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Tempo real: Ibovespa (IBOV) cai aos 118 mil pontos com Vale (VALE3); dólar fecha em alta a R$ 6,18

03 jan 2025, 7:48 - atualizado em 03 jan 2025, 18:13
ibovespa dólar
Confira o Ibovespa (IBOV) em Tempo Real nesta sexta-feira (3). (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) repetiu o desempenho da véspera e fechou a segunda sessão do ano em tom negativo, em meio à baixa liquidez e o enfraquecimento do minério de ferro — que pressionou os pesos-pesados do índices, como a Vale (VALE3).

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Nesta sexta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira recuou 1,33%, aos 118.532,68 pontos. Na semana, mais curta pelo feriado de Ano Novo, o Ibovespa acumulou baixa de 1,45% — a quarta semana consecutiva de quedas. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 6,1821 (+0,32%). Na semana, a moeda norte-americana caiu 0,18% sobre o real. 

No cenário doméstico, as incertezas sobre as contas públicas e a trajetória da dívida continuaram a drenar o risco dos investidores.

Com a agenda do cenário doméstico mais esvaziada, as atenções dos investidores ficam concentradas nos Estados Unidos, com novos dados de atividade industrial mais forte do que o esperado — o que deve refletir em juros elevados por mais tempo.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (3) em tempo real:

Ao vivo
Gol (GOLL4): O tamanho do prejuízo em novembro

Em recuperação judicial, a Gol (GOLL4) registrou mais um mês no vermelho, com prejuízo de R$ 176 milhões em novembro, mas menor do que os R$ 338 milhões de outubro, mostra documento enviado ao mercado nesta sexta-feira (3).

A receita líquida somou R$ 1,7 bilhão no mês, contra R$ 1,6 do mês anterior. Por outro lado, a dívida líquida subiu, a R$ 31 bi, contra R$ 29 bi em relação a outubro.

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Azul (AZUL4) e Usiminas (USIM5) são os destaques do Ibovespa na semana

Com a semana mais curta por conta do feriado de Ano Novo, a bolsa brasileira só operou por três pregões.

Na ponta positiva, Azul liderou os ganhos da semana com a notícia do acordo de dívidas com o governo na última quinta-feira (2). Confira as maiores altas da semana:

  • Azul (AZUL4): +11,61%;
  • CVC (CVCB3): +7,14%
  • Pão de Açúcar (PCAR3): +4,25%.

Já entre as perdas, Usiminas foi a ação com pior desempenho, pressionada pelo minério de ferro. Confira as maiores quedas da semana:

 

Usiminas (USIM5) cai 6% com minério de ferro; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (3)

As ações da Usiminas despontaram como a maior queda do Ibovespa, com o desempenho puxado pelo minério de ferro com alguns traders liquidando posições compradas devido à demanda fraca pela commodity.

O contrato mais líquido da commodity, com vencimento em maio, encerrou as negociações do dia com queda de 2,18%, a 764 yuans (US$ 104,6) a tonelada, o menor valor desde 30 de dezembro, na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (3):

  • Usiminas (USIM5): -6,01%, a R$ 4,85
  • IRB Re (IRBR3): -5,55%, a R$ 42,05
  • Yduqs (YDUQ3): -5,08%, a R$ 8,04
  • RD Saúde (RADL3): -4,41%, a R$ 20,80
  • Braskem (BRKM5): -4,09%, a R$ 11,48
Eneva (ENEV3) sobe mais de 5% e recupera perdas da véspera; confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (3)

A ponta positiva foi liderada por Eneva, que subiu mais de 5% e recuperou parte das perdas da véspera.

Ontem (2), as ações da companhia foram pressionadas pela portaria do Ministério de Minas e Energia (MME) com regras de um leilão de capacidade para térmicas e hidrelétricas — que deve retirar a companhia do certame.

Na avaliação do BTG Pactual, a reação negativa foi “desproporcional” e os papéis ainda apresentam uma “oportunidade bastante assimétrica”.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (3):

  • Eneva (ENEV3): +5,45%, a R$ 10,07
  • São Martinho (SMTO3): +5,17%, a R$ 24,20
  • Azul (AZUL4): +3,02%, a R$ 3,75
  • Alpargatas (ALPA4): +1,42%, a R$ 6,41
  • Lojas Renner (LREN3): +1,25%, a R$ 12,15
Ibovespa engata mais um queda com Vale (VALE3) e atinge menor nível desde novembro de 2023; dólar sobe a R$ 6,18

O Ibovespa (IBOV) repetiu o desempenho da véspera e fechou a segunda sessão do ano em tom negativo, em meio à baixa liquidez e o enfraquecimento do minério de ferro — que pressionou os pesos-pesados do índices, como a Vale (VALE3).

Nesta sexta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira recuou 1,33%, aos 118.532,68 pontos — no menor nível desde novembro de 2023. Na semana, mais curta pelo feriado de Ano Novo, o Ibovespa acumulou baixa de 1,45% — a quarta semana consecutiva de quedas. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a sexta-feira (03) em baixa de 1,33%, aos 118.524,75 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Bolsas de NY fecham em forte alta e interrompem sequência de quedas

Nos Estados Unidos, os investidores continuaram na expectativa pelo início do governo de Donald Trump, com a perspectiva de acirramento de guerras comerciais devido às promessas de tarifas pelo republicano.

Os agentes financeiros também reagiram a novos dados econômicos e declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

O índice de atividade econômica (PMI, na sigla em inglês) da indústria subiu para 49,3 em dezembro, a leitura mais alta desde março, de 48,4 em novembro. O dado foi divulgado pelo Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM). Apesar do avanço, uma leitura do PMI abaixo de 50 indica contração no setor industrial.

Os economistas consultados pela Reuters, por sua vez, previam que o PMI permaneceria inalterado em 48,4. O avanço ‘inesperado’ do setor reforçou as apostas de que os juros devem seguir elevados por mais tempo.

Após o dado, os traders passaram a ver 88,8% de chance de o Federal Reserve (Fed) manter os juros na faixa de 4,25% a 4,50% na próxima decisão, ainda neste mês.

Vale lembrar que na última reunião, o Fed sinalizou apenas dois cortes de juros, de 0,25 pontos percentuais cada, ao longo de 2025.

Hoje (4), o presidente da unidade do Fed de Richmond, Thomas Barkin, disse que os juros seguirão restritivos até que haja mais certeza de que a inflação está retornando à meta de 2%.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +1,26%, aos 5.942,47 pontos;
  • Dow Jones: +0,80%, aos 42.732,13 pontos;
  • Nasdaq: +1,17%, aos 19.621,68 pontos.

Na semana, o Dow Jones e o S&P 500 caíram cerca de 0,50%, enquanto o Nasdaq recuou 0,60%.

Taxas futuras recuam em nova sessão de ajustes devido à agenda vazia

As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) recuaram novamente nesta sexta-feira (3), com a baixa liquidez e a falta de novas notícias e dados econômicos no cenário doméstico permitindo novos ajustes nos prêmios de risco do país, na esteira das correções da véspera.

No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2026 estava em 15,07%, ante 15,191% do ajuste anterior. Já a taxa do contrato para janeiro de 2027 marcava 15,495%, ante o ajuste de 15,706%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2029 estava em 15,34%, ante 15,548% do ajuste anterior, e o contrato para janeiro de 2031 tinha taxa de 15,06%, de 15,257% anteriormente.

Os investidores têm aproveitado as primeiras sessões deste ano, marcadas por uma agenda macroeconômica vazia, para corrigir potenciais exageros nos preços de diversos ativos, incluindo as taxas de juros futuras, com algumas delas acumulando mais de 500 pontos-base de ganhos em 2024.

*Com informações de Reuters

Petróleo avança com China e Oriente Médio no radar; saldo da semana é positivo

Os preços do petróleo estenderam os ganhos da véspera e subiram cerca de 1% nesta sexta-feira (3), ainda com os investidores mais otimistas sobre a economia da China e retomadas das tratativas de cessar-fogo na Faixa de Gaza.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para março, terminaram a sessão com alta de 0,76%, a US$ 76,51 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Na semana, o Brent subiu 3,15%.

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Dólar à vista volta a subir e fecha a R$ 6,18; moeda norte-americana recua na semana

O dólar à vista (USDBRL) recuperou as perdas da véspera e fechou o último pregão da semana — e o segundo do ano — em tom positivo. A moeda ganhou força com o desempenho negativo das commodities metálicas e dados mais fortes do que o esperado para a indústria dos Estados Unidos.

Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 6,1821 (+0,32%).

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**Dólar à vista cai 0,18% na semana ante o real
**Dólar à vista fecha a R$ 6,1821, com alta de 0,32%
AndBank tira duas ações de sua carteira; veja quais

O AndBank realizou duas trocas em sua carteira de ações para o mês de janeiro, retirando a Embraer (EMBR3) e a Sanepar (SAPR4), e incluindo a Gerdau (GGBR4) e a Sabesp (SBPS3) no lugar.

Além dessas, a carteira de janeiro ficou composta por:

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Ouro fecha em queda, mas avança quase 1% na semana

O ouro devolveu parte dos ganhos da véspera e terminou a sessão em leve queda.

O contrato mais líquido, com vencimento em fevereiro, caiu 0,54%, a US$ 2.654,70 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Na semana, o metal precioso acumulou alta de 0,87%.

Em busca de dividendos? Veja as 5 indicações da Planner para janeiro

A Planner promoveu três mudanças em sua carteira recomendada de dividendos para o mês de janeiro, retirando Banco do Brasil (BBAS3), ISA Energia (ISAE4) e Petrobras (PETR4) do portfólio.

No lugar, entram BB Seguridade (BBSE3), Copasa (CSMG3) e Taesa (TAEE11). Além destas, completam a seleção Caixa Seguridade (CXSE3) e Telefônica Brasil (VIVT3).

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Magazine Luiza (MGLU3) cai mais de 3% mesmo após a aprovação de prorrogação da dívida

As ações da Magazine Luiza (MGLU3) operam entre as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (3), mesmo após a companhia informar a aprovação de debenturistas para prorrogar a dívida da varejista em dois anos, do final de 2026 para outubro de 2028.

Os papéis da companhia são pressionados pelo avanço dos juros futuros, em meio à incertezas sobre o cenário fiscal e a trajetória das taxas de juros.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central sinalizou que a Selic deve atingir 14,25% em março — o que deve pressionar ainda mais o consumo.

Às 15h30, MGLU3 recuava 3,27%, a R$ 6,22.

Yduqs (YDUQ3) cai mais de 5% e lidera perdas do Ibovespa

As ações da Yduqs (YDUQ3) lideram a ponta negativa do Ibovespa, em meio ao avanço dos juros futuros e à baixa liquidez dos mercados.

Por volta de 15h30 (horário de Brasília), os papéis da companhia educacional registrava queda de 5,67%, a R$ 7,99.

BTG Pactual tira XPML11 da sua carteira recomendada de FIIs para janeiro; confira a seleção

BTG Pactual realizou duas alterações na sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de janeiro. O XP Malls (XPML11) foi retirado da carteira enquanto houve um aumento na participação do Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11).

Com a chegada de 2025, os analistas do banco fizeram uma retrospectiva do cenário doméstico em 2024. Segundo eles, a economia brasileira demonstrou resiliência na atividade econômica com crescimento do PIB, impulsionado pela queda na taxa de desemprego.

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Sem mudanças? EQI Research mantém mesma carteira para janeiro

A EQI Research continua apostando na Petrobras (PETR4) e no Itaú (ITUB4) como as principais ações da sua carteira recomendada para o mês, compondo 30% de peso somado.

Para o mês de janeiro, a corretora não realizou mudança de peso ou papél em sua carteira recomendada mensal, dado ao atual cenário macroeconômico e juros elevados. ‘Continuamos céticos com uma mudança na realidade’ disse a corretora.

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Autoridade do Fed diz que manteria juros restritivos por mais tempo devido a riscos de inflação

A taxa de juros de referência do Fed deve permanecer restritiva até que haja mais certeza de que a inflação está retornando à meta de 2% do banco central norte-americano, disse o presidente do Federal Reserve de Richmond, Thomas Barkin, nesta sexta-feira.

“Acho que há mais risco de alta do que de baixa” para a inflação, dada a força contínua da economia e a possibilidade de novas pressões sobre os salários e outros preços, disse Barkin.

“Eu me coloco no campo de querer permanecer restritivo por mais tempo, em oposição à outra escola, que seria que já terminamos, então por que não reduzir os juros para o nível neutro?”

*Com informações de Reuters

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