Eleições 2026

AtlasIntel/Bloomberg: Lula e Haddad lideram primeiro turno; presidente e adversários têm empate técnico no segundo turno

28 abr 2026, 7:00 - atualizado em 27 abr 2026, 22:19
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (Fabio Rodrigues Pozzebom e Lula Marques/Agência Brasil)

Pesquisa para a eleição presidencial 2026, divulgada nesta terça-feira (28) pela AtlasIntel/Bloomberg, aponta as lideranças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-ministro Fernando Haddad (PT), este numericamente à frente, em diferentes cenários de primeiro turno. A margem de erro é de 1 ponto porcentual.

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Em cenários de segundo turno, persiste o empate técnico de Lula com Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O presidente também empata com Romeu Zema (Novo), mas venceria os outros candidatos testados: Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão).

No primeiro cenário de primeiro turno, Lula tem 46,6%, Flávio Bolsonaro aparece com 39,7%. O presidente variou 0,7 ponto porcentual positivamente e o senador 0,4 ponto negativamente sobre março.

A pesquisa apontou Renan Santos com 5,3%, Caiado com 3,3% e Zema com 3,1%. Nesse cenário, Augusto Cury foi citado por 1,1% dos entrevistados, Aldo Rebelo (DC) por 0,3%, brancos e nulos foram 0,5% e os que não souberam somaram 0,1%.

Cenário com 13 candidatos

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No cenário com 13 candidatos a presidente, Lula teria 44,2%, Flávio Bolsonaro 39,3%, Renan Santos, 5,1%, Zema 3,5% e Caiado 3%. Samara Martins (UP) aparece com 2%, Ciro Gomes (PSB), 1,3%, Rebelo e Cury, 0,4%, e Edmilson Costa (PCB), 0,2%. Nesse cenário. Cabo Daciolo (Mobiliza), Hertz Dias (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO) aparecem com 0%

Brancos, nulos e 0,2%, mesmo porcentual dos que não souberam responder.

Com Haddad no lugar de Lula

Em um terceiro cenário com sete nomes do primeiro cenário, mas com Haddad no lugar de Lula, o ex-ministro teria 40,5%, Flávio Bolsonaro, 39,2%, Renan Santos, 5,8%, Zema 3,8%, Caiado, 3,6%, Cury, 1,3% e Aldo Rebelo 0,5%. O total de brancos, foi de 4,8% e os que não souberam opinar somaram 0,5%.

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Segundo Turno

O levantamento AtlasIntel/Bloomberg traçou três cenários possíveis de segundo turno, entre Lula e Flávio Bolsonaro, Zema ou Caiado. No cenário contra Flávio Bolsonaro, o presidente teria 47,5% e o senador 47,8%, com 4,7% de não sei/branco/nulo. Lula teria 47,4% a 46,5% contra Zema e 46,8% a 42,2% contra Caiado.

Em outros dois cenários, o presidente substituído por Haddad e pelo vice Geraldo Alckmin (PSB). Flávio Bolsonaro venceria Haddad por 48,1% a 44,3%, com 7,6% de não sei/branco/nulo e o senador empataria tecnicamente com Alckmin, com 47,5% a 45,9%.

Rejeição

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A rejeição a Lula foi de 51% dos entrevistados, enquanto a de Flávio Bolsonaro foi de 49,8%. Jair Bolsonaro foi rejeitado por 44,9%, Renan Santos por 42,2%, Haddad por 41,9%, Zema por 40,9% e Caiado por 38,7%.

Avaliação do governo e aprovação do presidente

O levantamento perguntou como o entrevistado avalia o governo do presidente Lula e 42% responderam ótimo e bom, contra 41% em março, e 51,3% como ruim ou péssimo, ante 50% passada. O total dos que avaliam o governo como regular caiu de 10% para 6,8%.

O trabalho do presidente Lula foi aprovado por 46,8%, contra 46% em março, e desaprovado por 52,5% dos entrevistados, ante 54%. Os que não souberam dar uma avaliação variaram de 1% para 0,7% no atual levantamento.

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Metodologia

A pesquisa foi realizada por meio do chamado recrutamento digital por meio da navegação de rotina na web com eleitores maiores de 16 anos. Foram 5.008 respondentes entre quarta-feira (22) e esta segunda-feira (27), nos 26 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos, um índice de confiança de 95% e a pesquisa foi tem o registro BR-07992/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
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