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Itaú (ITUB4), Cemig (CMIG4), Brava Energia (BRAV3) e outros destaques desta sexta-feira (18)

18 set 2026, 9:27 - atualizado em 18 set 2026, 9:30
Itaú
(Imagem: REUTERS/Tuane Fernandes)

O contrato de locação do Itaú Unibanco (ITUB4) com a Eztec (EZTC3), os juros sobre capital próprio da Cemig (CMIG4) e o encerramento da venda de concessões pela Brava Energia (BRAV3 são alguns dos destaques corporativos desta sexta-feira (18).

Confira os destaques corporativos

Itaú (ITUB4) passa ‘cheque gordo’ e leva aluguel de torre da Eztec (EZTC3)

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O Itaú Unibanco (ITUB4) fechou contrato de locação com a Eztec (EZTC3) para ocupar a integralidade do empreendimento Esther Towers, desenvolvido pela companhia.

Apesar dos valores do aluguel não estarem claros, o acordo prevê receita de aproximadamente R$ 1,17 bilhão para a Eztec nos primeiros 10 anos, considerando os preços atuais. Para se ter noção do valor, hoje a empresa vale R$ 3,59 bilhões na bolsa, ou seja, cerca de um terço do valor de mercado.

Segundo fato relevante divulgado nesta quinta-feira (17), o contrato foi celebrado pela Mairiporã Incorporadora, subsidiária da EZ Inc, com o Itaú. O empreendimento possui aproximadamente 91,4 mil metros quadrados de área locável.

O contrato tem prazo de 10 anos, com possibilidade de prorrogação por mais cinco anos. A vigência será iniciada de forma escalonada, conforme cada torre do empreendimento seja entregue.

Cemig (CMIG4) anuncia R$ 200 milhões em JCP

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A Cemig (CMIG4) anunciou na quinta-feira (17) que sua diretoria executiva aprovou a declaração de R$ 200 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), equivalentes ao valor bruto de R$ 0,06991340114 por ação.

Terão direito ao provento os acionistas detentores de ações ordinárias e preferenciais ao fim do pregão de 22 de setembro de 2026. A partir de 23 de setembro, os papéis serão negociados “ex-direitos”, sem direito a essa distribuição.

O pagamento será realizado em duas parcelas iguais: a primeira até 30 de junho de 2027 e a segunda até 30 de dezembro de 2027.

Brava Energia (BRAV3) encerra venda de 11 concessões no Rio Grande do Norte

A Brava Energia (BRAV3) informou na quinta-feira (17) o encerramento da transação para venda de onze concessões de óleo e gás onshore localizadas na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, ao consórcio formado por Azevedo e Travassos Petróleo e Petro-Victory Energy.

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Segundo a companhia, a operação foi encerrada porque o Longstop Date previsto em contrato foi atingido sem que determinadas condições precedentes para o fechamento tivessem sido cumpridas pelo consórcio comprador. Com isso, a Brava exerceu o direito de encerrar a transação conforme previsto no Purchase and Sale Agreement (SPA).

A empresa destacou que o encerramento da operação não altera seu planejamento estratégico de curto e médio prazo, incluindo os planos operacionais e de alocação de capital.

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Assaí (ASAI3) adquire 18 postos de combustíveis em operação de até R$ 80 milhões

O Assaí (ASAI3) fechou contrato com o Centro de Conveniências Millennium Ltda. para a aquisição de 18 postos de combustíveis já instalados em lojas da empresa no estado de São Paulo, em uma estratégia que mira expandir as frentes que compõem o ecossistema da companhia.

Anunciada na noite de quinta-feira (17), a operação poderá alcançar valor total de até R$ 80 milhões. A conclusão e a transferência dos postos ainda depende do cumprimento de condições previstas em contrato, entre elas, a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e obtenção das licenças e aprovações necessárias.

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O projeto tem potencial de superar 100 postos no futuro, condicionados a estudos de viabilidade. Neste primeiro momento, a companhia afirma que irá analisar a recepção da inciativa e avaliar a expansão para outras unidades.

Casas Bahia (BHIA3) emite notas comerciais de cerca de R$ 368 milhões

A Casas Bahia (BHIA3) informou ao mercado na noite de quinta-feira (17) que o seu conselho de administração aprovou a realização das 100ª e 101ª emissões de notas comerciais da companhia para colocação privada.

De acordo com a companhia, as emissões têm valor de R$ 240,8 milhões e R$ 127,2 milhões, respectivamente, e foram integralmente subscritas por um fundo de investimento em direitos creditórios. O nome do fundo não foi divulgado pela Casas Bahia.

Além disso, a companhia divulgou a ata da assembleia geral dos debenturistas da 11ª emissão, realizada em 14 de setembro. Nesta, consta a aprovação da ratificação dos efeitos do vencimento antecipado automático das debêntures da 11ª emissão.

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O vencimento antecipado automático está previsto em cláusula da escritura de emissão em razão de ajuizamento de pedido de recuperação judicial, que é justamente a atual situação da companhia. A Casas Bahia ajuizou pedido em 16 de agosto.

Os titulares de 76,04% das debêntures em circulação votaram a favor da ratificação dos efeitos da cláusula, enquanto titulares de 6,63% votaram contra, sem abstenções.

B3 (B3SA3) aprova R$ 1,128 bilhão em JCP

A B3 (B3SA3) aprovou na quinta-feira (17) o pagamento de R$ 1,128 bilhão em juros sobre capital próprio (JCP), somando distribuições regulares e extraordinárias. Os acionistas receberão os valores em 7 de outubro de 2026.

O montante corresponde ao valor bruto estimado de R$ 0,22650738 por ação. Após a retenção de Imposto de Renda de 17,5%, o valor líquido estimado será de R$ 0,18686859 por papel, ressalvados os investidores com tributação diferenciada ou dispensados do recolhimento.

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Terão direito aos proventos os acionistas com posição na companhia ao fim do dia 22 de setembro. A partir de 23 de setembro, as ações serão negociadas “ex-JCP”, sem direito a essa distribuição.

TIM (TIMS3) aprova R$ 515 milhões em juros sobre capital próprio

A TIM Brasil (TIMS3) aprovou na quinta-feira (17) a distribuição de R$ 515 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalentes ao valor bruto de R$ 0,2166801148 por ação.

Terão direito aos proventos os acionistas com posição na companhia ao fim do pregão de 22 de setembro de 2026. A partir de 23 de setembro, as ações serão negociadas “ex-JCP”, sem direito a essa distribuição.

O pagamento ocorrerá até 22 de janeiro de 2027, com retenção de 17,5% de Imposto de Renda na fonte, exceto para acionistas com tributação diferenciada ou dispensados da cobrança.

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Segundo a TIM, o valor por ação poderá ser alterado em razão de mudanças na quantidade de papéis em tesouraria decorrentes do programa de recompra vigente. Caso isso ocorra, a companhia divulgará um novo aviso com o valor final.

Lojas Renner (LREN3) aprova R$ 227,5 milhões em JCP

A Lojas Renner (LREN3) aprovou na quinta-feira (17) a distribuição de R$ 227,5 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), equivalentes a R$ 0,240666 por ação, em valores brutos.

Terão direito aos proventos os acionistas com posição na companhia em 22 de setembro de 2026. A partir do dia 23, as ações serão negociadas “ex-JCP”, sem direito ao pagamento.

O pagamento será realizado a partir de 14 de outubro de 2026, sem atualização monetária e com desconto do Imposto de Renda retido na fonte, conforme a legislação vigente.

Irani (RANI3) aprova incentivo de até 5,1 milhões de ações a diretores e atualiza recompra

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A Irani (RANI3) aprovou na quinta-feira (17) um programa de incentivo de longo prazo para seus cinco diretores estatutários, referente ao ciclo de 2026 a 2030, que prevê a transferência de até 5,1 milhões de ações aos participantes, conforme o desempenho apurado.

O conselho de administração também aprovou uma atualização do programa de recompra de ações de 2025 para permitir que os papéis mantidos em tesouraria sejam utilizados no pagamento dos incentivos. Os demais termos e condições da recompra permanecem inalterados.

O plano estabelece uma quantidade-alvo de 3,4 milhões de ações ao longo dos cinco anos, com mínimo de 682.364 e máximo de 5,1 milhões de papéis. Segundo a companhia, serão utilizadas ações em tesouraria, sem emissão de novos papéis nem diluição da participação dos acionistas.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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