Eleições 2026

Quaest: Lula mantém liderança no primeiro turno, mas Flávio Bolsonaro supera presidente no segundo turno

14 set 2026, 10:39
Lula e Flávio Bolsonaro na Quaest: equilíbrio (Ricardo Stuckert/PR e Andressa Anholete/Agência Senado)

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 36% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 31% das intenções de voto no primeiro turno. Lula manteve o mesmo porcentual da pesquisa passada, divulgada em em 7 de setembro, e Flávio Bolsonaro cresceu dois pontos sobre os 29%.

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Augusto Cury (Avante) obteve com 7%, queda de 1 ponto sobre o 8% obtidos no levantamento passado e segue como terceiro colocado.

Renan Santos (Missão) saiu de 3% para 4%, Ronaldo Caiado (PSD) também foi de 3% para 4% e Romeu Zema (Novo) variou de 2% para 1%. Outros candidatos não pontuaram. Brancos e nulos e os que declaram que não votarão saíram de 8% para 7% e os indecisos permaneceram em 10% entre os levantamentos.

Segundo turno

Na principal simulação de segundo turno da Quaest, Lula tem 40% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro 42% O presidente perdeu 1 ponto ante levantamento anterior, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro cresceu 1 ponto nas intenções de voto registradas há uma semana, quanto ambos tinham 41%.

Com o resultado, ambos mantêm o empate técnico, já que a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, mas foi a primeira vez que Flávio Bolsonaro superou numericamente Lula desde a pesquisa de 15 de abril, ou seja, em cinco meses.

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Ainda segundo a projeção para esse cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, 13% declararam votos em branco, nulo ou que não votariam e 5% estavam indecisos.

Mais segundo turno

Em outros cenários com Lula na disputa do segundo turno, o presidente venceria Zema por 45% a 33%, ante 44% a 33% na pesquisa passada, bateria Caiado por 41% a 39% (41% a 38% em 7 de setembro), e teria vantagem de 41% a 38x% sobre Renan Santos (42% a 37%). No embate com Augusto Cury, o presidente teria 38% contra 36% do escritor, ante 39% contra 35% no levantamento passado, e também venceria no segundo turno.

A pesquisa Quaest apontou que 73% dos entrevistados já definiram o voto no primeiro turno, ante 71% no levantamento anterior e que 27% ainda podem mudar sua escolha, contra 29% da pesquisa passada.

Pesquisa espontânea e rejeição

Na pesquisa espontânea, na qual os nomes não são fornecidos aos entrevistados, Lula foi citado pelos mesmos 28% de 7 de setembro, Flávio Bolsonaro por 23%, ante 20% na pesquisa anterior e Augusto Cury aparece com 3%.

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Outros nomes foram citados por 3%, ante 5% no levantamento anterior, e os que se declararam indecisos saíram de 42% para 41%, com 2% de brancos/nulos e que não vão votar.

Lula e Flávio Bolsonaro foram rejeitados por 55% dos eleitores cada, em respostas múltiplas; Caiado, por 42%; Zema por 40%; Renan Santos por 30% e Cury por 26%.

Avaliação e aprovação do governo

A pesquisa Quaest apontou que 50% desaprovam e 43% aprovam o governo do presidente Lula. Outros 7% não souberam ou não responderam. A avaliação do governo Lula foi negativa para 38% dos entrevistados, positiva para 32% e regular para 27%, com 3% que não souberam ou não responderam.

Metodologia

Na pesquisa, foram consultados 2.004 eleitores presencialmente entre a quinta-feira (10) e este domingo (13). A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e a pesquisa tem o registro BR-03607/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.

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