feira (30) em alta de 0,30%, aos 151.745 pontos, com movimento comprador seguindo.

Mais cedo, a análise técnica do BTG Pactual já apontava uma tendência positiva. Para os analistas do banco, o próximo objetivo projetado está na região dos 152.100 pontos. Já as médias de 21 e 50 períodos (gráfico de 60 minutos) atuam como suportes dinâmicos, sendo o primeiro em 150.730.

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Multiplan (MULT3) lucra R$ 221 milhões no 3T25, queda de 21%

A Multiplan (MULT3) registrou lucro líquido de R$ 221 milhões no terceiro trimestre (3T25), queda de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme balanço divulgado nesta quinta-feira (30).

O resultado ficou levemente abaixo do esperado pelo consenso da Bloomberg, que projetava cerca de R$ 228 milhões no período.

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Vale (VALE3) lucra US$ 2,7 bilhões no 3T25, alta de 11% e acima das projeções

A Vale (VALE3) registrou lucro líquido de US$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior e acima das estimativas do mercado, de US$ 2,1 bilhões, segundo a LSEG.

A receita líquida de vendas somou US$ 10,4 bilhões, crescimento de 9% na comparação anual e em linha com o esperado, enquanto o Ebitda ajustado avançou 21%, para US$ 4,37 bilhões, também conforme projetado. A margem Ebitda proforma subiu de 39% para 42%.

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Metalúrgica Gerdau (GOAU4) lucra R$ 1,09 bilhão no 3T25 e anuncia R$ 188,8 milhões em dividendos

A Metalúrgica Gerdau (GOAU4) registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,09 bilhão no terceiro trimestre de 2025 (3T25), uma queda de 24,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando havia somado R$ 1,44 bilhão. O lucro por ação foi de R$ 0,38, recuo de 13,6% frente ao 3T24.

A receita líquida da companhia atingiu R$ 17,98 bilhões, alta de 3,5% na comparação anual, impulsionada por maior volume de vendas. Já o Ebitda ajustado totalizou R$ 2,73 bilhões, uma queda de 9,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024 — a margem Ebitda passou de 17,3% para 15,2% em um ano.

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Gerdau (GGBR4) vê lucro líquido cair 24% no ano, com impacto do Brasil

A Gerdau (GGBR4) registrou um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no terceiro trimestre de 2025 (3T25), uma queda de 24% frente ao R$ 1,43 bilhão do mesmo período do ano passado. 

O recuo da última linha aconteceu mesmo após a receita líquida da Gerdau ter crescido — com uma alta de 3,5% na mesma base, chegando a R$ 17,9 bilhões. 

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China promete impulsionar comércio agrícola com EUA; Trump diz que Pequim compraria volumes “enormes” de soja

A China se comprometeu a expandir o comércio agrícola com os Estados Unidos e o presidente Donald Trump disse que Pequim compraria volumes “enormes” de soja, mas nenhum deles deu detalhes específicos, decepcionando os investidores que esperavam um retorno das compras antes robustas.

Trump disse a repórteres a bordo do Air Force One nesta quinta-feira (30), após uma reunião com o presidente Xi Jinping, que a China começaria a comprar “enormes quantidades de soja e outros produtos agrícolas imediatamente”.

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Juros futuros avançam em toda a curva com Caged mais forte do que o esperado e Fed ainda no radar

As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) encerraram a sessão desta quinta-feira (30) em alta em toda a curva, ainda com o mercado repercutindo a decisão de política monetária dos Estados Unidos após o Federal Reserve (Fed) colocar em dúvida uma nova redução em dezembro e dados de emprego no Brasil acima do esperado para setembro.

No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,235%, em alta de 7 pontos-base ante o ajuste de 13,161% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2035 marcava 13,65%, com elevação de 5 pontos-base ante o ajuste de 13,604%.

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Congresso aprova MP de energia, que inclui térmicas a carvão e preço de referência do petróleo

O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (30) a Medida Provisória 1.304, que trata de temas dos setores elétrico e de gás, com propostas que beneficiam a contratação de termelétricas a carvão e biomassa e sem a criação de uma nova cobrança para a geração distribuída solar.

Mais cedo, deputados aprovaram o texto-base da MP em votação simbólica, horas depois de o relatório ter sido aprovado em comissão mista. Alguns pontos considerados mais polêmicos foram destacados e votados em separado.

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Amazon (AMZN) dispara 10% após superar estimativas de crescimento da computação em nuvem

A ação da Amazon.com (AMZN) subiu mais de 10% nas negociações após o fechamento dos mercados, impulsionada pelo forte desempenho da divisão de computação em nuvem, Amazon Web Services (AWS), e pela perspectiva de margens mais robustas nos próximos trimestres.

Apesar de prever uma receita trimestral abaixo das estimativas de Wall Street, prejudicada pelo ritmo mais fraco do varejo, a companhia apresentou um avanço expressivo da AWS, cuja receita cresceu 20% no terceiro trimestre, superando as projeções de 17,95%.

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Bradesco (BBDC4) cai 4% com balanço; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (30)

Bradesco (BBDC4), que também é um ‘peso-pesado’ do Ibovespa, liderou a ponta negativa também repercutindo o resultado do 3T25. O banco reportou lucro recorrente de R$ 6,2 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Um dos pontos de atenção foi a alta das provisões para créditos duvidosos, que disparou 20% no ano, a R$ 9,4 bilhões — número 5% acima da estimativa do BTG Pactual.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (30):

> Bradesco PN (BBDC4): -3,88%, a R$ 18,10

> Bradesco ON (BBDC3): -3,56%, a R$ 15,43

> Braskem (BRKM5): -2,86%, a R$ 6,79

> Gerdau (GGBR4): -2,75%, a R$ 18,72

> Metalúrgica Gerdau (GOAU4): -1,90%, a R$ 10,85

Hypera (HYPE3) sobe quase 5% ainda em reação ao 3T25; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (30)

As ações da Hypera (HYPE3) lideraram os ganhos ainda na esteira dos números do terceiro trimestre (3T25).

Ambev (ABEV3) também se destacou com alta de quase de 5%, em reação ao balanço trimestral. A companhia reportou um lucro líquido ajustado de R$ 3,84 bilhões, crescimento de 7,4% em relação aos R$ 3,58 bilhões do mesmo período de 2024. 

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (30):

> Hypera (HYPE3): +4,95%, a R$ 25,67

> Ambev (ABEV3): +4,66%, a R$ 12,59

> MRV (MRVE3): +4,22%, a R$

> Santander units (SANB11): +2,61%, a R$ 30,61

> Ultrapar (UGPA3): +2,41%, a R$ 21,25

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Ibovespa ignora Wall Street negativa e renova recorde pela 4ª sessão consecutiva à espera de Vale (VALE3); dólar sobe

Os ‘pesos-pesados’ garantiram mais um dia de ganhos ao Ibovespa (IBOV), mesmo com o tom negativo de Wall Street e dados de emprego acima do esperado.

Nesta quinta-feira (30), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão em alta de 0,10%, aos 148.780,22, com avanço pela sétima sessão consecutiva e sendo a terceira com novo recorde nominal histórico. O maior nível de fechamento anterior foi registrado na véspera (29), aos 148.632,93 pontos. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quinta-feira (30) em alta de 0,13%, aos 148.827,89 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

CMN aprova normas para uso de fundo por companhias aéreas

O Conselho Monetário Nacional aprovou nesta quinta-feira (30) normas para permitir o uso de recursos do Fundo Nacional da Aviação Civil para empréstimos a companhias aéreas, regulamentando uma medida aprovada pelo Congresso Nacional em 2024.

O Ministério de Portos e Aeroportos informou em nota à imprensa que serão disponibilizados R$4 bilhões para empréstimos com seis linhas de financiamento e taxas de juros de 6,5% a 7,5% ao ano.

Dólar sobe a R$ 5,38 com tom ‘hawkish’ de Powell e Caged acima do esperado

O dólar teve mais um dia de ganhos com investidores agindo com cautela após a decisão de política monetária nos Estados Unidos, de olho no acordo comercial entre Washington e Pequim e no Caged acima do esperado. 

Nesta quinta-feira (30), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,3812, com alta de 0,40%. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,3812, com alta de 0,40%
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