Bolsa de Valores

Construtoras figuram entre as maiores altas desta terça-feira (25); o que faz as ações subirem?

25 ago 2026, 14:44
ações - construção civil - dividendos
(Imagem: Getty Images/ leungchopan/ montagem Money Times)

As construtoras operam no positivo no pregão desta terça-feira (25), figurando entre as maiores altas do principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por volta das 13h50 (horário de Brasília), na ponta mais alta, a Direcional (DIRR3) puxava com uma alta de 6,30%, a R$ 11,30. Logo em seguida, vinha a Even (EVEN3), com +6,26%, a R$ 4,58, a Tenda (TEND3), com 6,03%, a R$ 32,89, e a Cury (CURY3), com avanço de 5,74%, a R$ 32,05.

O Índice Imobiliário (Imob), que é composto pelas principais empresas do setor de construção civil e exploração de imóveis no Brasil, também evidenciava o desempenho positivo, com avanço de 3,27%, aos 1.282,66 pontos.



A alta das ações dessas empresas se dá pelo recuo das taxas dos juros futuros nesta terça, que acompanham o viés negativo dos rendimentos dos Treasuries no exterior. O alívio veio após semanas de estresse com operações do Tesouro norte-americano no mercado de títulos.

Com isso, ações cíclicas, que são fortemente dependentes dos juros, como é caso do setor de construção, avançam no dia de hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última sexta-feira (21), atualização mais recente, a precificação das opções de Copom negociadas na B3 indicava 86% de chance de corte de 0,25 ponto percentual da Selic no próximo mês, contra 14,9% de manutenção da taxa básica.

Para o encontro seguinte, em novembro, a precificação indicava 42,1% de probabilidade de novo corte de 0,25 p.p e 40,1% de chance de manutenção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar