Commodities

Petróleo recua com nova proposta de paz do Irã e sinais de negociação com EUA

01 maio 2026, 13:14 - atualizado em 01 maio 2026, 13:15
petróleo
(Foto: Reuters/Eli Hartman)

Os preços do petróleo operam em queda nesta sexta-feira (1º), após o envio de uma nova proposta de paz do Irã a mediadores no Paquistão, reacendendo a possibilidade de um acordo com os Estados Unidos.

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O barril do petróleo WTI, referência nos EUA, recuava cerca de 5%, negociado próximo de US$ 100. Já o Brent, referência global, caía perto de 3%, para a faixa de US$ 107.

Autoridades paquistanesas confirmaram que o Irã encaminhou uma versão atualizada de sua proposta para encerrar o conflito, que já teria sido repassada ao governo norte-americano.

Apesar da sinalização de diálogo, o cenário segue incerto. As tensões continuam elevadas, especialmente por conta das restrições no Estreito de Ormuz — rota estratégica por onde passa cerca de 20% da oferta global de petróleo.

Prazo político nos EUA entra no radar

O movimento ocorre em meio a um prazo relevante em Washington. O presidente Donald Trump enfrenta um limite de 60 dias, previsto na legislação americana, para obter autorização do Congresso para ações militares relacionadas ao conflito com o Irã.

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A Casa Branca, no entanto, sustenta que o cessar-fogo firmado há cerca de três semanas teria encerrado formalmente as hostilidades, o que dispensaria a necessidade de aval dos parlamentares.

Segundo integrantes do governo, a ausência de confrontos diretos desde o início da trégua seria suficiente para caracterizar o fim do conflito sob a ótica legal.

Tensão persiste no Oriente Médio

Mesmo com a trégua, o ambiente segue delicado. Os Estados Unidos mantêm restrições econômicas ao Irã, enquanto Teerã resiste em normalizar o tráfego no Estreito de Ormuz sem a retirada dessas medidas.

Nos bastidores, também há relatos de que o comando militar americano preparou novos planos de ataque, caso as negociações não avancem.

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Do lado iraniano, autoridades já sinalizaram que eventuais novas ofensivas poderiam provocar uma resposta mais dura contra posições dos EUA na região.

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