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Tempo real: Ibovespa recua com Petrobras (PETR4) e espera pelo Copom; dólar cai a R$ 5,12

05 ago 2026, 6:00 - atualizado em 05 ago 2026, 17:23
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) fechou em ligeira queda de 0,09%, aos 177.726,17 pontos, à espera da decisão de política monetária do Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa é de um novo corte da Selic de 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1282, com queda de 0,05%.

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No final da manhã, o principal índice da bolsa brasileira perdeu fôlego após o anúncio do Alfredo Gaspar como vice de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa à Presidência.

Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Ao vivo
Selic a 14%: Como o Ibovespa, os juros futuros e o dólar devem reagir ao Copom

Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,25% para 14,00% ao ano, já assimilada pelos mercados, os investidores tentam antecipar como o Ibovespa deve se comportar no pregão desta quinta-feira (6).

Lá fora, o índice EWZ — fundo que replica o desempenho do índice MSCI Brasil, com as principais ações da bolsa brasileira — subia 0,30%, a US$ 36,22, por volta das 19h (horário de Brasília). No pregão regular, o índice encerrou com leve ganho de 0,06%, a US$ 36,11.

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Radar das Eleições: Flávio Bolsonaro estanca queda e reforça polarização com Lula, enquanto terceira via segue sem tração

O avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL) na última rodada da pesquisa BTG Pactual/Nexus foi o tema do segundo episódio do “Radar das Eleições“, podcast do Money Times. O levantamento trouxe o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro apenas 1 ponto percentual atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno.

Convidado desta edição do programa, o economista e analista da Empiricus Matheus Spiess avalia que, apesar das crises enfrentadas pelo senador nos últimos meses, sua candidatura conseguiu interromper a perda de apoio e voltou a ganhar força.

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Daycoval/Cardoso: Copom mantém portas abertas para novos cortes

Rafael Cardoso, economista-chefe do Daycoval, avala que o Copom manteve as portas abertas para novos cortes na Selic adiante.

“As justificativas são várias para deixar essa opcionalidade na mesa. No entanto, ao olhar para a próxima reunião – e isso já estava presente na comunicação anterior -, o que se pode dizer é que a probabilidade de queda em setembro existe, mas é substancialmente menor do que aquela observada em agosto”, afirma.

Copom deixa porta aberta para novo corte em setembro, mas com espaço menor, diz economista-chefe da G5 Partners

Como esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros de 14,25% para 14% ao ano e, na avaliação do economista-chefe da G5 Partners, Luis Otávio Leal, os diretores do Banco Central “deixaram aberta” a possibilidade de um novo corte na Selic na próxima reunião, em setembro.

Durante o Giro Especial do Copom, programa do Money Times no YouTube, Leal destacou que dois fatores pesaram para o corte na Selic nesta decisão: o juro restritivo e a desaceleração da economia.

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Banco BV/Padovani: Comunicado foi bastante cauteloso

Para Roberto Padovani, economista-chefe do banco BV, o comunicado da decisão do Copom foi “bastante cauteloso”.

“Existe uma preocupação com o risco inflacionário, que, na avaliação do BC, é assimétrico, em particuplar com a desancoragem das expectativas, a inflação de serviços, instabilidades no câmbio e estímulos ao crescimento”, afirmou.

Na visão do economista-chefe, o processo de calibração do BC está próximo do fim e indica apenas mais um corte de 0,25 ponto percentual, levando a Selic para 13,75% ao ano. “Para saber se haverá ou não um novo corte na próxima decisão, em setembro, será preciso monitorar os dados.”

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Copom corta Selic, mas evita se comprometer com novos cortes; o que vem a seguir?

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu nesta quarta-feira (5) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,25% para 14,00% ao ano. A decisão veio em linha com a expectativa do mercado e marca a continuidade do ciclo de flexibilização iniciado em junho.

No comunicado divulgado após a decisão, o BC adotou uma postura mais cautelosa e não indicou os próximos passos da política monetária. O Comitê reforçou que a condução dos juros continuará dependente da evolução dos dados, enquanto reconheceu sinais de desaceleração gradual da atividade econômica e uma melhora da inflação corrente.

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Vivara (VIVA3) tem lucro líquido de R$ 156,7 milhões no 2º trimestre, alta de 0,9% na comparação anual

A Vivara (VIVA3) registrou lucro líquido de R$ 156,7 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa uma leve alta de 0,9% ante igual período do ano passado.

Por sua vez, o Ebitda apresentou avanço de 4,9% na mesma comparação, para R$ 205,4 milhões. Já o Ebitda ajustado LTM (dos últimos 12 meses) ficou em R$ 762,7 milhões, alta de 3,9%.

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Ecopetrol compra 25% da Brava Energia (BRAV3) por R$ 2,67 bilhões e assume controle

A Ecopetrol adquiriu 116,1 milhões de ações da Brava Energia (BRAV3) no leilão da oferta pública de aquisição de ações (OPA) realizado nesta quarta-feira (5).

Os papéis comprados representam aproximadamente 25% do capital social da companhia. A subsidiária brasileira da petrolífera colombiana pagará R$ 23 por ação, em uma operação de R$ 2,67 bilhões.

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Axia Energia (AXIA3) lucra R$ 1,6 bilhão no 2T26, alta de 9,5% no ano

A Axia Energia (AXIA3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 1,608 bilhão, alta de 9,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado pela melhora operacional dos negócios de geração e transmissão, pelo melhor resultado das participações societárias e pela redução das provisões, fatores que compensaram parcialmente a piora do resultado financeiro.

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Selic a 14%: Quanto rendem R$ 10 mil na poupança, CDB, LCA, LCI e Tesouro?

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, nesta quarta-feira (5), mais um corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros. Os diretores do Banco Central (BC) optaram mais uma vez por ajustar a taxas Selic, ficando agora em 14% ao ano.

Os juros, ainda em patamares bastante elevados no Brasil, mantêm a renda fixa como uma das classes de ativos mais atrativas no momento, com taxas de rendimento acima de 1% ao mês apenas para deixar o dinheiro parado.

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Itaúsa (ITSA4) investe R$ 732 milhões na Aegea e aumenta participação para 14,01%

A Itaúsa (ITSA4) investiu aproximadamente R$ 732 milhões no aumento de capital da Aegea Saneamento e elevou sua participação na companhia de 13,27% para 14,01% do capital total.

A operação envolveu a subscrição, pela holding, de 13.231.706 novas ações ordinárias da empresa de saneamento, ao preço de R$ 55,29 por papel.

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Engie Brasil (EGIE3) tem lucro ajustado de R$ 694 milhões no 2º trimestre

A Engie Brasil Energia (EGIE3) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 694 milhões no segundo trimestre, aumento de 23% frente ao registrado um ano antes, com contribuições positivas dos segmentos de geração, venda de energia e transmissão, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

O lucro líquido da companhia, sem ajustes, somou R$ 1,96 bilhão no período, impulsionado pela repactuação do passivo de Uso de Bem Público (UBP) de duas hidrelétricas, com impacto de R$ 1,3 bilhão não recorrente sobre a última linha do balanço.

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SmartFit (SMFT3) tem alta de 8% no lucro recorrente do 2º trimestre

A rede de academias de ginástica SmartFit (SMFT3) teve lucro líquido recorrente R$ 204 milhões no segundo trimestre, alta de 8% sobre o mesmo período do ano passado, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.

A companhia teve um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 712 milhões, 24% acima do desempenho do segundo trimestre de 2025.

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Selic a 14%: 4 pontos para entender por que o Copom reduziu os juros em 0,25 p.p.

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,25% para 14% ao ano nesta quarta-feira (5). Essa foi a quarta flexibilização dos juros e, mais uma vez, a decisão foi unânime.

O corte também veio em linha com o esperado pelo mercado. Na última atualização, com data de referência da segunda-feira (3), o contrato de Opções de Copom da B3 apontava a chance de 94,75% de o Banco Central (BC) reduzir os juros em 0,25 p.p. Havia ainda 1,5% de probabilidade de corte maior, de 0,50 ponto percentual, e 4,55% de chance de manutenção a 14,25% ao ano.

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Copel (CPLE6) tem alta do lucro no 2º trimeste, para R$ 1,05 bilhão

A Copel (CPLE6) registrou lucro líquido de R$1,05 bilhão no segundo trimestre, alta de 82,6% frente ao registrado um ano antes, impulsionado pelo desempenho positivo dos negócios de comercialização e distribuição de energia, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira.

O lucro recorrente, que exclui o efeito da repactuação do uso do bem público (UBP) de algumas hidrelétricas, alcançou R$645,1 milhões, 42,6% acima do registrado há um ano. Já o resultado operacional medido pelo Ebitda recorrente somou R$1,61 bilhão, aumento de 20,8% no comparativo anual.

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Aura Minerals (AURA33) anuncia dividendos de US$ 60,4 milhões; veja valor por BDR

A Aura Minerals (AURA33) aprovou o pagamento de dividendos de US$ 0,72 por ação ordinária, equivalente a US$ 0,24 por BDR, com base nos resultados do segundo trimestre de 2026. O montante total da distribuição será de aproximadamente US$ 60,4 milhões, acima do mínimo previsto na política de dividendos da companhia.

Terão direito ao provento os investidores com posição acionária ao fim do pregão de 18 de agosto. O pagamento aos detentores de ações ordinárias será realizado em 28 de agosto, enquanto os investidores em BDRs devem receber os valores por volta de 8 de setembro, em reais, conforme a taxa de câmbio a ser divulgada antes da data de pagamento.

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O que mudou no comunicado do Copom que reduziu a Selic para 14%? Veja a comparação

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic de 14,25% para 14% ao ano nesta quarta-feira (5).

Essa foi a quarta redução consecutiva do Banco Central, em linha com o esperado pelo mercado. A decisão do colegiado foi unânime.

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Copom reduz a Selic para 14% ao ano; confira

O Comitê de Política Monetária (Copom) informou que reduziu a taxa Selic para 14% na reunião desta quarta-feira (5). A decisão foi unânime.

O mercado já apostava em um corte de 0,25 ponto percentual com um ambiente levemente mais favorável para inflação, mas mantendo o tom cauteloso em meio a elevada incerteza no cenário externo.

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>> Copom: Horizonte relevante da política monetária passa do 4º tri de 2027 para 1º tri de 2028
>> Decisão foi unânime
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