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Hyperliquid (HYPE) disparou 200% no ano e ainda vale a pena investir em julho, segundo analistas; saiba o porquê

04 jun 2026, 12:00 - atualizado em 03 jun 2026, 15:15
Hyperliquid (HYPE) agora está no Mercado Bitcoin (MB) (Imagem Divulgação)
Hyperliquid (HYPE) é a criptomoeda do momento. Ainda vale a pena investir? (Imagem Divulgação)

A Hyperliquid (HYPE) foi escolhida como a queridinha dos analistas do mercado no começo deste ano e vem entregando o que prometeu: desde o início de 2026, o token nativo da plataforma registra uma valorização da ordem de 200%, de acordo com o Coin Market Cap.

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A Exchange Descentralizada (DEX) também é a moeda mais recomendada pelos analistas consultados pela reportagem do Crypto Times para compor a carteira recomendada para junho. Veja a lista completa aqui.

Os analistas do Mercado Bitcoin (MB), Coinext, Mynt (BTG Pactual), Bitso e Vault Capital convergem para um ponto central: a Hyperliquid é um dos ativos mais emblemáticos de uma nova fase do mercado de criptomoedas, em que a geração de receita e a eficiência operacional passam a ter peso semelhante — ou até superior — às narrativas tradicionais.

Veja o que dizem os especialistas:

Hyperliquid (HYPE) em junho: O que esperar

O Mercado Bitcoin destaca a Hyperliquid como uma infraestrutura descentralizada voltada a derivativos, com proposta de replicar a experiência de corretoras centralizadas, mas com vantagens como maior velocidade e menores taxas.

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A plataforma ressalta o crescimento consistente do volume de negociações dentro da plataforma e o aumento da geração de taxas como fatores que reforçam a tese de valorização. Nesse contexto, a Hyperliquid aparece como uma aposta em expansão do mercado global de derivativos digitais — um segmento que tende a crescer em cenários cada vez mais incertos.

Já a Coinext faz uma leitura ainda mais aprofundada. A corretora enfatiza o modelo econômico do protocolo, sobretudo o programa de recompra de tokens, que direciona praticamente toda a receita da plataforma para a compra de HYPE no mercado.

“Esse mecanismo cria uma pressão compradora recorrente, independente do fluxo especulativo, o que diferencia o ativo dentro do universo cripto”, dizem os analistas.

Além disso, a Coinext aponta a validação institucional — com o lançamento de ETFs à vista nos Estados Unidos — e a expansão da plataforma para novos mercados, como a tokenização de ativos tradicionais, como catalisadores importantes para o mês.

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Na sequência, o Mynt (plataforma de negociação de criptomoedas do BTG Pactual) incorpora a Hyperliquid em todas as suas carteiras recomendadas, do perfil conservador ao sofisticado, com pesos relevantes.

A casa destaca que, além de uma alocação deliberada, o aumento da participação do ativo também reflete sua performance superior recente, o que levou à decisão de manter — e não reduzir — sua exposição. A leitura implícita é de que o ativo apresenta uma combinação favorável entre momentum e fundamentos, justificando sua permanência mesmo em um portfólio mais cauteloso.

Por fim, a Vault Capital trata a Hyperliquid como o principal destaque do mercado no momento. A análise é direta: o diferencial do projeto não está em narrativa, mas em fluxo de caixa. A casa destaca que cerca de 99% da receita da plataforma é utilizada para recomprar tokens no mercado aberto, criando um ciclo virtuoso de demanda. Esse modelo, aliado ao crescimento expressivo recente — com forte valorização e renovação de máximas — e à entrada de capital institucional, coloca a HYPE como um dos poucos ativos com desempenho desacoplado do restante do mercado.

A aprovação de produtos regulados ligados a derivativos e o reconhecimento por grandes instituições reforçam essa tese de maturidade e escala.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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