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Petróleo fecha em alta com preocupações com oferta

14 set 2026, 16:39 - atualizado em 14 set 2026, 16:46
petróleo
(Foto: AlterYourReality / iStock)

Os preços do petróleo chegaram a encostar em US$ 110 na manhã desta segunda-feira (14), com escalada das tensões e preocupações sobre a oferta da commodity.

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O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro fechou com alta de 1,02%, a US$ 105,68 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Na máxima intradia, o Brent foi cotado a US$ 109,80.



Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para outubro também subiu 1,34%, a US$ 101,39 o barril.

O que impulsionou o petróleo?

As tensões no Oriente Médio aumentaram com nova onda de ataques e a interrupção do gasoduto da Arábia Saudita. A instalação petrolífera, que atravessa o reino, é peça-chave da estratégia da Arábia Saudita de redirecionar suas exportações de petróleo para o Mar Vermelho, evitando o Estreito de Ormuz.

Nesta segunda-feira, os houthis do Iêmen, alinhados com o Irã, lançaram um novo ataque contra a Arábia Saudita e os países árabes do Golfo Pérsico adiaram as negociações previstas com o Irã.

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A commodity, porém, recuou das máximas da sessão em meio a relatos de negociações entre Estados Unidos e Irã, segundo autoridades paquistanesas. O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a afirmar hoje que o Irã quer fechar um acordo “com urgência”, o que foi negado pelo Irã.

Trump ainda disse que outros países deverão reembolsar Washington pelos custos relacionados ao conflito com o Irã, ao afirmar que a incursão americana no Golfo Pérsico agiu muito mais pelos interesses “dos outros do que por nós mesmos”.

O republicano também disse que Ucrânia e Rússia concordaram em suspender ataques contra alvos de energia um do outro, em meio à disparada nos preços do diesel nos EUA.

*Com informações de Reuters e Estadão Conteúdo

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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