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Novo Desenrola inclui produtores rurais; veja condições e prazos

04 maio 2026, 14:14 - atualizado em 04 maio 2026, 14:16
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(Foto: iStock.com/artiemedvedev)

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta segunda-feira (4) o início de uma mobilização nacional de 90 dias para renegociação de dívidas, no âmbito do Novo Desenrola.

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A iniciativa começa na terça-feira (5) e prevê descontos médios de 65%, com juros de até 1,99% ao mês.

A inclusão de dívidas rurais no programa amplia o alcance da política, incorporando produtores da agricultura familiar ao esforço de renegociação.

O programa, que já beneficiou cerca de 507 mil produtores, será estendido, com a reabertura do prazo até 20 de dezembro de 2026 e atender mais 800 mil agricultores, totalizando cerca de 1,3 milhão de pessoas atendidas.

Segundo Durigan, o objetivo é aliviar o endividamento das famílias brasileiras e permitir a retomada do acesso ao crédito em condições mais sustentáveis.

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“A mobilização busca retirar a angústia do nome negativado e, ao mesmo tempo, reabrir o acesso a um crédito melhor”, afirmou durante o lançamento do programa.

Para dívidas de cartão de crédito e cheque especial, o desconto mínimo será de 40% para atrasos entre 90 e 120 dias. Esse percentual aumenta conforme o tempo de inadimplência, podendo chegar a até 90% para débitos com atraso entre um e dois anos.

Quatro frentes de renegociação

O Novo Desenrola será estruturado em quatro linhas principais:

  • Desenrola Famílias;
  • renegociação do Fies;
  • dívidas de empresas;
  • débitos rurais voltados à agricultura familiar.

O programa é direcionado a pessoas com renda de até cinco salários mínimos. No caso das famílias, poderão ser renegociadas dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e dois anos.

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Os débitos renegociados poderão ser parcelados em até quatro anos. De acordo com o ministro, a proposta busca tornar dívidas hoje consideradas “impagáveis” em compromissos viáveis para os consumidores.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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