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Pague Menos (PGMN3) vê lucro saltar 325,6% no 1T26; veja os destaques do balanço

05 maio 2026, 9:08 - atualizado em 05 maio 2026, 9:21
Pague Menos
(Foto: Divulgação)

A rede de farmácias Pague Menos reportou lucro líquido ajustado de R$ 55,6 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), uma alta de 325,6% ante os R$ 13,1 milhões reportados no mesmo período do ano passado, mostra relatório de resultados divulgado na segunda-feira (4).

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado avançou 36,1%, para R$ 204,7 milhões. A margem Ebitda ajustada ficou em 4,9%, um avanço de 0,8 ponto percentual na comparação anual.

“Este é o sétimo trimestre consecutivo em que registramos crescimento de Ebitda superior a 30%. O que reforça a consistência da nossa evolução operacional”, aponta Luiz Novais, Vice-Presidente Financeiro, de RI e M&A da Pague Menos.

A receita bruta da Pague Menos totalizou R$ 4,14 bilhões no período de janeiro a março, uma alta de 14,4% frente o mesmo período em 2025.

No primeiro trimestre deste ano, a companhia realizou uma abertura e dois fechamentos de lojas, resultando em 1.688 pontos de venda ao final do trimestre.

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“Apesar do reduzido ritmo de aberturas no primeiro trimestre, a companhia conta com um relevante pipeline de lojas em diferentes estágios de implantação, o que deve sustentar uma aceleração gradual do ritmo de expansão orgânica”, diz a Pague Menos.

Outros números da Pague Menos

A companhia registrou crescimento total de 14,4% no 1T26, com 13% de crescimento no conceito mesmas lojas. Segundo o balanço, lojas maduras cresceram 12,8%, equivalente a mais de 3 vezes a inflação do período.

“A desaceleração em relação ao trimestre anterior é explicada principalmente por bases de comparação progressivamente mais fortes, evidenciado pelo expressivo crescimento mesmas lojas de 45% acumulado em três anos, similar aos 47% observados no 4T25”, pontua a rede de farmácias.

A companhia reduziu sua alavancagem financeira para 1,9 vezes a relação dívida líquida sobre o Ebitda no 1T26, uma queda de 0,9 vez em relação ao mesmo período do ano anterior.

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A evolução, segundo a companhia, reflete a combinação de crescimento operacional e disciplina financeira, com melhoria contínua no perfil da dívida.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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