Taesa (TAEE11), Bradesco (BBDC4), Casas Bahia (BHIA3) e outros destaques desta quinta-feira (17)
A nova presidente do conselho de administração da Taesa (TAEE11), a abertura da etapa de sobras no aumento de capital do Bradesco (BBDC3; BBDC4) e o enquadramento da B3 nas Casas Bahia (BHIA3) são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (17).
Confira os destaques corporativos
Taesa (TAEE11) elege novo nome para presidência do conselho
A Taesa (TAEE11) contará com Andrea Marques de Almeida como nova presidente do conselho de administração, mostra documento enviado ao mercado na quarta-feira (16).
Não é qualquer nome. Pouco tempo após se tornar CFO da Petrobras (PETR4), a executiva se surpreendeu ao entrar para a lista das 50 mulheres mais poderosas internacionalmente da ‘Fortune’, em 2019.
E no ano seguinte, em 2020, ao ser adicionada pela segunda vez consecutiva à lista anual das 100 mulheres mais poderosas da ‘Forbes’, ficando em 77ª posição.
Bradesco (BBDC4) abre etapa de sobras em aumento de capital
O Bradesco (BBDC3; BBDC4) encerrou a primeira etapa de seu aumento de capital com a subscrição de 402,47 milhões de novas ações, de um total de 604,85 milhões de papéis que poderiam ser emitidos. Com isso, 202,38 milhões de ações ficaram disponíveis para a etapa de sobras.
A operação foi anunciada pelo banco em julho e prevê a captação de pelo menos R$ 8 bilhões. Agora, os acionistas que exerceram o direito de preferência e, no momento da subscrição, manifestaram interesse em adquirir sobras poderão participar da nova etapa.
O prazo para a subscrição das sobras começa em 21 de setembro e termina em 25 de setembro de 2026.
Casas Bahia (BHIA3) leva enquadro da B3 para ações
A B3 enquadrou a Casas Bahia (BHIA3) para que divulgue um cronograma para o reenquadramento da cotação das ações, cuja regularização deverá ocorrer até 01 de março de 2027.
Desde 21 de julho, as ações da varejista operam abaixo de R$ 1. Norma da bolsa proíbe que os papéis, as chamadas penny stocks, fiquem abaixo de R$ 1 por mais de um mês.
Isso ocorre para evitar fortes volatilidades do papel.
Na bolsa, a Casas Bahia vive momento delicado, com a empresa em recuperação judicial. As ações despencaram de um pico acima de R$ 400 em 2020 para menos de R$ 1 em 2026.
Nesse período, a empresa acumulou perdas severas e dívidas estimadas em cerca de R$ 17,3 bilhões.
Casas Bahia esclarece notícia sobre fundo
A Casas Bahia também divulgou esclarecimentos sobre uma notícia publicada pela Veja a respeito do IBCB-AF01 Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC IBCB), após solicitação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A notícia, publicada em 14 de setembro, afirmava que a companhia havia colocado mais de R$ 1 bilhão em um fundo que possui relação com a empresa em recuperação judicial.
A Casas Bahia explicou que detinha, em 30 de junho de 2026, R$ 1,166 bilhão em cotas subordinadas do FIDC IBCB, equivalentes a 61,08% do patrimônio líquido do fundo. Essas cotas absorvem perdas antes das cotas seniores, que somavam R$ 743 milhões na mesma data.
A empresa, porém, destacou que não realizou aportes no FIDC durante o primeiro semestre de 2026.
Petrobras (PETR4) firma contratos para explorar oito blocos offshore na Costa do Marfim
A Petrobras (PETR4) informou nesta quinta-feira (17) que sua subsidiária integral Petrobras Netherlands B.V. (PNBV) assinou contratos de partilha de produção (PSCs) com a República da Costa do Marfim e com a PETROCI Holding para oito blocos exploratórios offshore (no mar) no país africano.
Os blocos contemplados são CI-513, CI-600, CI-601, CI-602, CI-603, CI-605, CI-701 e CI-702. Pelo acordo, a Petrobras terá 90% de participação e atuará como operadora, enquanto a estatal local PETROCI Holding ficará com os 10% restantes.
Segundo a companhia, os contratos garantem participação em áreas exploratórias consideradas de “elevado potencial” na margem equatorial africana.
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Petrobras (PETR4) aumentará preço do diesel para distribuidoras
A Petrobras (PETR3;PETR4) informou que aumentará o preço médio do diesel para distribuidoras em R$ 1 por litro pelo prazo de 30 dias, a partir desta quinta-feira (17), segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (16).
O ajuste será acompanhado da concessão de desconto no mesmo valor no âmbito da subvenção econômica instituída pelo governo federal, disse a estatal no comunicado.
Dessa forma, os preços de venda da Petrobras para as distribuidoras permanecerão inalterados.
Sabesp (SBSP3) avança com incorporação da EMAE
A Sabesp (SBSP3) e a EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) informaram na quarta-feira (16) que os acionistas da empresa de energia aprovaram, em assembleia geral extraordinária, a incorporação pela Sabesp da totalidade das ações da EMAE que ainda não pertencem a ela.
A operação já havia sido aprovada pelos acionistas da Sabesp em assembleia realizada em 30 de julho de 2026.
Com a aprovação da EMAE, as companhias disseram que não há outras providências societárias adicionais para a efetivação da transação, embora permaneça a possibilidade de a administração da EMAE, em até 10 dias após o fim do prazo para exercício do direito de retirada, convocar uma Assembleia Geral para reconsiderar a deliberação, considerando o volume de retiradas exercidas.
Pelos termos divulgados, os acionistas da EMAE, com exceção da Sabesp, receberão 1,3195 ação ordinária da Sabesp para cada ação ordinária ou preferencial da EMAE detida na data de consumação da operação. Como a relação de troca pode gerar frações, esses papéis serão agrupados e depois vendidos no mercado à vista da B3, com posterior repasse dos recursos aos ex-acionistas.
Rede D’Or (RDOR3) e Bradsaúde (SAUD3) avançam com compra de ativos para novo hospital em Jundiaí
A Rede D’Or (RDOR3) e a Bradsaúde (SAUD3) informaram ao mercado sobre a aquisição de ativos imobiliários em Jundiaí, no interior de São Paulo, pela Atlântica D’Or, parceria societária mantida entre a Rede D’Or e a Atlântica, controlada indiretamente pela Bradsaúde.
Segundo o comunicado, os ativos comprados serão destinados à construção e futura operação de um hospital no município. A gestão da unidade ficará sob responsabilidade da Rede D’Or.
A operação foi apresentada como mais uma iniciativa de crescimento orgânico da parceria. A estrutura societária da Atlântica D’Or será mantida, com participação de 50,01% da Rede D’Or e 49,99% da Atlântica.
Azevedo & Travassos Energia diz que unidade da Brava (BRAV3) encerra venda de ativos no RN
A Azevedo & Travassos Energia (ATE) anunciou na quarta-feira (16) que foi comunicada pela 3R Potiguar, unidade da Brava Energia (BRAV3), sobre encerramento unilateral de tratativas para compra de ativos no Rio Grande do Norte.
A ATE afirmou que a comunicação da unidade da Brava sobre o encerramento unilateral veio de forma “inesperada”, pois “até a véspera as partes estavam em preparação intensa para o fechamento da operação, com previsão de conclusão até o final de setembro”.
A negociação envolvia a compra pela Azevedo & Travassos Energia, em parceria com a Petro-Victory Energy Corp, dos ativos integrantes dos polos Porto Carão e Barrinha, na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, da Brava.
Intelbras (INTB3) aprova pagamento de JCP
A Intelbras (INTB3) aprovou a distribuição de R$ 20 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalentes a R$ 0,06112261897 por ação, segundo comunicado ao mercado.
Terão direito aos proventos os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 21 de setembro de 2026. A partir de 22 de setembro, os papéis serão negociados “ex-JCP”, sem direito ao pagamento anunciado.
O pagamento está previsto para 15 de março de 2027, sem atualização monetária ou juros.
Com a retenção de Imposto de Renda na fonte de 17,5%, o valor líquido será de R$ 0,05042616065 por ação, exceto para acionistas que comprovarem imunidade ou dispensa da retenção.
*Com informações da Reuters