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Armac (ARML3) já fatura R$ 2 bi, quer abrir mais 12 lojas em 2026 e avança como a ‘locadora do agro’

28 abr 2026, 15:07 - atualizado em 28 abr 2026, 15:07
armac armc3 agrishow
Foto: Divulgação/Armac)

A Armac (ARML3), locadora de máquinas de linha amarela e vendedora de seminovos, planeja expandir sua presença no Brasil com a abertura de mais de 12 lojas até o fim de 2026, passando das atuais 18 para mais de 30 unidades, segundo anúncio feito durante a Agrishow, evento que acontece nesta semana em Ribeirão Preto (SP).

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As novas lojas devem chegar a regiões estratégicas do agronegócio, como Lucas do Rio Verde (MT), Rio Verde (GO), Cuiabá (MT), Cascavel (PR), Presidente Prudente (SP) e São José do Rio Preto (SP), reforçando a capilaridade da companhia em polos produtivos relevantes.

A estratégia faz parte do movimento de consolidação da Armac como uma plataforma nacional de locação e comercialização de equipamentos, que avalia expandir sua presença também no Norte do país, especialmente no Pará. A expectativa é ampliar o acesso a máquinas com qualidade e procedência, além de aproximar a operação dos clientes.

Hoje, a companhia conta com mais de 12 mil equipamentos no portfólio — entre máquinas de linha amarela, caminhões e empilhadeiras — e se posiciona como a maior rede multimarcas do segmento no Brasil.

No primeiro trimestre de 2026, a empresa adquiriu mais de mil equipamentos. Em 2025, o faturamento superou R$ 2 bilhões, e a expectativa é de crescimento adicional neste ano, ainda que sem guidance oficial divulgado.

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Além da expansão física, a Armac também vem fortalecendo sua divisão de seminovos, utilizando máquinas da própria frota — após ciclos de locação — para revenda. O modelo permite garantir histórico de manutenção e procedência, um dos principais diferenciais destacados pela companhia.

10 anos de parceria no agronegócio

Em sua segunda participação na Agrishow, a Armac celebra 10 anos de atuação no agronegócio, setor que se consolidou como um dos principais vetores de crescimento da companhia.

Atualmente, a empresa atende fazendas, usinas sucroenergéticas, portos e terminais, com operações que envolvem movimentação de biomassa, grãos, fertilizantes e outros insumos. Ao todo, são mais de 500 máquinas e cerca de 450 colaboradores dedicados ao agro, operando em regime contínuo.

Entre os clientes de longa data estão grandes players como a Louis Dreyfus Company (LDC) e a FS Bioenergia, refletindo a estratégia de atuação em contratos de longo prazo e serviços especializados.

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A expansão de lojas também está diretamente conectada ao avanço no agro, ao permitir maior proximidade com produtores e agroindústrias, além de ampliar a oferta de serviços como locação, manutenção e operação de equipamentos.

Segundo a companhia, o uso de máquinas de linha amarela no campo tem crescido com a profissionalização do setor, impulsionando a demanda por locação — modelo que ainda tem baixa penetração no Brasil quando comparado a mercados mais maduros, como Estados Unidos e Europa.

Nesse contexto, a Armac busca se posicionar como uma “locadora do agro”, oferecendo desde contratos simples — apenas com o equipamento — até operações completas, com operadores, manutenção e gestão de frota.

Além disso, a empresa começou a testar soluções mais sustentáveis, como equipamentos elétricos, ainda em estágio inicial, mas que devem ganhar espaço nos próximos anos.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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