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CMN aprova reajuste de mais de 12% nos preços mínimos da laranja e do café

04 abr 2023, 10:00 - atualizado em 04 abr 2023, 10:15
café cmn
Para a bebida, o reajuste da CMN se deu para as variedades arábica e conilon, enquanto que para a fruta os preços foram regionalizados (Foto: Mapa)

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou os reajustes para os preços mínimos da laranja in natura e cafés arábica e conilon para a safra 2023/2024.

Café

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O valor do café arábica teve aumento de 12,77%, saindo de R$ 606,66/saca de 60 kg para R$ 684,16/saca de 60 kg. O café é do tipo 6, bebida dura para melhor, com até 86 defeitos, peneira 13 acima, admitido até 10% de vazamento e teor de umidade de até 12,5%

Já o café conilon, tipo 7, com até 150 defeitos, peneira 13 acima e teor de umidade de até 12,5%, teve reajuste de 5,8%, de R$ 434,82/saca de 60 kg para R$ 460,02.

Laranja

Para a laranja, os preços mínimos foram regionalizados, com destaque para o Rio Grande do Sul. Esta medida foi tomada em virtude do diferencial do sistema de produção do estado gaúcho.

Os preços mínimos aprovados foram baseados nos custos de produção calculados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com acréscimo de 10% sobre o custo para o Rio Grande do Sul e, 8,75% para os demais estados.

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Os preços aprovados são de R$ 20,53/40,8 kg para o Rio Grande do Sul e de R$ 22,72/40,8 kg para as demais localidades. Os novos valores passam a vigorar a partir de julho deste ano até junho de 2024.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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