Radar do mercado

Cosan (CSAN3), Petrobras (PETR4), Embraer (EMBJ3) e outros destaques desta segunda-feira (18)

18 maio 2026, 9:15 - atualizado em 18 maio 2026, 9:16
Cosan csan3 (3)
(Foto: Divulgação)

As propostas da Cosan (CSAN3) pela fatia na Rumo, o contrato assinado pela Petrobras (PETR3;PETR4) para construir e operar 4 embarcações de apoio offshore, e o pagamento de proventos nesta semana pela Embraer (EMBJ3) e outras empresas, são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (18).

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Confira os destaques corporativos de hoje

Cosan (CSAN3) tem propostas na mesa por fatia na Rumo (RAIL3), diz site

A Cosan (CSAN3), que luta para diminuir sua alavancagem, já conta com pelo menos oito interessados por fatia da Rumo (RAIL3), apurou o site Pipeline, do Valor Econômico. Entre os nomes, estão a Bungue, Inpasa e Ultrapar (UGPA3).

Ao todo, a Cosan possui parcela de 23% na empresa logística. No primeiro trimestre, a Rumo lucrou R$ 266 milhões, alta de 41,1%.

Já a holding encerrou o trimestre com prejuízo R$ 1,58 bilhão no 1T26, uma melhora de 11% em relação às perdas de R$ 1,79 bilhão registradas no mesmo período do ano passado.

Mesmo assim, as ações chegaram a tombar mais de 9% em meio à dívida e resultado financeiro ainda pressionados.

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Petrobras (PETR4) assina contrato de R$ 11 bi para construir e operar 4 embarcações de apoio offshore

A Petrobras (PETR3;PETR4) assinou oito contratos num total de R$ 11 bilhões para a construção, afretamento e prestação de serviços de quatro embarcações de apoio submarino que serão usadas em operações em águas profundas e ultraprofundas.

Os acordos fazem parte do Programa Mar Aberto, voltado à renovação e ampliação da frota do Sistema Petrobras, e foram firmados com a DOF Subsea Serviços, em evento realizado na quinta-feira (14).

As unidades serão construídas no estaleiro Navship, em Navegantes, Santa Catarina, e serão do tipo RSV (ROV Support Vessel), embarcações destinadas a atividades de inspeção, manutenção e reparo submarino, consideradas estratégicas para a continuidade das operações offshore da companhia.

A expectativa da Petrobras é que o projeto gere cerca de 7 mil empregos diretos e indiretos ao longo das etapas de construção e operação, sendo aproximadamente 1,5 mil diretos e 5,6 mil indiretos.

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Embraer (EMBJ3), Petrobras (PETR3;PETR4) e outras 7 empresas pagam dividendos nesta semana

Na semana de 18 a 22 de maio, nove companhias da bolsa brasileira pagam dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas.

Na quarta-feira (20), a Embraer (EMBJ3) realiza pagamento de JCP de R$ 0,205 e R$ 0,093, com data de corte de 11 de maio deste ano.

Também na quarta-feira, a Petrobras (PETR3;PETR4) paga JCP de R$ 0,329 para a ação ordinária e preferencial, tendo como base os acionistas posicionados em 22 de abril de 2026.

Confira todas as empresas e as datas do pagamento de dividendos aqui.

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Vivo (VITV3) pagará R$ 600 milhões em juros sobre o capital próprio

A Vivo (VITV3) pagará R$ 600 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado na sexta-feira (15).

Segundo o comunicado, o valor por ação será de R$ 0,18. Com o imposto de renda, o valor cai para R$ 0,15.

Quem quiser aproveitar o dinheiro, tem até o dia 27 para comprar o papel. A partir dessa data, os papéis serão negociados ‘ex-JCPs’.

O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027.

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Vamos (VAMO3) capta R$ 600 milhões em aumento de capital

A Vamos (VAMO3) levantou R$ 600 milhões ao emitir 155.844.156 novas ações a R$ 3,85 cada, totalmente subscritas.

Com isso, o conselho homologou o aumento. De cada ação, R$ 1 foi para o capital social e R$ 2,85 direcionados à reserva de capital.

Com a operação, o capital social passou de R$ 1 bilhão para R$1,1 bilhão , e o total de ações ordinárias subiu de 1 bilhãopara 1,2 bilhão. As novas ações terão os mesmos direitos das já existentes e serão entregues aos subscritores em até três dias úteis.

O aumento foi integralmente subscrito, atingindo 100% do teto previsto. Segundo a companhia, isso é um sinal de confiança do mercado e da BNDES Participações (BNDESPAR) no modelo e no plano estratégico do Grupo SIMPAR.

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Além disso, entrou em vigor um acordo de acionistas entre a SIMPAR e a BNDESPAR.

Taurus (TASA4) vai ao prejuízo com Trump

A Taurus Armas (TASA4) divulgou na sexta-feira (15) prejuízo de R$ 36,6 milhões no primeiro trimestre, revertendo resultado positivo de R$ 18,6 milhões obtido um ano antes, segundo balanço ao mercado.

A companhia obteve um resultado operacional medido pelo Ebitda negativo em R$ 20,1 milhões, em meio a uma relativa estabilidade na receita líquida enquanto os custos do produto vendido (CPV) subiram 8%. Um ano antes, a Taurus teve Ebitda positivo em R$7 milhões.

A Taurus afirmou que seus resultados no primeiro trimestre foram atingidos pela tarifa de importação de 50% imposta pelo governo dos Estados Unidos, seu principal mercado, que acabou sendo retirada pela Suprema Corte do país em fevereiro.

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“A revisão judicial da política tarifária possibilitará a devolução da totalidade dos valores pagos a maior ao longo do período anterior, estimados, em nosso caso, em cerca de US$ 18 milhões”, afirmou a Taurus no balanço.

Marisa (AMAR3) reverte lucro e registra prejuízo líquido de R$ 95,8 milhões no 1T26

A Marisa (AMAR3) reportou prejuízo líquido de R$ 95,8 milhões referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), mostra relatório de resultados enviado ao mercado na noite de sexta-feira (15). A cifra representa uma reversão do lucro de R$ 2,4 milhões registrado no mesmo período do ano anterior.

De acordo com a companhia, o resultado teve impacto da base comparativa, uma vez no mesmo período em 2025 houve reconhecimento da atualização monetária de créditos tributários, efeito que beneficiou as receitas financeiras naquele trimestre.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que mede o desempenho operacional, caiu 66,9% na comparação anual, para R$ 28,6 milhões no período de janeiro a março deste ano.

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No caso da margem Ebitda, houve uma redução de 19 pontos percentuais (p.p.), caindo de 29% para 10%.

A varejista de vestuário teve receita líquida de R$ 286,5 milhões no primeiro trimestre deste ano, um recuo de 3,8% ante o mesmo período em 2025.

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo


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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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