Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: Patrícia Monteiro/Bloomberg)
RESUMO: O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (12) em alta de 0,19%, aos 108,4 mil pontos, em dia de inflação e balanços corporativos no radar. O IPCA desacelerou um pouco menos do que a esperado em abril, mas ainda assim a taxa chegou em 12 meses a 4,18%, divulgou o IBGE, contribuindo para uma queda dos juros futuros na ponta mais longa. O dia também foi de repercussão do balanço da Petrobras (PETR4), que ontem divulgou um lucro líquido de R$ 38 bilhões no primeiro trimestre de 2023 e o pagamento de R$ 24,6 bilhões em dividendos. As ações da petroleira subiram mais de 3% no pregão.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
[the_ad id=”616000″]
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados hoje em tempo real. Veja os destaques.
Ao vivo
19h40
PetroRecôncavo (RECV3) registra lucro de R$ 199 milhões no 1T23, queda de 50%
A PetroRecôncavo (RECV3) divulgou seus números do primeiro trimestre de 2023 nesta sexta-feira (12) (Imagem: PetroReconcavo)
A PetroRecôncavo (RECV3) registrou um lucro líquido de R$ 199 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), queda de 50%, conforme divulgou a companhia nesta sexta-feira (12).
Já o Ebitda, que mede o resultado operacional, ficou em R$ 334 milhões, redução de 19%, enquanto a receita ficou estável, com alta de 2%, a R$ 719 milhões.
Petróleo cai com dólar mais forte e temores sobre demanda
O petróleo Brent fechou em queda de 0,81 dólar, ou 1,1%, para 74,17 dólares, enquanto o petróleo nos EUA (WTI) caiu 0,83 dólar, ou 1,2%, para 70,04 dólares (Imagem: REUTERS/Dado Ruvic)
Os preços do petróleo caíram mais de 1% nesta sexta-feira, fechando a terceira semana consecutiva de recuo, após o mercado equilibrar temores relacionados à oferta e renovadas preocupações econômicas nos Estados Unidos e na China.
O petróleo Brentfechou em queda de 0,81 dólar, ou 1,1%, para 74,17 dólares, enquanto o petróleo nos EUA (WTI) caiu 0,83 dólar, ou 1,2%, para 70,04 dólares.
Vibra Energia (VBBR3) tem lucro líquido de R$81 mi no 1º tri, queda de 75,1%
A empresa informou ainda aumento de 3,7% no volume de vendas ante o mesmo trimestre do ano passado, para 9,32 bilhões de litros (Imagem: Linkedin / Vibra Energia)
A Vibra Energia (VBBR3) teve lucro líquido de 81 milhões no primeiro trimestre, queda de 75,1% ante o mesmo período do ano passado, com o resultado sofrendo influência da redução dos preços de derivados de petróleo, informou a empresa nesta sexta-feira.
O valor ficou abaixo de pesquisa da Refinitiv, que previa resultado de 297,2 milhões de reais.
Fundos imobiliários: 5 semanas de bom humor e aluguel em região valorizada de SP
Índice de fundos imobiliários subiu mais uma vez e mantém sequência positiva iniciada antes da Páscoa (Imagem: Tellus Properties)
O fundo imobiliário RBR Properties(RBRP11) acertou a locação de um imóvel em uma das regiões mais valorizadas de São Paulo, reduzindo a taxa de vacância de 35% para 34%.
Em comunicado, o fundo explica que alugou o conjunto 162, ou metade do 16º andar, do Edifício River One, no bairro de Pinheiros. O contrato de locação é de dez anos e o inquilino receberá o imóvel com infraestrutura e mobília, pronta para uso.
Banco do Brasil (BBAS3) elege Gabriel Galípolo para a presidência do Conselho Administrativo
Banco do Brasil elege Gabriel Galípolo para Conselho Administrativo (Imagem: Reprodução/LinkedIn Gabriel Galípolo)
O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou nesta sexta-feira (12) que Gabriel Galípolo foi eleito presidente do Conselho Administrativo. Atual secretário-executivo do Ministério da Fazenda, ele foi indicado para a posição pela União.
A companhia ainda informou que Anelize Lenzi Ruas de Almeida foi eleita para a vice-presidência do conselho. Procuradora da Fazenda Nacional desde 2006, ela também foi indicada pelo acionista controlador do banco.
Banco do Brasil (BBAS3): Gabriel Galípolo é nomeado presidente do Conselho Administrativo
17h48
Petrobras (PETR4): A fala que pode alavancar dividendos (e ações)
Os analistas estão em compasso de espera para entender para qual lado caminhará a máquina de gerar dividendos chamada Petrobras(PETR4).
O mercado já dá como certo que os proventos recordes ficaram para trás, mas há a esperança de que a companhia distribua mais do que o mínimo obrigatório estabelecido por lei (25%).
Dólar tem mais um dia de queda e fica ainda mais perto dos R$ 4,90
O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9223 reais na venda, com queda de 0,29% (Imagem: Pixabay/Engin_Akyurt)
O dólar à vista emplacou a quarta baixa consecutiva ante o realnesta sexta-feira, na contramão do exterior, em um movimento novamente favorecido pelo diferencial de juros entre o Brasil e os demais países, após os novos dados de inflação reforçarem a expectativa de uma taxa Selic ainda elevada no curto prazo.
O dólarà vista fechou o dia cotado a 4,9223 reais na venda, com queda de 0,29%. Na semana, a moeda norte-americana acumulou baixa de 0,43%.
Wall Street: índices recuam com queda de ações de tecnologia e piora da confiança do consumidor
O Dow Jones caiu 0,03%, para 33.300,65 pontos (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)
As ações fecharam ligeiramente em baixa em Wall Street nesta sexta-feira, em movimento liderado por papéis de tecnologiaapós alta recente, enquanto dados mostraram que a confiança do consumidor norte-americano caiu para o menor patamar em seis meses.
O índice Dow Jonesteve queda modesta no quinto dia consecutivo de recuos, a mais longa sequência de perdas do índice em dois meses.
Petrobras (PETR4): Nova regra terá o preço sempre mais baixo que a PPI, diz CEO
CEO da Petrobras, Jean Paul Prates, afirma que nova regra de preços será divulgada (Imagem: REUTERS/Adriano Machado)
A política de paridade de importação (PPI), que leva em conta o valor do dólar e do petróleo, está com os dias contados na Petrobras (PETR4). Nesta sexta-feira (12), o CEO da petrolífera, Jean Paul Prates, confirmou que uma nova fórmula de definição dos preços de combustíveis será anunciada na próxima semana.
Ele disse ainda que, junto a divulgação da nova política de preços, a Petrobras poderá reajustar os valores dos combustíveis. Como o Money Times mostrou, a companhia estuda reduzir o preço da gasolina em R$ 0,30; do diesel, em R$ 0,10; e do GLP, em R$ 15.
Ibovespa chega a 7ª alta consecutiva pela primeira vez desde agosto de 2022
Light (LIGT3) desabou 20% depois de pedir recuperação judicial. (Imagem: Tuane Fernandes/Bloomberg)
O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (12) em alta de 0,19%, aos 108,4 mil pontos, com inflação e balanços corporativos no radar. Na semana, o índice subiu 3,15%.
O pregão de hoje foi o sétimo seguido de ganhos – com avanço acumulado de 6,55% -, marco que não era atingido desde agosto de 2022, quando o Ibovespa teve uma valorização acumulada de 7,84%, de acordo com os dados do TradeMap.
Commodities: USDA eleva projeções para o milho e ‘derruba’ soja na CBOT; trigo tem estoques abaixo do esperado
O Departamento de Agricultura do Estados Unidos publicou seu novo boletim de oferta e demanda, o que mexeu com o mercado das commodities (Imagem: Reuters/Paulo Whitaker)
As principais commoditiesagrícolas fecharam com movimentos distintos para os grãos nas bolsas de Chicago (CBOT) e Nova York (ICE Futures) nesta sexta-feira (12).
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos publicou seu novo boletim mensal de oferta e demanda, que conta com as primeiras projeções para safra 2023/2024.
De olho no boi: China faminta, churrasco das mães, 13º, FGTS e dólar derrubando a ‘boiada’; veja o que mexe no mercado
Analista da Scot ressalta o cenário favorável para o confinador do boi, com queda nos custos e aumento da demanda da China (Foto: Minerva Foods)
O mercado do boi gordo no Brasil enfrenta um cenário de oferta elevada, devido ao ciclo positivo do boigordo que marca o período atual.
Para entender o retrato atual de preços, oferta, demanda e custos, o Agro Times conversou com Felipe Fabbri, analista de mercado e da cadeia de produção animal na Scot Consultoria.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.