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Como buscar diversificação sem sair da renda fixa? Conheça uma alternativa

26 jun 2026, 12:00 - atualizado em 25 jun 2026, 10:19
fundo de investimento renda fixa
(Imagem: KhunKorn/ Canva Pro)

A diversificação da carteira é uma das orientações mais recorrentes entre especialistas do mercado financeiro, justamente por seu papel em amenizar os riscos.

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Ao alocar recursos em diferentes classes de ativos, setores e estratégias, o investidor evita a concentração excessiva em uma única alternativa e, ao mesmo tempo, se posiciona para aproveitar oportunidades diversas dentro da economia.

E, atualmente, é possível diversificar sem abandonar a renda fixa, explorando estratégias menos dependentes da taxa Selic. Nesse contexto, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) surgem como uma alternativa que vem ganhando espaço entre investidores.

Recentemente, no podcast Touros e Ursos do Seu Dinheiro, portal de notícias que faz parte do mesmo ecossistema que o Money Times, Daniel Belem, gestor de fundos estruturados de crédito da BTG Pactual Asset Management, destacou o avanço dessa classe de ativos.

Segundo ele, os FIDCs atingiram o marco histórico de R$ 800 bilhões em patrimônio no Brasil. Com isso, o volume investido na categoria já supera o total aplicado em fundos de ações no país.

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E um dos principais fatores para esse crescimento foi a mudança nas regras de acesso ao segmento. Até poucos anos atrás, apenas investidores de alta renda podiam investir nesses ativos.

Hoje, o investidor “comum” também pode aplicar em FIDCs, ampliando o alcance dessa estratégia.

Além disso, segundo Belem, a tendência é que o setor ultrapasse R$ 1 trilhão em patrimônio em breve. Esse avanço acompanha a demanda crescente das empresas por financiamento fora do sistema bancário.

Qual é o atrativo dos FIDCs?

Quando uma empresa vende a prazo, mas precisa de recursos imediatos para operar ou crescer, os FIDCs surgem como alternativa menos burocrática ao crédito bancário.

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Além disso, esses fundos buscam retornos acima do CDI por meio da exposição ao crédito privado, principalmente por antecipar recebíveis de empresas, muitas vezes de menor porte e com acesso mais limitado ao crédito tradicional bancário.

Na prática, os FIDCs reúnem direitos creditórios de diferentes setores, como educação, e-commerce, imobiliário e saúde, por exemplo. O que contribui para ampliar a diversificação dentro da renda fixa, já que o próprio fundo carrega uma carteira diversificada de recebíveis, ao mesmo tempo em que eleva o potencial de rendimento.

Ainda assim, é importante saber que, embora o FIDC contribua para essa variedade na renda fixa, ele não substitui a diversificação entre classes de ativos, sendo mais um componente dentro de uma estratégia de alocação equilibrada.

E, além do FIDC, outra estratégia de investimento possibilita uma diversificação ainda maior dentro da renda fixa: o Fundo de Investimento em Cotas de FIDCs (FICFIDC).

O trava-línguas da renda fixa: FICFIDCs

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Diferente dos FIDCs, o FICFIDC funciona como um “fundo de fundos”. Na prática, ele investe em cotas de diversos FIDCs.

Ao investir em um FICFIDC, o investidor acessa, de forma indireta, múltiplas carteiras de crédito e estratégias reunidas em um único veículo. O que amplia ainda mais o potencial de diversificação dentro da renda fixa.

Outro ponto relevante é que os direitos creditórios dos FIDCs estão ligados à economia real. Ou seja, eles incluem operações como financiamentos, crédito consignado, recebíveis corporativos e varejo.

Dessa maneira, o investidor acessa fontes de retorno diferentes das oferecidas por títulos públicos ou produtos bancários tradicionais.

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Porém, se esse tipo de “fundo de fundos” tem sido um dos grandes destaques no quesito criar camadas de segurança para quem investe e busca por diversificação de carteira, como identificar oportunidades para investir?

FICFIDC que merece atenção

Se você quiser se aprofundar no universo dos FIDCs, o Money Times disponibilizou um material completo sobre o segmento.

O Dossiê FIDCs explica como esses fundos funcionam na prática, suas principais vantagens e os riscos que merecem sua atenção. Também revela critérios importantes para avaliar antes de investir.

Além disso, o material apresenta um FICFIDC que vem entregando resultados expressivos no crédito estruturado.

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Recentemente, o fundo completou um ano de operação e desde o início, ele acumula uma rentabilidade de CDI +2,72%, equivalente a 17,55% no período, com patrimônio de R$ 1,4 milhão.

Para quem busca retornos potencialmente superiores aos da renda fixa tradicional, essa pode ser uma oportunidade interessante. Logo, vale acompanhar com atenção esse tipo de estratégia.

E mais: para baixar o documento completo você não precisa pagar nada, o conteúdo é 100% gratuito.

Para acessar o Dossiê FIDCs, descobrir o nome do fundo e como investir nele, basta clicar no botão abaixo:

QUERO CONHECER O FICFIDC QUE JÁ RENDEU CDI +2,72%

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Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco ("Suitability"). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR

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Engenheira Civil formada pelo Centro Universitário FEI. Atualmente é graduanda em Marketing pela Fatec Sebrae e escreve para os portais Empiricus, Seu Dinheiro e Money Times.
Engenheira Civil formada pelo Centro Universitário FEI. Atualmente é graduanda em Marketing pela Fatec Sebrae e escreve para os portais Empiricus, Seu Dinheiro e Money Times.
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