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Tempo real: Ibovespa cai mais de 2% com tensão entre Brasil e EUA; dólar sobe a R$ 5,50

19 ago 2025, 6:30 - atualizado em 05 nov 2025, 11:01
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) perdeu quase 3 mil pontos durante a sessão com o temor de escalada das tensões comerciais entre os Estados Unidos e o Brasil.

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Nesta terça-feira (19), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 2,10%, aos 134.432,26 pontos. Durante o dia, o Ibovespa chegou a operar brevemente no nível dos 133 mil pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5009, com alta de 1,22%

Por aqui, os investidores acompanharam a escalada de tensão comercial entre Brasil e os Estados Unidos.

Ontem (18), o governo brasileiro enviou uma resposta formal à investigação dos EUA sobre supostas práticas comerciais injustas, rejeitando as alegações e questionando a legitimidade do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) para conduzir a investigação.

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Além disso, o ministro do STF Flávio Dino determinou que leis e decisões estrangeiras não podem afetar cidadãos, empresas ou bens no Brasil em relação a atos realizados no país. Na prática, Dino “bloqueou” a Lei Magnitsky — que afeta diretamente o também ministro do STF Alexandre de Moraes.

No exterior, os mercados também repercutiram a notícia de que Putin e Zelensky vão se encontrar para negociar a paz entre Rússia e Ucrânia. Além disso, os investidores aguardam o Simpósio de Jackson Hole, no final da semana.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (19) em tempo real:

Ao vivo
Nubank (ROXO34) turbina cartão Ultravioleta e acirra disputa por clientes de alta renda; veja benefícios

Na corrida por um pedaço da alta renda, o Nubank (ROXO34) ampliou os benefícios do Ultravioleta, seu cartão voltado a esse segmento.

Considerado mais seguro e com maior rentabilidade, o público de alta renda virou alvo da disputa entre bancos tradicionais e fintechs, que competem para oferecer cada vez mais vantagens ao segmento.

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EUA aceitam pedido de consulta do Brasil na OMC sobre tarifas

Os Estados Unidos aceitaram um pedido de consulta do Brasil na Organização Mundial do Comércio em relação às tarifas impostas sobre seus produtos, mesmo argumentando que as taxas são uma questão de segurança nacional, de acordo com um documento publicado no site da OMC.

O presidente norte-americano, Donald Trump, impôs uma tarifa de 50% sobre a maioria dos produtos brasileiros exportados aos EUA no início deste mês, em resposta ao que ele chamou de “caça às bruxas” contra seu aliado brasileiro, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está sendo julgado sob a acusação de planejar um golpe de Estado após sua derrota eleitoral em 2022.

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Três poderes compartilham culpa de escolhas fiscais equivocadas, diz Felipe Salto, da Warren

As escolhas feitas pelo Brasil no campo fiscal têm sido “erradas do ponto de vista do gasto”, avalia o economista-chefe da Warren Investimentos e ex-Secretário da Fazenda de São Paulo, Felipe Salto. Para ele, a responsabilidade é coletiva dos três poderes da República.

O maior entrave, segundo ele, está na agenda legislativa, que dificulta as iniciativas do Executivo voltadas a construir um modelo fiscal mais equilibrado.

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Sem açúcar: Raízen (RAIZ4) despenca após Petrobras (PETR4) negar aporte e sinalizar “preferência por etanol de milho”

As ações da Raízen (RAIZ4) caíram forte nesta terça-feira (19), refletindo principalmente o fato de a Petrobras (PETR4) ter negado que esteja estudando um investimento na companhia na véspera. No fechamento, a baixa era de 9,57%, com o papel negociado a R$ 1,04.

E dizer que os papéis da sucroalcooleira “amargaram” uma queda tem também um duplo sentido. Segundo rumores, os estudos da Petrobras consideram sim possíveis investimentos — mas no etanol de milho, e não no de cana-de-açúcar.

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Comissão do Senado aprova indicações para diretorias de ANP e Aneel

A Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou nesta terça-feira a indicação de Artur Watt Neto para o cargo de diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), após ser sabatinado, e o seu nome agora seguirá para avaliação em Plenário.

Funcionário de carreira da Advocacia Geral da União (AGU), Watt é especialista em direito público e no setor de gás e petróleo, com atuação no setor de arbitragem, entre outros cargos, segundo destacou a Agência Senado.

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WEG (WEGE3) aprova contratação de financiamentos

O conselho de administração da WEG (WEGE3) aprovou nesta terça-feira a contratação de dois financiamentos, um no valor de até R$ 130 milhões e outro de US$ 50 milhões, conforme ata da reunião do colegiado divulgada ao mercado.

A primeira captação, de até R$ 130 milhões e prazo de 18 meses, ocorre em favor de suas controladas Balteau Produtos Elétricos Ltda e Weg Turbinas e Solar Ltda, afirmou a empresa no documento, utilizando-se de uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Raízen (RAIZ4) despenca quase 10% e bancos recuam em bloco; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (18)

A ponta negativa foi liderada por Raízen (RAIZ4). Os papéis da petroquímica recuaram mais de 10%, zerando os ganhos da véspera (18), após a Petrobras negar investimento na petroquímica. A estatal afirmou que não há qualquer projeto ou estudo de investimento em etanol ou distribuição com a Raízen, em resposta à reportagem divulgada pelo jornal O Globo no fim de semana.

Além disso, o Citi rebaixou a recomendação de Raízen de compra para neutra.

Os bancos também pesaram sobre o Ibovespa. As perdas somaram mais de R$ 40 bilhões em valor de mercado.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (18): 

> Raízen (RAIZ4): -9,57%, a R$ 1,04

> Cosan (CSAN3): -6,41%, a R$ 5,40

> Banco do Brasil (BBAS3): -6,03%, a R$ 19,80

> Brava Energia (BRAV3): -5,24%, a R$ 18,64

> Natura (NATU3): -5,19%, a R$ 8,40

Apenas cinco ações sobem no Ibovespa; confira

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por  Minerva (BEEF3) com expectativas melhores para a companhia combinada com a valorização do dólar. Na visão do Itaú BBA, as oportunidades estão “emergindo” nos números do terceiro trimestre (3T25).

Da carteira teórica com 86 ativos, apenas cinco encerraram em tom positivo:

> Minerva (BEEF3): +2,93%, a R$ 5,27

> Suzano (SUZB3): +0,78%, a R$ 53,01

Hypera (HYPE3): +0,48%, a R$ 23,16

>Marfrig (MRFG3): +0,17%, a R$ 23,40

Vale (VALE3): +0,08%, a R$ 53,24

Ibovespa cai mais de 2% com bancos após ‘bloqueio’ da Lei Magnitsky; dólar sobe a R$ 5,50

O Ibovespa (IBOV) perdeu quase 3 mil pontos durante a sessão com o temor de escalada das tensões comerciais entre os Estados Unidos e o Brasil.

Nesta terça-feira (19), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 2,10%, aos 134.432,26 pontos. Durante o dia, o Ibovespa chegou a operar brevemente no nível dos 133 mil pontos. 

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Transpetro, da Petrobras (PETR4), relançará licitação para barcaças no Brasil

A Transpetro, subsidiária de transporte e logística da Petrobras (PETR4), deverá relançar uma licitação para a construção de barcaças após o baixo interesse em um processo de licitação iniciado em maio, disse o presidente da companhia, Sergio Bacci, nesta terça-feira.

Em maio, a empresa lançou a licitação para as quatro barcaças destinadas a operações de transporte de combustível, quatro empurradores e um rebocador, mas apenas um construtor naval apresentou propostas, a um preço considerado muito alto pela Transpetro, disse Bacci.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (19) em baixa de -2,20%, aos 134.294,25 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar sobe mais de 1% e fecha a R$ 5,50 com tensão entre Brasil e EUA

O dólar operou em forte alta em meio a crescente aversão a risco no cenário local e retornou ao nível do início de agosto.

Nesta terça-feira (19), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5009, com alta de 1,22%. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,5009, com alta de 1,22%
Ex-ministro da Fazenda aponta riscos das tarifas dos EUA para investidores e economia

As chamadas tarifas recíprocas aplicadas pelos Estados Unidos a diversos países devem gerar aumento da inflação e redução do crescimento norte-americano. A avaliação é de Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda, durante o Prumo Day, evento realizado nesta terça-feira (19) em São Paulo.

“Eu não tenho dúvida de que as tarifas atuais terão efeito sobre o preço ao consumidor. Nos EUA, teremos aumento da inflação e redução do crescimento”, afirmou.

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Cooperativas de crédito: A solução para STF se blindar de Lei Magnitsky, segundo colunista

Agentes financeiros teriam aconselhado ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) a abrirem contas em cooperativas de crédito, que não estão presentes no sistema financeiro mundial, informa a colunista da Folha de S.Paulo, Mônica Bergamo.

De acordo com a apuração, a medida seria uma forma de precaver os ministros da Lei Magnitsky, aplicada pelos Estados Unidos contra o juiz Alexandre de Moraes.

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>> Dólar à vista tem máxima a R4 5,5004, com alta de 1,21%
Petróleo cai 1% em meio às tratativas entre Rússia e Ucrânia

Os preços do petróleo encerraram a sessão desta terça-feira (19) em queda de mais de 1% em meio as negociações de um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia mediado pelos Estados Unidos.

Os contratos futuros do petróleo Brent, com vencimento em outubro, fecharam com baixa de 1,22%, a US$ 65,79 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

O petróleo West Texas Intermediate (WTI) para setembro teve recuou de 1,48%, a US$ 61,77 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, no mesmo horário.

XP (XPBR31) cai forte após resultados, apesar de lucro recorde; oportunidade?

A XP Inc (XPBR31) divulgou resultados do segundo trimestre que, apesar de baterem recorde de lucro, levantaram preocupações entre analistas.

O BDR encerrou a sessão com queda de 7,75%, a R$ 87,90.

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Virgo causa polêmica ao usar fundo de reserva de CRIs em aplicação de risco; entenda

A Virgo, uma das maiores securitizadoras do Brasil, direcionou recursos de um fundo de reserva de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) para uma aplicação considerada arriscada.

A decisão contrariou o objetivo desse tipo de fundo, que existe justamente para proteger investidores contra possíveis inadimplências.

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Juros futuros renovam máximas com insegurança jurídica após decisão de Dino

Os juros futuros renovaram as máximas intradia em todos os vértices com aversão a risco dos investidores.

Por volta de 15h30 (horário de Brasília), a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 operava a 14,08% de 13,98% no ajuste anterior. Já a taxa de DI para janeiro de 2030 operava a 13,55% ante 13,39% na véspera e o DI para janeiro de 2033 estava a 13,82% ante 13,68% do ajuste anterior.

Segundo a Broadcast, os bancos já buscam pareceres no exterior, com temor de enfrentarem sanções dos Estados Unidos caso não cumpram a Lei Magnitsky.

Ontem (18), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino decidiu que leis e decisões estrangeiras não podem afetar cidadãos, empresas ou bens no Brasil em relação a atos realizados no país.

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