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Perdedor da taxação de 25% pelos EUA? WEG (WEGE3) pode sofrer com ‘risco adicional’, alerta Citi

02 jun 2026, 15:54 - atualizado em 02 jun 2026, 15:54
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WEG (WEGE3) - Imagem: iStock/peshkov/Divulgação

O Citi avalia que a determinação da Seção 301 do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), de sobretaxar certos itens em 25%, introduz um risco adicional para a WEG (WEGE3). O impacto, no entanto, depende do escopo e da forma de implementação da medida, considera o banco.

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“É importante destacar que a medida ainda não entrou em vigor, já que as tarifas propostas passarão por um processo de consulta pública, com possível implementação a partir de 15 de julho”, afirma o Citi.

De acordo com o banco, hoje, cerca de 25% das receitas da WEG estão ligadas a exportações do Brasil para os Estados Unidos, o que torna parte de seu portfólio exposta às tarifas.

Assim, os motores industriais — atualmente sujeitos a tarifas de aproximadamente 10% sob a Seção 122 — parecem ser o segmento mais vulnerável, complementa.

Por volta das 15h21 (horário de Brasília), a WEGE3 registrava perdas de 2,05%, a R$ 42,12, com os possíveis riscos tarifários no radar. No mesmo horário, o Ibovespa (IBOV) subia 1,24%, aos 174.335,60 pontos.

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Consequências para WEG no curto prazo

Caso a determinação da Seção 301 seja confirmada — o que tornaria a Seção 122 redundante —, as tarifas em torno de 25% representariam um aumento adicional para as exportações da WEG de origem brasileira destinadas aos Estados Unidos, reforçando os incentivos para a empresa localizar sua produção na América do Norte, segundo o Citi.

Na avaliação do banco, embora a presença global da companhia ofereça mecanismos para mitigar os impactos da taxação, o efeito líquido tende a pressionar as margens no curto prazo.

O Citi mantém recomendação neutra com preço-alvo de R$ 43, o que implica um potencial de valorização de 14% em relação ao fechamento anterior.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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