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Camil (CAML3) vê lucro cair 57,6% no 1T26, para R$ 28 milhões

14 jul 2026, 18:23
Camil caml3
(Foto: Divulgação)

A Camil (CAML3) registrou lucro líquido de R$ 28 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), recuo de 57,6% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (1T25).

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A receita líquida somou R$ 2,668 bilhões, praticamente estável em relação ao mesmo período do ano anterior (-0,7%), mas com alta de 6,6% frente ao trimestre imediatamente anterior.

O Ebitda alcançou R$ 210 milhões, queda de 9,9% na base anual, enquanto a margem Ebitda recuou de 8,7% para 7,9%, uma redução de 0,8 ponto percentual.

Apesar da pressão sobre a rentabilidade, a Camil registrou expansão dos volumes comercializados. O volume consolidado atingiu 593,6 mil toneladas, alta de 17,9% em relação ao 1T25 e de 19% sobre o trimestre anterior.

Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo crescimento do segmento de alto giro, cujo volume avançou 13,9% na comparação anual. Em valor, esse segmento cresceu 14,6%, enquanto as operações internacionais registraram expansão de 25,8%.

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O lucro bruto totalizou R$ 651,8 milhões, crescimento de 7,5% em um ano. A margem bruta subiu para 24,4%, avanço de 1,9 ponto percentual frente ao 1T25.

Os investimentos (capex) somaram R$ 77,5 milhões, queda de 35,3% na comparação anual. Já a relação dívida líquida/Ebitda dos últimos 12 meses encerrou o trimestre em 4,7 vezes, acima das 4,1 vezes registradas no 1T25 e das 3,2 vezes observadas no trimestre anterior.

Embora tenha ampliado volumes e melhorado a margem bruta, a Camil iniciou o ano fiscal pressionada pela redução da rentabilidade operacional e financeira, refletida na queda do Ebitda e do lucro líquido.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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