Estados Unidos (EUA)

Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem em meio à resiliência do mercado de trabalho

21 maio 2026, 10:01 - atualizado em 21 maio 2026, 10:01
ADP MERCADO DE TRABALHO EUA
(Imagem: Getty Images Signature)

O número de norte-americanos que entraram com pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, indicando resiliência do mercado de trabalho e dando ao Federal Reserve espaço para se concentrar no aumento da inflação.

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Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 3.000, para 209.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 16 de maio, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (21). Economistas consultados pela Reuters previam 210.000 pedidos para a última semana.

Embora os economistas esperem que os pedidos de auxílio-desemprego aumentem no verão devido a uma peculiaridade sazonal, o mercado de trabalho permanece em um padrão de espera. Os mercados financeiros preveem que o banco central dos EUA mantenha sua taxa de juros de referência na faixa de 3,50% a 3,75% no próximo ano.

A guerra entre os EUA e Israel com o Irã interrompeu a navegação no Estreito de Ormuz, aumentando os preços do petróleo e de outras commodities, incluindo fertilizantes, produtos petroquímicos e alumínio.

A ata da reunião de 28 e 29 de abril do banco central, publicada na quarta-feira, mostrou que as preocupações com a inflação provocada pela guerra com o Irã se intensificaram no mês passado, com um número cada vez maior de autoridades dizendo que o Fed deveria estabelecer as bases para um possível aumento de juros.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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