Economia

Taxa de desemprego atinge 6,1% no primeiro trimestre de 2026, a menor taxa para o período

30 abr 2026, 9:21 - atualizado em 30 abr 2026, 9:35
Economia, Brasil, taxa de desemprego, IBGE
(Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)

O desemprego no Brasil subiu no primeiro trimestre de 2026, com a taxa de desocupação registrada em 6,1%, ante 5,1% no trimestre anterior. Trata-se da menor taxa para um trimestre encerrado em março na série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012.

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De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice avançou um ponto percentual em relação ao trimestre anterior, porém recuou 0,9 p.p em relação ao mesmo período do ano passado quando havia chegado a 7%.

O número de pessoas que buscavam emprego há dois anos ou mais cresceu para 1,1 milhão, avanço de 19,6% no comparativo trimestral e recuou 13% no comparativo anual.

No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores informais. Esse indicador ficou abaixo dos 37,6% registrados no trimestre anterior, bem como dos 38,0% do trimestre encerrado em março de 2025.

No período, o número de trabalhadores do setor privado que estavam empregados com carteira assinada ficou em 39,2 milhões, sem variações significativas no trimestre, mas subindo 1,3% no ano.

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A massa de rendimento médio real, ou seja, a soma das remunerações dos trabalhadores do país, bateu novo recorde no trimestre encerrado em março: R$ 374,8 bilhões com estabilidade no trimestre e alta de 7,1% no ano.

Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores chegou a novo valor recorde, chegando a R$ 3.722 e crescendo nas duas comparações: 1,6% no trimestre e 5,5% no ano.

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

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