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Tempo Real: Ibovespa recua com risco local e China; dólar sobe a R$ 5,69

18 out 2024, 6:43 - atualizado em 18 out 2024, 17:35
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Acompanhe o Ibovespa e os demais mercados em tempo real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

RESUMO: Com poucos destaques locais, o Ibovespa (IBOV) encerrou o pregão em tom negativo.

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Nesta sexta-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,22%, aos 130.499,26 pontos. Na semana, porém, o Ibovespa avançou 0,40%. 

Já o dólar à vista (USBRLterminou a sessão a R$ 5,6989 (+0,69%). No acumulado dos últimos cinco pregões, a moeda norte-americana avançou 1,49%. 

Lá fora, o mercado reagiu ao Produto Interno Bruto (PIB) da China.

O país apresentou uma expansão de 4,6% na atividade econômica do terceiro trimestre. O resultado ficou abaixo dos três meses anteriores, quando foi registrado uma expansão de 4,7%, mas veio acima das projeções de 4,5%.

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A dúvida agora é se o resultado melhor do que o esperado fará com que o governo chinês possa diminuir os planos de estímulos à economia, que estão sendo divulgados.

Nos Estados Unidos, a temporada de balanços concentrou as atenções, com o resultado de Netflix acima do esperado no terceiro trimestre. Dow Jones e S&P 500 renovaram o recorde de fechamento.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (18) em tempo real:

Ao vivo
JSL (JSLG3) anuncia programa de recompra de ações; veja condições

A JSL (JSLG3) informou nesta sexta-feira (18) que, em decorrência do vencimento de seu programa anterior de recompra de ações, o Conselho de Administração aprovou um novo programa.

A companhia disse que poderá adquirir até 13 milhões de ações ordinárias, representando aproximadamente 20,7% do total de ações em circulação no mercado. A efetiva recompra dependerá de fatores como o saldo das reservas disponíveis, conforme as limitações legais.

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Hypera (HYPE3) anuncia otimização do capital de giro, descontinua projeções para 2024 e inicia programa de recompra de ações

A Hypera (HYPE3) informou nesta sexta-feira (18), após discussões no Comitê de Estratégia e aprovação do Conselho de Administração, que iniciará um processo de otimização de capital de giro. A empresa também anunciou a descontinuidade de projeções financeiras para 2024 e disse que vai começar um programa de recompra de ações.

A estratégia de otimização de capital de giro, segundo a companhia, inclui a redução do prazo de pagamento concedido aos clientes, com a expectativa de aumentar a geração de caixa operacional em até R$ 2,5 bilhões até 2028 e R$ 7,5 bilhões nos próximos 10 anos. Essa medida visa proporcionar maior flexibilidade financeira para capturar oportunidades de crescimento, além de melhorar a eficiência operacional da companhia, disse.

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Embraer (EMBR3): Entregas sobem 33% no trimestre e empresa renova recorde

A Embraer (EMBR3), que vive céu de brigadeiro na bolsa, viu as entregas subirem 33% em relação ao mesmo período do ano passado, renovando recorde de US$ 22,7 bilhões da carteira de pedidos, mostra documento enviado ao mercado nesta sexta-feira (18).

  • Leia mais: Caixa muda regras de financiamento imobiliário e analista recomenda o que fazer com as ações de construtoras; veja aqui

Ao todo, a companhia entregou 57 aeronaves, ante 43 um ano atrás.

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Taxas futuras de juros se aproximam dos 13% com desconfiança na política fiscal

As taxas dos DIs subiram pela quarta sessão consecutiva nesta sexta-feira (18) e se aproximaram dos 13% em vários vencimentos, com a curva refletindo novamente a desconfiança na política fiscal do governo Lula, em um ambiente de incertezas também no exterior.

Das 14 sessões de outubro até agora, as taxas avançaram em dez oportunidades.

No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2025 — que reflete as apostas para a Selic no curtíssimo prazo — estava em 11,192%, ante 11,182% do ajuste anterior.

A taxa para janeiro de 2027 estava em 12,92%, ante o ajuste de 12,849%, e o vencimento para janeiro de 2028 marcava 12,955%, ante 12,89%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2030 estava em 12,97%, ante 12,917%, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 12,86%, ante 12,829%.

Assim como em sessões anteriores, a desconfiança na capacidade do governo de equilibrar as contas públicas impulsionou as taxas futuras no Brasil, a despeito de no exterior os rendimentos dos Treasuries estarem em baixa.

Perto do fechamento a curva precificava 90% de probabilidade de alta de 50 pontos-base da Selic em novembro, contra 10% de chance de elevação de 75 pontos-base. Na quinta-feira os percentuais eram de 88% e 12%, respectivamente. Atualmente a Selic está em 10,75% ao ano.

*Com informações de Reuters 

Bitcoin (BTC) pode chegar aos US$ 110 mil, segundo analista; veja como as criptomoedas se saíram nesta semana

O Bitcoin (BTC) dispara cerca de 2,40% durante esta sexta-feira (18), cotado a US$ 68.397,04. Apenas nesta semana, a maior criptomoeda do mercado acumulou uma alta de 8,56%.

Outras criptomoedas, como Ethereum (ETH) e Solana (SOL) subiram 1,60% e 3,20%, respectivamente, acumulando altas de 7,57% e 6,00% na semana.

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Marfrig (MRFG3) sobe 14% e Santos Brasil (STBP3) recua 12%; confira as maiores altas e quedas no Ibovespa na semana

Confira as maiores altas do Ibovespa na semana:

Confira as maiores baixas do Ibovespa na seman:

  • Santos Brasil (STBP3): -12,67%
  • PetroReconcavo (RECV3): -5,99%
  • Carrefour (CRFB3): -5,03%
Carrefour (CRFB3) cai 4%; confira as maiores baixas do Ibovespa nesta sexta-feira (18)

Na ponta negativa, as ações cíclicas lideraram as perdas, pressionadas pela abertura da curva de juros.

Confira as maiores baixas do Ibovespa nesta sexta-feira (18):

  • Carrefour (CRFB3): -4,25%, a R$ 6,98
  • Brava Energia (BRAV3): -3,53%, a R$ 16,95
  • Vivara (VIVA3): -3,15%, a R$ 26,16
  • Pão de Açúcar (PCAR3): -3,06%, a R$ 3,17
  • Azul (AZUL4): -2,47%, a R$ 5,93
Marfrig (MRFG3) sobe quase 6%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (18)

Marfrig (MRFG3) liderou os ganhos da sessão. Os papéis subiram mais de 6% durante a sessão após o Goldman Sachs iniciar a cobertura da empresa e recomendar a compra das ações.

Os analistas do banco esperam que o endividamento (alavancagem) da companhia tenha uma melhoria significativa nos próximos 18 meses.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (18):

  • Marfrig (MRFG3): +5,97%, a R$ 14,55
  • LWSA (LWSA3): +3,45%, a R$ 4,50
  • Minerva (BEEF3): +3,12%, a R$ 5,62
  • Eneva (ENEV3): +2,05%, a R$ 14,42
  • BRF (BRFS3): +1,93%, a R$ 24,35
Vale (VALE3) prevê R$ 170 bilhões em acordo de Mariana, mas não bate o martelo; entenda

A Vale (VALE3) prevê pagar cerca de R$ 170 bilhões no acordo de indenizações de Mariana, mostra fato relevante enviado ao mercado nesta sexta-feira. Apesar disso, a companhia diz que o acordo não foi assinado e terá que ser aprovado pelas partes, incluindo o conselho de administração.

No documento, a mineradora diz que o montante inclui:

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Ibovespa cai com Petrobras (PETR4) e China, mas índice acumula leve alta na semana; dólar recua a R$ 5,69

Os “pesos-pesados” do Ibovespa (IBOV) pesaram sobre o índice mais uma vez, em dia de desvalorização das commodities. Nesta sexta-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,22%, aos 130.499,26 pontos.

Na semana, porém, o Ibovespa avançou 0,40%. 

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**Ibovespa acumula alta de 0,40% na semana
**Ibovespa fecha com queda de 0,22%, aos 130.499,26 pontos
Inter vê Selic a 11,75%, mas alerta para potencial ciclo mais longo; veja as projeções atualizadas

O Inter atualizou suas projeções para o cenário macroeconômico brasileiro e elevou as expectativas para a taxa Selic de 11,25% para 11,75% ao final de 2024.

Para as próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), a casa espera altas de 0,50 ponto percentual, considerando a comunicação anterior, que indicou um início gradual de alta. Isso, no entanto, antecipou a aceleração no ritmo de alta para novembro e dezembro.

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S&P 500 e Dow Jones renovam recordes de fechamento com apoio de tecnologia

Nos Estados Unidos, Wall Street acompanhou novas declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed) e terminou a última sessão da semana em tom positivo, com ajuda do setor de tecnologia.

As ações da Nvidia estenderam os ganhos da véspera. Hoje o impulso foi dado pela elevação do preço-alvo para as ações da companhia pelo Bank of America (BofA).

O destaque do dia, porém, foi Netflix. Os papéis chegaram a subir mais de 10% durante o pregão após a empresa de streaming superar as estimativas de crescimento de assinantes no terceiro trimestre.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +0,40%, aos 5.864,67 pontos – maior nível histórico de fechamento; 
  • Dow Jones: +0,09%, aos 43.275,91 pontos – maior nível histórico de fechamento;
  • Nasdaq: +0,63%, aos 18.489,55 pontos.

Wall Street teve a sexta semana positiva consecutiva. Os índices S&P 500 e Nasdaq subiram cerca de 0,6% nos últimos cinco pregões e Dow Jones avançou 0,5% na semana.

Dólar renova máxima de dois meses e fecha em alta, a R$ 5,69; moeda norte-americana avança 1,5% na semana

O dólar à vista (USDBRL) voltou a subir ante as moedas emergentes com a desvalorização das commodities, em meio ao crescimento mais lento da economia chinesa.

Na comparação com o real, o dólar encerrou as negociações a R$ 5,6989 (+0,69%). Durante o pregão, a moeda norte-americana registrou a maior cotação intradia desde 6 de agosto, ao atingir R$ 5,7029.

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**Dólar acumula alta de 1,49% na semana
**Dólar à vista fecha a R$ 5,6989, com avanço de 0,69%
**Inter diz que crescimento da atividade dá sinais de desaceleração no 3º trimestre, mas espera que PIB cresça 2,9% no ano
**Inter eleva projeção para o IPCA de 4,4% para 4,5% em 2024
**Inter eleva expectativa para Selic de 11,25% para 11,75% ao final de 2024
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