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Tempo real: Ibovespa engata em pessimismo de Wall Street após Fed; dólar recua a R$ 5,15

16 set 2026, 6:00 - atualizado em 16 set 2026, 17:19
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) encerrou as negociações em queda de 0,51%, aos 185.547,66 pontos, em linha com a baixa dos principais índices de Wall Street. Já o dólar à vista fechou a R$ 5,1514, com recuo de 0,07%, na contramão do avanço da moeda norte-americana globalmente.

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O Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) elevou os juros em 25 pontos-base, para a faixa de 3,75% a 4,00% ao ano, em decisão unânime. Essa é a primeira alta desde julho de 2023.

O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) também divulgou novas projeções para os principais indicadores macroeconômicos, sinalizando mais uma alta de mesma magnitude ainda neste ano. Na coletiva, Kevin Warsh reforçou que a inflação está muito alta.

Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Ao vivo
Selic a 13,75%: Como o Ibovespa, os juros futuros e o dólar devem reagir ao Copom

Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,74% ao ano, já assimilada pelos mercados, os investidores tentam antecipar como o Ibovespa deve se comportar no pregão desta quinta-feira (17).

Lá fora, o índice EWZ — fundo que replica o desempenho do índice MSCI Brasil, com as principais ações da bolsa brasileira — subia 1,39%, a US$ 38, por volta das 19h (horário de Brasília). No pregão regular, o índice encerrou com queda de 0,79%, a US$ 37,46.

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Bradesco (BBDC4) abre etapa de sobras em aumento de capital; veja quanto acionistas poderão subscrever

O Bradesco (BBDC3; BBDC4) encerrou a primeira etapa de seu aumento de capital com a subscrição de 402,47 milhões de novas ações, de um total de 604,85 milhões de papéis que poderiam ser emitidos. Com isso, 202,38 milhões de ações ficaram disponíveis para a etapa de sobras.

A operação foi anunciada pelo banco em julho e prevê a captação de pelo menos R$ 8 bilhões. Agora, os acionistas que exerceram o direito de preferência e, no momento da subscrição, manifestaram interesse em adquirir sobras poderão participar da nova etapa.

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Copom deixa porta aberta para um novo corte na Selic em novembro, diz economista-chefe do Bmg

Como esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros de 14% para 13,75% ao ano e, na avaliação do economista-chefe do Banco Bmg, Flávio Serrano, o colegiado repertiu a estratégia de manter o comunicado mais enxuto.

“Tivemos a mesma mensagem da comunicação passada”, afirmou, durante o Giro Especial do Copom, programa do Money Times no YouTube.

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Selic a 13,75% é o fim da linha? Decisão do Copom deixa próximo corte em aberto

O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano, nesta quarta-feira (16), em decisão unânime e amplamente esperada pelo mercado. Se o corte não trouxe surpresa, a comunicação do Banco Central deixou uma pergunta no ar: o ciclo de redução dos juros continua ainda em 2026?

Entre os economistas, as opiniões se dividem. Enquanto Mirae Asset e Lifetime enxergam espaço para a continuidade do ciclo, BV e Santander esperam uma pausa.

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Taesa (TAEE11) elege executiva que já foi uma das mulheres mais poderosas do mundo para presidência do conselho

A Taesa (TAEE11) contará com Andrea Marques de Almeida como nova presidente do conselho de administração, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (16).

Não é qualquer nome. Pouco tempo após se tornar CFO da Petrobras (PETR4), a executiva se surpreendeu ao entrar para a lista das 50 mulheres mais poderosas internacionalmente da ‘Fortune’, em 2019.

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Casas Bahia (BHIA3) leva enquadra da B3 para ações; varejista também esclarece notícia sobre ‘fundo inflado’

A B3 enquadrou a Casas Bahia (BHIA3) para que divulgue um cronograma para o reenquadramento da cotação das ações, cuja regularização deverá ocorrer até 01 de março de 2027.

Desde 21 de julho, as ações da varejista operam abaixo de R$ 1. Norma da bolsa proíbe que os papéis, as chamadas penny stocks, fiquem abaixo de R$ 1 por mais de um mês.

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Selic em 13,75%: Quanto rendem R$ 10 mil na poupança, CDB, LCA, LCI e Tesouro?

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, nesta quarta-feira (16), mais um corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros. Os diretores do Banco Central optaram mais uma vez por ajustar a taxas Selic, ficando agora em 13,75% ao ano.

A pedido do Money Times, Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos, realizou uma simulação de investimento nos principais tipos de produtos ofertados no mercado com a nova taxa de juros.

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Selic a 13,75%: 4 pontos para entender por que o Copom reduziu os juros em 0,25 p.p.

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano, nesta quarta-feira (16). Esta foi a quinta redução dos juros seguida e, mais uma vez, a decisão foi unânime.

O corte também veio em linha com o esperado pelo mercado. Na última atualização, com data de referência da segunda-feira (14), o contrato de Opções de Copom da B3 apontava a chance de 94,5% de o Banco Central (BC) reduzir os juros em 0,25 p.p. Havia ainda 1% de probabilidade de corte maior, de 0,50 ponto percentual, e 3,5% de chance de manutenção a 14% ao ano.

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Lula sanciona lei que institui política nacional de minerais críticos sem vetos

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sancionou nesta quarta-feira, 16, a lei que institui a política nacional de minerais críticos, estratégicos e terras raras. A aprovação da proposta no Congresso neste mês foi fruto de um acordo do petista com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O tema é visto pela campanha de Lula como um ativo eleitoral.

Lula sancionou a lei dos minerais críticos sem vetos, apurou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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O que mudou no comunicado do Copom que reduziu a Selic para 13,75%? Veja a comparação

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic de 14% para 13,75% ao ano nesta quarta-feira (16).

Essa foi a quinta redução consecutiva do Banco Central, em linha com o esperado pelo mercado. A decisão do colegiado foi unânime.

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Copom reduz pela 5ª vez os juros e Selic vai a 13,75% ao ano; veja detalhes

O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 13,75% ao ano na reunião desta quarta-feira (16). A decisão foi unânime. Este é o quinto corte consecutivo do Banco Central, que iniciou o ciclo de flexibilização em março deste ano.

O mercado já apostava em um corte de 0,25 ponto percentual com um ambiente um pouco mais favorável para a inflação, mas mantendo o tom cauteloso em meio à nova escalada do conflito no Oriente Médio e ao preço do petróleo acima dos US$ 100 por barril.

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Avanço da IA é um risco para o mundo? O que pensam governos e líderes do setor de tecnologia

Os líderes do setor de inteligência artificial estão divididos quanto ao ritmo em que as empresas devem desenvolver essa tecnologia cada vez mais poderosa: Dario Amodei, da Anthropic, Sam Altman, da OpenAI, e Elon Musk, da SpaceX, defendem uma desaceleração coordenada, enquanto Mark Zuckerberg, da Meta, é a favor de medidas de proteção orientadas pelo mercado.

Veja a seguir o que alguns líderes da IA e governos mundiais afirmam sobre os riscos associados à IA:

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Intelbras (INTB3) aprova pagamento de JCP; veja quem recebe

A Intelbras (INTB3) aprovou a distribuição de R$ 20 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalentes a R$ 0,06112261897 por ação, segundo comunicado ao mercado.

Terão direito aos proventos os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 21 de setembro de 2026. A partir de 22 de setembro, os papéis serão negociados “ex-JCP”, sem direito ao pagamento anunciado.

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Após decisão do Fed, Trump diz que juros nos EUA deveriam ser ‘de 1% ou menos’ e pede corte ‘rápido’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 16, que as taxas de juros no país deveriam ser de 1% ou menos, pois os EUA têm o melhor crédito do mundo “de longe”. As falas ocorrem após o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) aumentar as taxas em 25 pontos-base (pb), elevando-as para a faixa de 3,75% a 4% ao ano.

“Nosso país está em plena expansão com novos investimentos! Se parássemos de negociar com todos os países com os quais temos déficit – o que inclui a maioria deles -, ganharíamos, no mínimo, US$ 1,5 trilhão por ano”, escreveu Trump na Truth Social.

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Soja sobe em Chicago enquanto operadores aguardam encontro entre Trump e Xi

Os futuros da soja na bolsa de Chicago subiram nesta quarta-feira (16) e atingiram máximas do contrato nos meses mais distantes, impulsionados pelas expectativas de aumento da demanda chinesa.

Os futuros de farelo de soja também atingiram máximas do contrato.

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Presidente dos EUA critica alta nos juros e pede cortes rápidos nas taxas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar a política monetária do país após o Federal Reserve elevar os juros em 25 pontos-base, para a faixa de 3,75% a 4,00%, na tarde de hoje.

Em publicação na rede social Truth, Trump afirmou que as taxas deveriam estar em 1% ou menos, justificando que o país tem o “melhor crédito do mundo — de longe”. “REDUZAM AS TAXAS DE JUROS NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, E RÁPIDO!”, afirmou.

Ele também voltou a relacionar a negociação com países comerciais à taxa de juros. “Se parássemos de negociar com todos os países com os quais temos déficit, que são a maioria, arrecadaríamos, pelo menos, 1,5 trilhão de dólares por ano”, disse.

“Estamos ‘carregando’ quase todos os países do mundo, e isso não pode continuar”, acrescentou.

>> Trump: reduzam as taxas de juros dos EUA, e rápido!
>> Trump: Estamos ‘carregando’ quase todos os países do mundo, e isso não pode continuar
>> Trump: se parássemos de negociar com todos os países com os quais temos déficit, arrecadaríamos 1,5 trilhão de dólares por ano
>> Trump: juros deveriam estar em 1% ou menos
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