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Oi (OIBR3) diz que caixa pode cair para R$ 19,6 milhões e alerta para risco à continuidade das operações em agosto

09 jul 2026, 19:47 - atualizado em 09 jul 2026, 19:47
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(Imagem: REUTERS/Nacho Doce)

A Oi (OIBR3), em recuperação judicial, informou nesta quinta-feira (9) que a continuidade operacional do Grupo Oi poderá se tornar insustentável a partir de 1º de agosto de 2026, diante do agravamento de sua situação financeira.

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Em fato relevante, a companhia afirmou que o gestor judicial do Grupo Oi apresentou uma petição nos agravos de instrumento que discutem a decisão que converteu a recuperação judicial em falência com continuidade provisória das atividades.

Segundo a empresa, o gestor anexou as duas manifestações mais recentes encaminhadas ao Juízo da Recuperação Judicial, com informações atualizadas sobre a situação econômico-financeira do grupo.

De acordo com a manifestação, a disponibilidade de caixa do Grupo Oi deve recuar de R$ 88,1 milhões para R$ 19,6 milhões até o fim de julho de 2026. O gestor judicial afirmou que essa redução poderá tornar a operação insustentável do ponto de vista da continuidade operacional a partir de 1º de agosto.

A manifestação foi protocolada após a suspensão do julgamento dos agravos de instrumento apresentados pelo Itaú Unibanco e pelo Banco Bradesco contra a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro que, em novembro de 2025, convolou a recuperação judicial da Oi e de duas subsidiárias em falência, mantendo provisoriamente suas atividades.

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O julgamento foi interrompido em 30 de junho de 2026 após pedido de vista do desembargador Augusto Alves Moreira Júnior.

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Editor
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em finanças. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em finanças. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.

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