Economia

Opep reduz previsão de demanda global por petróleo em 2026 e mantém projeção para PIB do Brasil

13 maio 2026, 9:55 - atualizado em 13 maio 2026, 9:55
Um modelo de uma bomba de petróleo é visto em frente ao logotipo da Opep nesta ilustração 09/01/2026 REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
(Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration)

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reduziu sua projeção para o crescimento da demanda global por petróleo em 2026, em meio a perspectivas de desaceleração do consumo em economias desenvolvidas.

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Segundo relatório mensal divulgado nesta quarta-feira (13), a expectativa passou de 1,4 milhão para 1,2 milhão de barris por dia (bpd), o que levaria o consumo global da commodity a 106,33 milhões de bpd no próximo ano.

Para 2027, no entanto, o cartel elevou em 200 mil bpd sua estimativa de crescimento da demanda, para 1,5 milhão de bpd. Caso o cenário se confirme, o consumo mundial de petróleo atingirá 107,87 milhões de bpd.

A entidade destacou que os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico devem registrar expansão mais moderada da demanda, com alta de 100 mil bpd em 2026 e de 200 mil bpd em 2027.

Já os países fora da OCDE continuarão liderando o avanço do consumo, com projeções de aumento de 1,1 milhão de bpd em 2026 e de 1,3 milhão de bpd no ano seguinte.

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Projeção do PIB

No mesmo relatório, a Opep manteve inalteradas suas previsões para o crescimento da economia global. A expectativa é de expansão de 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2026 e de 3,2% em 2027.

Para os Estados Unidos, a organização segue projetando crescimento de 2,2% em 2026 e de 2,0% em 2027. Na zona do euro, a estimativa para 2026 foi revisada de 1,2% para 1,1%, enquanto a projeção para 2027 permaneceu em 1,2%.

Já para a China, a Opep elevou a previsão de crescimento econômico em 2026, de 4,5% para 4,6%, mantendo a expectativa de expansão de 4,5% em 2027.

No caso do Brasil, a organização manteve as projeções de crescimento do PIB em 2,0% para 2026 e em 2,2% para 2027.

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Segundo a Opep, a atividade econômica brasileira deve continuar sendo sustentada pela demanda doméstica e por condições financeiras mais favoráveis, embora persistam incertezas relacionadas ao cenário fiscal e aos efeitos do aperto monetário.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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Coordenadora de redação
Formada em Jornalismo pela PUC-SP, tem especialização em Jornalismo Internacional. Atua como coordenadora de redação no Money Times e já trabalhou nas redações do InfoMoney, Você S/A, Você RH, Olhar Digital e Editora Trip.
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