Radar do mercado

BTG Pactual (BPAC11), Petrobras (PETR4), Vivo (VIVT3) e outros destaques desta segunda-feira (11)

11 maio 2026, 8:50 - atualizado em 11 maio 2026, 8:52
BTGImagem: Divulgação/BTG Pactual
(Imagem: Divulgação/BTG Pactual)

Os resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026 do BTG Pactual (BPAC11), a produção recorde de refinaria da Petrobras (PETR4) e os números trimestrais da Vivo (VIVT3), são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (11).

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Confira os destaques corporativos de hoje

BTG Pactual (BPAC11): Lucro salta 42% e chega a R$ 4,8 bilhões no 1T26

O BTG Pactual (BPAC11) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 4,8 bilhões, alta de 42% em relação ao mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda (11).

O ROE, que mede o retorno sobre o patrimônio líquido, ficou em 26,6% no ano, salto de 3,4 pontos percentuais, mas queda de um ponto percentual em relação ao quarto trimestre.

Dessa forma, o BTG não só ultrapassou como abriu distância para o Itaú (ITUB4) no quesito rentabilidade, que chegou a 24% nesse trimestre. O BTG, junto com o Itaú, integra a seleta lista de bancos que conseguiram manter a rentabilidade acima de 20%.

“Entregamos mais um trimestre de resultados recordes, mesmo diante de um cenário mais desafiador ao longo do período, marcado por maior volatilidade nos mercados e tensões geopolíticas. Esse desempenho reflete a força e a diversificação da nossa plataforma”, afirma Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.

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Já a receita do banco de investimento no período cresceu 34%, para recorde de R$ 9,9 bilhões, “mesmo em um ambiente mais desafiador marcado pelo aumento das tensões geopolíticas e maior volatilidade nos mercados”.

Petrobras (PETR4): Abreu e Lima bate recorde de produção de diesel em abril

A refinaria da Petrobras (PETR4) Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco, estabeleceu um novo recorde de produção de diesel S-10, em abril, com 385 milhões de litros, superando a melhor marca anterior, de 373 milhões, registrada há quase uma década, em julho de 2016.

O aumento ocorre gradualmente desde o mês de março, quando a unidade ampliou seu processo de carga como forma de mitigar os impactos provocados pelas tensões geopolíticas globais.

O resultado, segundo a Petrobras, é fruto da implementação do projeto de Revisão e Ampliação (Revamp) em 2025, que expandiu a capacidade da refinaria para 130 mil barris/dia, estabelecendo o maior volume de carga processada de sua história.

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Com isso, a produção de Diesel S-10 cresceu aproximadamente 60% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, saltando de 244 mil m³ para 385 mil m³.

Vivo (VIVT3) lucra R$ 1,29 bilhão no 1T26, alta de 19%

A Vivo (VIVT3) teve lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 19,2% sobre o desempenho do mesmo período um ano antes mas abaixo das expectativas do mercado.

Segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, o resultado operacional medido pelo Ebitda ficou em R$6,21 bilhões, 8,9% acima do apurado no primeiro trimestre de 2025.

Analistas esperavam lucro líquido de R$1,52 bilhão e Ebitda de R$ 6,44 bilhões para a Vivo no primeiro trimestre, segundo média de previsões compilada pela LSEG.

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Já a receita operacional líquida cresceu 7,4%, alcançando a cifra de R$ 15,46 bilhões e superando as estimativas de R$ 15,28 bilhões.

Riachuelo (RIAA3) pagará juros sobre o capital próprio (JCP)

O conselho de administração da Riachuelo (RIAA3) aprovou a distribuição de R$ 40 milhões na forma de juros sobre o capital próprio (JCP), mostra documento enviado ao mercado na noite de sexta-feira (8).

O montante equivale ao valor bruto estimado de R$ 0,07967127013 por ação, considerando o número de ações ordinárias ex-tesouraria de emissão da companhia. O pagamento do provento ocorrerá a partir de recursos vindos da venda de terrenos remanescentes da antiga unidade fabril localizada em Fortaleza-CE.

“Esse movimento está alinhado à estratégia de melhoria da estrutura de capital da companhia”, diz a Riachuelo. O pagamento ocorrerá no dia 28 de dezembro de 2026, após o recebimento da última parcela da transação.

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Terão direito a uma fatia do provento aqueles com posição acionária na companhia m 13 de maio de 2026. Apartir de 14 de maio de 2026, negociações ocorrerão “ex-JCP”.

Copasa (CSMG3): Lucro líquido soma R$ 368,1 milhões no 1º trimestre

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais, a Copasa (CSMG3), reportou lucro líquido de R$ 368,1 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 14,1% ante igual intervalo de 2025. O Ebitda somou R$ 787,4 milhões entre janeiro e março, recuo de 3,2% na comparação anual. A margem Ebitda foi de 40,9% no período, ante 43,3% um ano antes.

A receita líquida cresceu 3,2%, totalizando R$ 2,128 bilhões no trimestre. A receita líquida de água avançou 1,6%, para R$ 1,264 bilhão, enquanto a de esgoto aumentou 4,2%, para R$ 661,0 milhões.

Segundo a companhia, a alta na receita de água e esgoto foi explicada principalmente pelo reajuste tarifário aplicado em 22 de janeiro, com Efeito Tarifário Médio (ETM) de 6,56% no âmbito da controladora.

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O impacto foi parcial nos primeiros 30 dias de aplicação e, ainda de acordo com a Copasa, foi parcialmente compensado pela queda de 0,15% no volume medido de água e esgoto e por um efeito negativo de R$ 21,5 milhões no consumo a faturar.

Copasa (CSMG3), Caixa Seguridade (CXSE3) e mais outras 7 empresas pagam dividendos

Na semana de 11 a 15 de maio, nove companhias da bolsa brasileira pagam dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas.

Na segunda-feira (11), a Copasa (CSMG3) realiza pagamento de JCP de R$ 0,468, com data de corte de 23 de março deste ano.

Já na sexta-feira, a Caixa Seguridade (CXSE3) paga dividendos de R$ 0,330, tendo como base os acionistas posicionados em 30 de abril de 2026.Na segunda-feira (11), a Copasa (CSMG3) realiza pagamento de JCP de R$ 0,468, com data de corte de 23 de março deste ano.

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Já na sexta-feira, a Caixa Seguridade (CXSE3) paga dividendos de R$ 0,330, tendo como base os acionistas posicionados em 30 de abril de 2026.

Energisa (ENGI11) anuncia R$18 bi em investimentos após assinar renovação de distribuidoras

A Energisa (ENGI11) estimou nesta sexta-feira (8) investimentos de R$18 bilhões nos próximos cinco anos nas distribuidoras de energia elétrica em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe, após assinar com o Governo Federal a renovação das concessões das quatro empresas.

Segundo a companhia elétrica, os recursos serão direcionados prioritariamente à ampliação e à modernização da infraestrutura elétrica, “proporcionando maior qualidade, segurança e capacidade de atendimento à população”.

O montante previsto está dividido em R$9,3 bilhões para Mato Grosso, R$4,4 bilhões para Mato Grosso do Sul, R$2,8 bilhões para Paraíba e R$1,7 bilhão para Sergipe.

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Grupos que controlam 14 distribuidoras de energia elétrica assinam nesta sexta-feira aditivos contratuais para estender suas concessões na área por mais de 30 anos, sob novas regras criadas pelo governo federal para aprimorar indicadores de qualidade dos serviços prestados e o atendimento aos consumidores.

Pacaembu Construtora registra lucro de R$ 83,8 milhões no 1T26

A Pacaembu Construtora anunciou que teve um lucro líquido de R$ 83,8 milhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de quase 50% em comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, de acordo com balanço publicado ao mercado.

O desempenho alcançou cifras recordes para o período, disse a empresa, com destaque no crescimento de mais de 85% nos lançamentos, para 4.279 unidades, enquanto o valor geral de vendas (VGV) quase dobrou ano a ano, para R$ 856,4 milhões.

A receita líquida do grupo cresceu 37,7%, para R$ 537,3 milhões.

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A empresa apurou preço médio dos lançamentos de R$ 200,1 mil no 1T26, expansão anual de 4,2% na comparação anual. No segmento de vendas líquidas, o preço médio subiu 5%, para R$ 201,6 mil.

O grupo encerrou o trimestre com posição de caixa líquido de R$ 80 milhões, acrescentou a Pacaembu.

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo


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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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