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Vibra (VBBR3) segue favorita do Morgan Stanley, que eleva preço-alvo; saiba mais

15 jul 2026, 18:30 - atualizado em 15 jul 2026, 18:31
vibra vbbr3
(Foto: Vibra/Divulgação)

O Morgan Stanley elevou os preços-alvo de Vibra Energia (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3) após revisar para cima suas projeções para as distribuidoras de combustíveis, diante de margens consideradas excepcionalmente fortes no segundo trimestre de 2026 e que, segundo o banco, devem permanecer elevadas também no terceiro trimestre.

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Para a Vibra, o preço-alvo passou de R$ 34 para R$ 41 por ação, enquanto o da Ultrapar foi elevado de R$ 27 para R$ 34. O banco manteve recomendação overweight (equivalente à compra) para a Vibra e equal-weight (desempenho em linha com o mercado) para a Ultrapar.

Segundo os analistas, a tese de expansão das margens do setor está se concretizando em ritmo mais acelerado do que o esperado. A combinação entre a volatilidade dos preços do petróleo e as condições específicas do mercado brasileiro permitiu que as distribuidoras capturassem margens significativamente acima da média no segundo trimestre.

Com base em dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da Petrobras, o Morgan Stanley estima um Ebitda médio de aproximadamente R$ 425 por metro cúbico (m³) no segundo trimestre, podendo atingir entre R$ 470 e R$ 510/m³ em determinados momentos do período.

Embora espere uma normalização quando a volatilidade do petróleo diminuir e os subsídios aos combustíveis forem encerrados, o banco acredita que esse processo será gradual, mantendo a rentabilidade do terceiro trimestre acima dos padrões históricos.

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Diante desse cenário, o Morgan Stanley elevou suas estimativas de Ebitda para 2026 em 33% para a Vibra e 26% para a Ultrapar.

No caso da Vibra, a projeção de margem de distribuição foi elevada para R$ 295/m³, ante estimativa anterior de R$ 213/m³. Já para a Ultrapar, a previsão passou para R$ 300/m³, também acima dos R$ 213/m³ anteriormente projetados.

Vibra segue preferida

Apesar da visão positiva para ambas as companhias, o Morgan Stanley mantém preferência pela Vibra.

Na avaliação do banco, a empresa oferece potencial de valorização de cerca de 25%, superior aos aproximadamente 12% projetados para a Ultrapar.

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Além disso, a Vibra possui maior exposição ao negócio de distribuição de combustíveis, uma relação de risco-retorno considerada mais favorável e potencial de redução da alavancagem com possíveis desinvestimentos em ativos não estratégicos, o que poderia abrir espaço para dividendos maiores.

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Editor
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em finanças. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em finanças. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
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