Mercados

Ibovespa supera os 199 mil pontos e acumula 18 recordes nominais no ano; dólar fecha a R$ 4,99

14 abr 2026, 17:33 - atualizado em 14 abr 2026, 17:40
foguete
(Imagem: iStock)

O Ibovespa (IBOV) engatou seu quinto pregão consecutivo de recordes nominais, chegando aos 18 recordes nominais em 2026.

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Nesta terça-feira (14), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,33%, aos 198.657,33 pontos.

Durante o pregão, o Ibovespa também renovou a máxima intradia histórica aos 199.354,81 pontos (+0,68%).

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 4,9938, com queda de 0,06%, no menor patamar desde 27 de março de 2024, quando fechou cotado a R$ 4,9787.

Por aqui, os investidores acompanharam que o volume de serviços no Brasil registrou alta pelo segundo mês seguido em fevereiro e está no patamar recorde da série histórica, indicando que a demanda doméstica segue resiliente, embora tenha ficado abaixo do esperado.

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Em fevereiro, o volume de serviçou avançou 0,1% na margem, resultado abaixo da mediana da Reuters, de alta de 0,5%.

Além disso, a pesquisa CNT/MDA para a eleição presidencial 2026 apontou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39,2% das intenções e votos e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com 30,2% no primeiro turno.

Em um segundo turno, o atual presidente venceria o senador por 44,9% a 40,2%.

Na pesquisa, foram consultados 2.002 eleitores presencialmente entre a última quarta-feira (8) e domingo (12). A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e a pesquisa tem o registro BR-02847/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Altas e quedas do Ibovespa

Em dia de máximas históricas, as ações da Vale (VALE3) encerraram com alta de 1,08%, a R$ 88,30, contrariando o contrato futuro do minério de ferro para maio, que recuou 1,10%, cotado a US$ 103,50 a tonelada.

A ponta positiva do índice foi liderada pela Cogna Educação (COGN3), que subiu 4,79%, a R$ 3,28.

A ponta negativa foi encabeçada pela Petrobras (PETR3;PETR4), que acompanhou a queda do petróleo na sessão. Os contratos mais líquidos do petróleo Brent para junho fecharam com queda de 4,60%, a US$ 94,79 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

PETR4 caiu 3,82%, a R$ 47,88, figurando a ação mais negociada da B3 com 91,7 mil negócios e giro financeiro de R$ 2,5 bilhões. PETR3, papel ordinário da estatal, liderou as perdas com queda de 4,44%, a R$ 52,52.

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Exterior

Os índices de Wall Street encerraram em alta com o otimismo de que as negociações entre EUA e Irã devem avançar.

Delegações dos Estados Unidos e do Irã podem retomar as negociações no Paquistão para acabar com a guerra nesta semana, segundo a Reuters. O presidente dos EUA, Donald Trump, também disse que o Irã quer fazer um acordo.

À tarde, Israel e Líbano concordaram em iniciar negociações diretas em uma data e local mutuamente acordados após uma reunião trilateral organizada pelos Estados Unidos em Washington, informou o Departamento de Estado dos EUA em um comunicado.

Confira o fechamento dos índices:

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  • Dow Jones: +0,66%, aos 48.535,99 pontos;
  • S&P 500: +1,18%, aos 6.967,38 pontos;
  • Nasdaq: +1,96%, aos 23.639,08 pontos.

LEIA MAIS EM: Wall Street tem dia de fortes ganhos com segunda rodada de negociações entre EUA e Irã no radar

Na Europa, os principais índices encerraram em queda diante da disparada do petróleo. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou as negociações com alta de 0,99%, aos 619,95 pontos.

Na Ásia, os índices fecharam em alta com a expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã. O índice Nikkei, do Japão, avançou 2,43%, aos 57.877,39 pontos e o índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,82%, aos 25.872,32 pontos.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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