Radar do mercado

Braskem (BRKM5), Embraer (EMBJ3), Irani (RANI3) e outros destaques desta quinta-feira (30)

30 abr 2026, 9:23 - atualizado em 30 abr 2026, 9:23
Braskem
(Imagem: Instagram/Braskem)

A eleição da presidente da Petrobras para a liderança do conselho de administração da Braskem (BRKM5), os dividendos da Embraer (EMBJ3), e o balanço do primeiro trimestre de 2026 da Irani Papel e Embalagem (RANI3), são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (30).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira os destaques corporativos de hoje

Acionistas da Braskem (BRKM5) elegem presidente da Petrobras (PETR4) para liderar conselho de administração

Acionistas Braskem (BRKM5) elegeram a presidente-executiva da Petrobras (PETR4), Magda Chambriard, como presidente do conselho de administração da petroquímica.

A eleição ocorreu depois que a Petrobras assinou novo acordo de acionistas da Braskem na semana passada, após a antiga controladora da petroquímica Novonor acertar acordo com a IG4 Capital para transferência de sua participação na empresa.

Além de Chambriard, também foram eleitos para compor o colegiado da petroquímica, como membros efetivos, Héctor Núñez, Olavo Bentes David, William França da Silva, Fernando Sabbi Melgarejo, Mauricio Dantas Bezerra, Lucas Cive Barbosa e Hélio Baptista Novaes.

Como membros independentes, foram escolhidos Paulo Roberto Britto Guimarães, José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha e Gesner José de Oliveira Filho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embraer (EMBJ3) anuncia pagamento de dividendos aos acionistas

A Embraer (EMBJ3) aprovou a distribuição de R$ 7,64 milhões em dividendos aos seus acionistas, mostra comunicado enviado ao mercado na noite de quarta-feira (29). O montante equivale a R$ 0,01074141828 por ação ordinária.

Farão jus ao recebimento os acionistas com posição acionária na companhia em 11 de maio de 2026. As negociações ocorrerão ex-dividendos a partir do dia seguinte, 12 de maio.

O pagamento dos dividendos será realizado à vista, em moeda corrente nacional, em 20 de maio de 2026.

Na data do pagamento, a companhia creditará os dividendos devidos a cada acionista, conforme o número de ações de sua titularidade na data de corte, de acordo com o domicílio bancário fornecido ao BTG Pactual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O valor por ação a ser pago pode sofrer pequena variação em decorrência do programa de recompra de ações de emissão da companhia em vigor.

Lucro da Irani (RANI3) encolhe 68,1% no 1T26, a R$ 19,4 milhões

A Irani Papel e Embalagem (RANI3) reportou lucro líquido de R$ 19,4 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), uma contração de 68,1% na comparação com o mesmo período em 2025, mostra relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira (30).

A cifra veio bem abaixo da expectativa do mercado. Consenso reunido pela Bloomberg apontava para lucro de R$ 44 milhões no período de janeiro a março.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia, que mede o desempenho operacional, totalizou R$ 113,5 milhões no período, queda de 16,7% ante um ano antes. A margem Ebitda ajustada caiu 4,5 pontos percentuais, para 27,7% no 1T26.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A receita líquida de vendas da Irani foi de R$ 409,8 milhões, queda de 3,1% na comparação com o primeiro trimestre de 2025.

Do total de receita, R$ 371,2 milhões veio do mercado interno, que sofreu com uma contração de 2,4% na comparação anual. Outros R$ 38,5 milhões são do mercado externo, que recuou 10%.

Multiplan (MULT3) fecha 1º trimestre com lucro de R$ 316 milhões

A operadora de shopping centers e empreendimentos imobiliários Multiplan (MULT3) teve lucro líquido de R$ 316,14 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 35% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado na quarta-feira (29).

A empresa teve um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 516,48 milhões de janeiro ao final de março, alta de 29% sobre o mesmo período de 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A média de previsões de analistas do setor compilada pela LSEG apontava para lucro líquido de R$ 234,4 milhões e Ebitda de R$ 463,2 milhões.

A receita operacional líquida sob o indicador NOI — importante na avaliação do desempenho de um shopping — somou R$ 477,2 milhões ante R$ 465,4 milhões no primeiro trimestre de 2025.

Nubank (ROXO34) e Mercado Livre (MELI34) entram em lista de companhias mais influentes do setor financeiro

Nubank (NU;ROXO34) e Mercado Livre (MELI34), que possuem forte atuação na região da América Latina, estão entre as empresas mais influentes do setor financeiro em 2026, segundo a primeira edição do ranking TIME100 Companies: Industry Leaders, divulgado pela TIME.

A nova lista destaca companhias que vêm redefinindo padrões em seus segmentos ao redor do mundo. Ao todo, a iniciativa reúne 20 rankings setoriais, contemplando 200 empresas reconhecidas por sua influência em diferentes indústrias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A presença de “NU e MELI” reflete o avanço de modelos digitais na oferta de serviços financeiros fora de bancos tradicionais, especialmente em uma região historicamente marcada pela baixa inclusão bancária.

Iguatemi (IGTI11) anuncia investimentos de até R$ 600 milhões e confirma dividendos milionários para 2026

A operadora de shopping centers Iguatemi (IGTI11) anunciou na quarta-feira (29) a previsão de investimento total em 2026 e 2027 entre R$ 450 milhões e R$ 600 milhões, segundo fato relevante divulgado ao mercado.

A companhia afirmou que o “alvo central” da projeção é de R$ 550 milhões e que a estimativa reflete “o avanço do seu “pipeline de expansão e os investimentos de manutenção” já informados.

A Iguatemi ainda afirmou que estima pagar em 2026 R$ 200 milhões em dividendos, montante já declarado em dezembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Duas parcelas da remuneração já foram pagas e as próximas duas ocorrerão em 29 de julho e 29 de outubro.

CPFL Energia (CPFE3) e Taesa (TAEE11) pagam quase R$ 5 bilhões em dividendos

A CPFL Energia (CPFE3) confirmou a aprovação de R$ 4,299 bilhões em dividendos referentes ao exercício de 2025 e a Taesa (TAEE11) aprovou R$ 310,1 milhões em proventos.

No caso da CPFL, o montante corresponde a R$ 3,73 por ação ordinária. O valor já havia sido antecipado ao mercado no mês passado, junto à divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25), e agora ganha caráter definitivo com o aval dos acionistas.

Terão direito ao pagamento os investidores com posição acionária nesta quarta-feira (29). A partir de quinta-feira (30), os papéis passam a ser negociados na condição de “ex-dividendos”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a CPFL, o pagamento dos dividendos será realizado até 31 de dezembro de 2026, em uma ou mais parcelas, com datas específicas ainda a serem informadas.

A Taesa tem R$ 310,1 milhões ainda a serem distribuídos. Esse valor corresponde a R$ 0,303 por ação ordinária e R$ 0,909 por unit.

Dentro desse montante, R$ 52,9 milhões referem-se a dividendos mínimos obrigatórios remanescentes, enquanto R$ 260,2 milhões dizem respeito a dividendos adicionais.

Assim como no caso da CPFL, terão direito aos proventos da Taesa os investidores que encerraram o pregão de hoje com os papéis em carteira. A partir de amanhã, as ações passam a ser negociadas “ex-dividendos”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O pagamento, porém, já tem data definida: será realizado em 27 de maio.

Melnick (MELK3) pagará R$ 20,3 milhões em dividendos

A Melnick (MELK3) informou na quarta-feira (29) que aprovou o pagamento de R$ 20,3 milhões em dividendos complementares aos acionistas, referentes ao exercício de 2025.

O valor corresponde a R$ 0,10037 por ação ordinária, considerando a base acionária atual e excluindo as ações em tesouraria.

Terão direito ao pagamento os investidores com posição em 29 de abril de 2026. A partir de 30 de abril, os papéis passam a ser negociados ex-dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dividendos serão pagos até 31 de dezembro de 2026, em data ainda a ser definida pela companhia, e não terão correção monetária.

Segundo a empresa, os proventos complementares fazem parte do total de R$ 94,1 milhões aprovados para distribuição, dos quais R$ 73,8 milhões já foram pagos anteriormente na forma de dividendos intercalares ao longo de 2025.

Motiva (MOTV3) tem lucro ajustado de R$ 627 milhões no 1º trimestre

A Motiva (MOTV3) teve lucro líquido ajustado de R$ 627 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 16,3% sobre o desempenho apurado um ano antes, segundo dados divulgados na quarta-feira (29) pela companhia de concessões de infraestrutura de transporte.

A empresa apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 2,24 bilhões no período, expansão de 9,3% ante o primeiro trimestre do ano passado. A margem cresceu 2,2 pontos, para 67,3%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$ 549,8 milhões para a Motiva no primeiro trimestre, com Ebitda de R$ 2,56 bilhões, segundo dados compilados pela LSEG.

A companhia afirmou que a melhoria no resultado veio com o processo de otimização de portfólio de ativos ocorrido nos últimos meses, com entrada de novos projetos que incluem rodovias em São Paulo e no Paraná e repactuação do contrato da BR-163, no Mato Grosso do Sul.

Kora Saúde chega em acordo com credores para reestruturação de dívidas

A Kora Saúde anunciou ao mercado, na noite de quarta-feira (29), que chegou a um acordo com seus principais credores para um plano de recuperação extrajudicial com a reestruturação de dívidas que resultará na adequação do passivo de curto e médio prazo da companhia.

De acordo com a companhia, a iniciativa representa um passo estratégico decisivo para consolidar a solidez do grupo e assegurar condições para que continue cumprindo sua missão de oferecer serviços de saúde de alta complexidade à população brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Adicionalmente, a companhia informa que, em paralelo ao plano de recuperação extrajudicial, mantém tratativas avançadas com credores titulares de obrigações não abrangidas por referido plano, com vistas à renegociação dos respectivos passivos e ao contínuo aprimoramento de sua estrutura de capital”, diz o documento.

No ano passado, a Kora teve seu registro de companhia aberta convertido categoria “A” para categoria “B”. As ações de emissão da companhia deixaram de ser negociadas na B3. A HIG Capital, controladora da Kora Saúde protocolou uma oferta pública de ações (OPA) para fechar o capital da companhia.

*Com informações da Reuters

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
Linkedin
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
Linkedin

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar