Resumo: O Ibovespa (IBOV) deu a largada em 2025 em tom positivo em meio à baixa liquidez e com os investidores calibrando as posições de olho no cenário fiscal e no exterior.
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Nesta quinta-feira (2), o principal índice da bolsa brasileira terminou a primeira sessão do ano com baixa de 0,13%, aos 120.125,39 pontos.
Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 6,1625 (-0,29%).
No cenário doméstico, as incertezas sobre as contas públicas e a trajetória da dívida continuaram a drenar o risco dos investidores. Já no exterior, os investidores começaram a se posicionar de olho no início do governo Trump.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (2) em tempo real:
Ao vivo
18h45
Eneva (ENEV3) cai 9% e lidera perdas do Ibovespa no 1º pregão de 2025; confira as maiores quedas do índice
A ponta negativa foi liderada por Eneva (ENEV3), pressionada pela portaria do Ministério de Minas e Energia (MME) com regras de um leilão de capacidade para térmicas e hidrelétricas — que deve retirar a companhia do certame.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (2):
Quais foram os melhores e piores investimentos em 2024?
Ainda que o ano de 2024 tenha sido um ano de altos e baixos com a alta do dólar e o índice do Ibovespa fechando em queda, algumas empresas e ativos apresentaram resultados positivos.
No Giro do Mercado desta quinta-feira (2), o editor-chefe do Money Times, Renato Carvalho destacou no cenário internacional, o ouro, o Bitcoin e o Tesouro americano como os grandes destaques do ano. Ele ressaltou que, no caso do ouro e do Tesouro, a valorização reflete sua característica de serem ativos seguros e de baixa volatilidade.
GetNinjas (NINJ3) trocará de nome para ReagInvest; empresa ganhará novo ticker
O ano começará bem diferente para a GetNinjas (NINJ3), a começar por seu nome. A empresa, que chegou a bolsa em 2021, passará a ser chamada de Reag Invest a partir de 10 de janeiro de 2025, nome da gestora que assumiu o controle da companhia em janeiro de 2024.
Além disso, a companhia passará a ser negociada com ticker de REAG3.
Ibovespa encerra primeiro pregão em tom negativo, com desempenho puxado por NY; dólar cai a R$ 6,16
O Ibovespa (IBOV) deu a largada em 2025 em tom positivo em meio à baixa liquidez e com os investidores calibrando as posições de olho no cenário fiscal e no exterior.
Nesta quinta-feira (2), o principal índice da bolsa brasileira terminou a primeira sessão do ano com baixa de 0,13%, aos 120.125,39 pontos.
O Ibovespa fechou a quinta-feira (02) em baixa de 0,13%, aos 120.125,39 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
18h11
Bolsas de Nova York caem à espera do início do governo Trump
Nos Estados Unidos, os investidores começaram o ano reagindo a dados econômicos.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 9.000, para 211.000 com ajuste sazonal, na semana encerrada em 28 de dezembro, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 222.000 pedidos para a última semana.
Os investidores também voltaram a se posicionar para o início do governo de Donald Trump, com expectativas de acirramento de guerras comerciais devido às promessas de tarifas pelo republicano.
O mercado espera a continuidade de juros elevados nos EUA por mais tempo. Na última reunião, o Federal Reserve (Fed) sinalizou apenas dois cortes de juros, de 0,25 pontos percentuais cada, ao longo de 2025.
Confira o fechamento dos índices de Nova York:
S&P 500: -0,22%, aos 5.868,55 pontos;
Dow Jones: -0,36%%, aos 42.392,27 pontos;
Nasdaq: -0,16%, aos 19.280,79 pontos.
17h57
Petróleo sobe quase 2% com expectativas sobre China e estoques nos Estados Unidos
Os preços do petróleosubiram quase 2% nesta quinta-feira (2) com os investidores mais otimistas sobre a economia da Chinae a demanda por combustíveis após uma promessa do presidente Xi Jinping de promover o crescimento.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para março, terminaram a sessão com alta de 1,73%, a US$ 75,93 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
O Safra não realizou nenhuma alteração em sua carteira mensal de ações para janeiro.
Assim como outras casas, o banco diz que a exposição ao mercado acionário por meio de empresas geradoras de fluxo de caixa, pagadoras de dividendos e exportadoras, que negociam a múltiplos baixos e possuem balanço menos alavancado, parece ser a estratégia mais adequada para o momento.
**Dólar à vista fecha a R$ 6,1625, com baixa de 0,29%
16h59
Ouro avança mais de 1% com a volta do ‘Trump Trade’
O ouro fechou o primeiro pregão de 2025 com alta de mais de 1%, com os investidores procurando ativos de segurança enquanto ajustam posições de olho no início do governo de Donald Trump — que toma posse da presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro.
O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em março, subiu 1,06%, a US$ 2.669,00 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
16h41
Petrobras (PETR4), Itaú (ITUB4) e mais 8: Veja as melhores ações para janeiro, segundo a Planner
A Planner Investimentos divulgou sua carteira de ações recomendadas para o mês de janeiro. De acordo com a corretora, a tendência é de manutenção do cenário observado no final de 2024, considerando a expectativa de juros ainda mais altos neste início de ano.
Bolsa na Argentina tem melhor desempenho em 20 anos; Ibovespa repete feito da era Dilma
A S&P Merval liderou os ganhos em 2024 e atingiu valorização de 114,91% em dólares, alcançando recuperação econômica significativa no país, segundo um levantamento feito pelo Elos Ayta.
O desempenho da bolsa Argentina representa o maior ganho em dólares desde o ano de 2003, quando se valorizou 134,14%.
Brasil acumula fluxo cambial negativo de US$24,314 bi em dezembro até dia 27, diz BC
O Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$ 24,314 bilhões em dezembro até dia 27, em movimento puxado pela via financeira, informou o Banco Central nesta quinta-feira.
Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado.
Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de US$ 26,042 bilhões em dezembro até dia 27. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações.
Pelo canal comercial, o saldo de dezembro até dia 27 foi positivo em US$ 1,728 bilhão.
*Com informações de Reuters
15h54
3ª prévia do Ifix adiciona seis fundos imobiliários ao índice; confira
Mais seis novos fundos imobiliários vão compor o portfólio de ativos do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX), de acordo com a prévia divulgada nesta quinta-feira (2) pela B3. A nova composição passa a valer no dia 6 de janeiro.
Por outro lado, três fundos podem deixar o índice, entre eles o Zavit Real Estate (ZAVI11). Com isso, o número de componentes passa de 114 para 117.
Ação da Tesla (TSLA) tomba 6% em Nova York com primeira queda anual nas entregas de veículos
As ações da Tesla (TSLA; TSLA34) iniciaram o novo ano em tom negativo com a queda inesperada das entregas de veículos elétricos em 2024.
Nesta quinta-feira (2), os papéis listados no índice Nasdaq, na Bolsa de Nova York (NYSE), recuaram 6,08%, a US$ 379,28. Já os recibos de ações (BRDs) negociados na bolsa brasileira, sob o ticker TSLA34, terminaram a sessão com baixa de 9,79%, a R$ 72,41.
Segundo o Santander, a retirada da Intelbras da carteira foi feita com base na expectativa das margens serem pressionadas pela apreciação do câmbio e pelas revisões mais baixas de lucros para esse ano.
VBI Logístico (LVBI11) finaliza compra de imóveis em Cajamar por R$ 73 milhões
O fundo imobiliário VBI Logístico (LVBI11) informou aos cotistas que celebrou a escritura de compra dos imóveis localizados em Cajamar, no Condomínio BRPR Cajamar I, em São Paulo. A valor da aquisição foi definido em R$ 72,9 milhões.
A conclusão da aquisição vem após o cumprimento de obrigações pela vendedora, incluindo a individualização das matrículas, firmado em 2021.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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