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Por que você deveria olhar esta criptomoeda que chamou a atenção até do presidente dos EUA, Donald Trump

17 abr 2026, 11:36 - atualizado em 17 abr 2026, 11:36
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(Imagem: Crypto Times)

A Chainlink (LINK) é apontada por diferentes casas de análise como uma das criptomoedas mais estratégicas do momento, especialmente no contexto de avanço da tokenização de ativos do mundo real (RWAs) e do aumento da participação institucional em blockchain.

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A Coinext reforça essa leitura ao definir o Chainlink como a principal camada intermediária de dados do mercado cripto, responsável por conectar contratos inteligentes a informações do mundo real — como preços de ativos, taxas de câmbio e eventos externos — de maneira segura e verificável.

A casa destaca o Cross-Chain Interoperability Protocol (CCIP) como o produto mais estratégico do ecossistema, permitindo a movimentação de tokens e dados entre diferentes blockchains por meio de uma ponte auditada com monitoramento independente em tempo real.

Como demonstração prática dessa adoção, a Coinext ressalta que a Chainlink foi escolhida como infraestrutura oficial de transferências cross-chain da stablecoin USD1, da World Liberty Financial (WLFI), instituição financeira ligada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de fornecer dados de preços ao protocolo de empréstimos do projeto desde sua criação.

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Assim, a presença de LINK na carteira da WLFI, com cerca de US$ 6,7 milhões em posição no ativo e compras recentes identificadas on-chain, é interpretada como um sinal de confiança ativa no protocolo.

A análise também aponta a expansão da adoção institucional, com a integração completa da infraestrutura da Chainlink à Unichain, blockchain da Uniswap (UNI), que já gerou mais de US$ 16 milhões em receita adicional ao ecossistema, além de seu uso como ponte oficial da ADIChain, rede de tokenização com foco no Oriente Médio, na África e na Ásia, que concentra mais de US$ 240 bilhões em ativos institucionais.

Bancos como ANZ e SBI Digital Markets também utilizam o protocolo para liquidação de pagamentos internacionais, consolidando o Chainlink como padrão de infraestrutura para o ciclo de tokenização em curso.

Futuro promissor e com desconto

Quem também reforça essa ideia é a Bitso. À medida que instituições financeiras passam a migrar operações para redes descentralizadas, cresce de forma significativa a demanda por dados confiáveis e integração segura entre sistemas, cenário no qual o Chainlink desempenha um papel central.

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Ao conectar contratos inteligentes a informações externas, o protocolo viabiliza aplicações mais complexas e seguras, posicionando o LINK como um ativo de infraestrutura que tende a ganhar ainda mais relevância em um ambiente que valoriza confiabilidade e robustez tecnológica.

Já a Vault Capital classifica o Chainlink como o ativo de maior assimetria da lista analisada. Na visão da casa, o protocolo não concorre com blockchains como Ethereum ou Solana, mas atua como infraestrutura essencial utilizada por ambas, além de praticamente todas as aplicações DeFi relevantes.

A tese central está ancorada na expansão da tokenização de ativos reais (RWA), cujo mercado on-chain atingiu US$ 26,48 bilhões em março de 2026, com crescimento consistente no curto prazo. Segundo a Vault, todo ativo real tokenizado depende de um oracle confiável para operar corretamente, e a Chainlink se consolidou como padrão de fato desse setor.

Soma-se a isso o fato de o token estar cerca de 77% abaixo do seu topo histórico de 2021, o que, na avaliação da casa, cria uma janela de entrada historicamente atrativa.

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O perfil, portanto, é descrito como assimétrico: menor exposição relativa, mas elevado potencial de multiplicação para investidores dispostos a aguardar a maturação plena da narrativa de tokenização de ativos reais.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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