Commodities

Futuros do minério de ferro têm forte queda com temor de guerra comercial

19 jun 2018, 9:05 - atualizado em 19 jun 2018, 9:05

Por Investing.com – Após o feriado de ontem na China, os contratos futuros do minério de ferro encerram a sessão desta terça-feira com forte desvalorização de 4,65% a 450,50 iuanes por tonelada, para os ativos com data de vencimento em setembro deste ano e negociados na bolsa chinesa de Dalian. A variação diária foi de 21,50 iuanes para a tonelada do produto.

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No caso do vergalhão de aço, a queda também foi acentuada para a commodity negociada na bolsa de Xangai. Os contratos de outubro, de maior volume de negócios, tiveram perdas de 113 iuanes para um total de 3.769 iuanes por tonelada. Já os ativos de janeiro de 2019, segundo em volume de negócios, perderam 121 iuanes a um total de 3.593 iuanes por tonelada.

As ações de Xangai despencaram quase 4% nesta terça-feira, para a mínima de dois anos, enquanto o iuan caiu para o menor nível em mais de cinco meses em relação ao dólar uma vez que as novas ameaças tarifárias de Washington contra a China aumentaram os indícios de uma guerra comercial plena.

As perdas, que acontecem apesar de uma injeção de liquidez inesperada pelo banco central, podem desencadear uma espiral descendente que pode tirar dos trilhos a tentativa de Pequim de atrair grandes listagens internacionais, particularmente de gigantes de alta tecnologia.

“É o momento mais sombria e o momento mais agonizante do primeiro semestre deste ano … há vítimas de desastres em todos os lugares”, escreveu Zhang Yidong, estrategista da Industrial Securities, nesta terça-feira, em nota.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifa de 10 por cento sobre 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo.

O restante do mercado asiático também foi pressionado pelas ameaças do presidente dos EUA de novas tarifas e pelo agravamento da disputa comercial entre norte-americanos e chinesas.

Com Reuters.

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