Ibovespa

Rumo aos 250 mil pontos? Itaú BBA recomenda prudência, mas está otimista em relação ao Ibovespa

28 abr 2026, 11:15 - atualizado em 28 abr 2026, 11:15
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(istock.com/da-kuk)

“Prudência na seleção dos ativos”: é o que recomenda o Itaú BBA, analisando a queda do Ibovespa (IBOV) no início desta semana, fechando o pregão de ontem (27) aos 189.578 pontos.

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De acordo com os analistas, o principal índice da bolsa brasileira segue afetado pela instabilidade da guerra no Oriente Médio, apesar do cessar-fogo temporário.

Eles avaliam o momento como uma realização de lucros, na contramão dos mercados americanos que estão esticados, alcançando as máximas.

Segundo o BBA, os suportes atuais do IBOV se encontram nas posições de 188.100 e 184.300. A tendência é de alta no curto prazo, mirando a resistência inicial de 192.300 pontos, até a máxima de 199.354.

Caso a previsão de alta se comprove, a expectativa do BBA a médio prazo é que o Ibovespa alcance os 250.000 pontos.

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Apesar da perspectiva otimista, o relatório ainda ressalta a necessidade de cautela durante o período em que a guerra perdure, até que o mercado “sinta mais confortável para sustentar novas altas”.

Na manhã de hoje (28), o IBOV abriu o pregão em forte queda. Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em queda de 1,01% aos 187.663,61 pontos.

Confira a Carteira do Grafista do Itaú BBA:

AtivoDataPreço InicialÚltima CotaçãoRetorno AtualRetorno vs IbovObjetivo
USIM504/12/255,868,1438,91%23,63%6,9
CMIG411/02/259,3712,7936,50%-13,34%12,35
INBR3213/03/2430,6938,9726,96%-21,14%39,15
ARML311/02/265,075,141,38%1,44%7,5
LREN307/08/2517,2513,96-19,09%-57,95%21

*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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