Economia

Brasil revoluciona pagamentos: Pix derruba uso do dinheiro vivo na América Latina

29 jul 2026, 8:17
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Pix caiu no gosto dos brasileiros. (Divulgação: Banco Central.)

A 11ª edição do Global Payments Report revela um contraste na América Latina: enquanto o dinheiro em espécie ainda representa 23% do valor transacionado nos pontos de venda (PDVs) da região, acima da média global de 14%, o Brasil segue na direção oposta.

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Segundo o relatório, o dinheiro em espécie respondeu por apenas 12% das transações realizadas em PDVs no Brasil em 2025 — a menor participação entre os mercados latino-americanos analisados e em um patamar semelhante ao observado em locais como Estados Unidos e Reino Unido.

Por trás disso há o Pix, uma infraestrutura de pagamentos instantâneos (A2A) capaz de conectar consumidores, comerciantes e governos em tempo real. Segundo o relatório, a modalidade impulsionou consideravelmente os pagamentos A2A, responsáveis por 42% do valor transacionado no e-commerce e por 34% das transações em PDVs no Brasil em 2025.

Ainda de acordo com o relatório, o Pix se destaca pela rapidez, segurança e inovação, enquanto amplia sua presença internacional com maior aceitação no exterior e integração a aplicativos bancários usados por turistas estrangeiros no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DO CONTEÚDO PAN

Estatísticas da América Latina

Apontado pelo Global Payments Report como líder global em pagamentos A2A, o Pix coloca o Brasil na liderança regional dessa modalidade, com participação muito superior à observada nos demais mercados latino-americanos.

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No ranking dos pagamentos A2A no e-commerce, a Colômbia ocupa a segunda posição, com 34% do valor transacionado. Na sequência aparecem Argentina (15%), Chile (12%) e México e Peru, ambos com 6%.

Já nessa modalidade em PDVs, a diferença é ainda maior: enquanto o Brasil concentra 34% do valor transacionado em 2025, a Argentina aparece em segundo lugar, com 10%. Na sequência vêm Chile (1%), Colômbia, México e Peru, todos com participação inferior a 1%.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

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Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo. Atualmente, estagiária de redação do Money Times e do Seu Dinheiro.
Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo. Atualmente, estagiária de redação do Money Times e do Seu Dinheiro.

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