Tempo Real

Tempo real: Ibovespa fecha em leve queda, mas tem saldo positivo na semana; dólar cai a R$ 5,91

24 jan 2025, 6:39 - atualizado em 24 jan 2025, 18:23
ibovespa dólar
Confira o Ibovespa (IBOV) em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) estendeu as perdas pelo terceiro dia consecutivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta sexta-feira (24), principal índice da bolsa brasileira terminou a sessão com queda de 0,03%, aos 122.446,94 pontos. Na semana, o índice subiu 0,14%. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,9186 (-0,12%). Na semana, a divisa acumulou queda de 2,42%.

No cenário doméstico, os investidores seguiram repercutindo possíveis iniciativas do governo para conter os preços dos alimentos.

Em segundo plano, o mercado reagiu ao  Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), subiu 0,11% em janeiro ante alta de 0,34% apurada em dezembro. Apesar da desaceleração, o número ficou acima das expectativas. Em 12 meses, a prévia da inflação acumulou alta de 4,50% em dezembro.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (24) em tempo real:

Ao vivo
Grupo Mateus (GMAT3) inaugura nova loja no Maranhão

O Grupo Mateus (GMAT3), varejista de supermercados, anunciou nesta sexta-feira (23) a inauguração de mais uma unidade no Maranhão.

Agora, a rede passa a ter 273 lojas em operação espalhadas pelo Brasil. A nova loja possui 1.030 metros quadrados, e oferece aos seus clientes serviços pensados para o perfil de consumo da região. Segundo o comunicado, a abertura da loja faz parte de sua estratégia de expansão.

Leia mais.

Azul (AZUL4) vai suspender voos em 12 cidades brasileiras a partir de março

A Azul (AZUL4) informou nesta sexta-feira (24) que suspenderá operações em 12 cidades brasileiras a partir de 10 de março, mencionando um aumento nos custos operacionais, além de questões de disponibilidade de frota e ajustes de oferta e demanda.

As suspensões envolvem as cidades: Campos e Cabo Frio (RJ), Correia Pinto (SC), Crateús, São Benedito, Sobral e Iguatú (CE), Mossoró (RN), São Raimundo Nonato e Parnaíba (PI), Rio Verde (GO) e Barreirinha (MA).

Leia mais.

Petrobras (PETR4) diz que ANP determinou unificação dos campos de Berbigão e Sururu

A Petrobras (PETR4) informou nesta sexta-feira (24) que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) proferiu decisão na véspera que determina a unificação dos campos de Berbigão e Sururu, no pré-sal da Bacia de Santos.

A Petrobras possui participação de 42,5% no ativo.

Leia mais.

Braskem (BRKM5) e Minerva (BEEF3) são os destaques da semana; confira as maiores altas e quedas do Ibovespa

Entre os dias 20 e 24 de janeiro, as ações com melhor desempenho no Ibovespa foram:

> Braskem (BRKM5): +13,97%

> Cogna (COGN3): +9,60%

> Yduqs (YDUQ3): +7,81%

Os papéis que mais caíram no Ibovespa na semana foram:

> Minerva (BEEF3): -11,55%

> Brava Energia (BRAV3): -10,58%

> Automob (AMOB3): -8,82%

CVC (CVCB3) cai 2% mesmo com alívio no dólar e nos juros futuros; confira as maiores quedas do Ibovespa desta sexta-feira (24)

> CVC (CVCB3): -2,73%, a R$ 1,78

> LWSA (LWSA3): -2,73%, a R$ 3,21

> Carrefour (CRFB3): -2,36%, a R$ 5,80

> IRB (Re) (IRBR3): -2,30%, a R$ 49,60

> Vamos (VAMO3): -2,15%, a R$ 4,56

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CSN (CSNA3) sobe 5% com minério de ferro; confira as maiores altas do Ibovespa desta sexta-feira (24)

Entre os ativos negociados no Ibovespa, o setor de mineração e siderurgia foram os destaques positivos, na esteira do minério de ferro.

O contrato mais negociado da commodity, para maio, encerrou as negociações do dia com alta de 0,69%, a 806,5 yuans (US$ 111,26) a tonelada, na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China, marcando um ganho semanal de 0,31%.

O movimento foi um reflexo da sinalização de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode chegar a um acordo de não impor tarifas à China.

Confira as maiores altas do Ibovespa desta sexta-feira (24):

> CSN (CSNA3): +5,09%, a R$ 8,26

> Cogna (COGN3): +3,79%, a R$ 1,37

> Usiminas (USIM5): +3,11%, a R$ 5,31

> Totvs (TOTS3): +2,29%, a R$ 29,91

> Caixa Seguridade (CXSE3): +2,15%, a R$ 14,76

Ibovespa fecha estável com ‘cabo de guerra’ entre Vale (VALE3) e NY e termina semana com saldo positivo; dólar cai a R$ 5,91

O Ibovespa (IBOV) encerrou a semana volátil com um ‘cabo de guerra’ entre o avanço de Vale (VALE3), com o minério de ferro e declarações do presidente dos Estados Unidos, e a queda dos índices de Nova York.

Nesta sexta-feira (24), principal índice da bolsa brasileira terminou a sessão com queda de 0,03%, aos 122.446,94 pontos. Na semana, o índice subiu 0,14%.

Leia mais.

Bolsas de NY fecham em queda com realização de lucros, mas sobem na semana

Nos Estados Unidos, as bolsas de Wall Street se afastaram dos recordes e devolveram os ganhos das últimas sessões.

Nesta sexta-feira (24), o presidente Donald Trump voltou a pedir à à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para reduzir os preços do petróleo como uma  forma de pôr fim à guerra na Ucrânia.

Ele também afirmou que pode os EUA chegar a uma acordo de não impor tarifas à China. “Mas temos um poder muito grande sobre a China, que são as tarifas, e eles não as querem, e eu preferiria não ter que usá-las, mas é um poder tremendo sobre a China”, disse o presidente norte-americano em entrevista à Fox News.

No cenário corporativo, as ações da Boeing caíram mais de 1%  após a companhia divulgar que deve registrar um prejuízo de cerca de US$ 4 bilhões no quarto trimestre, segundo dados da prévia. A Boeing não registra lucro anual desde 2018 e no ano passado, a empresa enfrentou um acidente aéreo, uma greve trabalhista e uma série demissões.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: -0,29%, aos 6.101,24 pontos;
  • Dow Jones: -0,32%, aos 44.424,25pontos;
  • Nasdaq: -0,50%, aos 19.954,30 pontos.

Na semana, o S&P 500 subiu 1,74%, o Nasdaq registrou ganhos de 1,65% e o Dow Jones avançou 2,15%. O tom positivo foi impulsionado pela posse de Donald Trump.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a sexta-feira (24) em alta de 0,01%, aos 122.493,97 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Como as políticas de Trump podem afetar a indústria automotiva nos EUA e até a cotação do petróleo

O retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos é marcado por anúncios de medidas que, segundo o presidente, visam proteger a indústria do país. E elas podem ter impatos relevantes para os setores automotivo e petroleiro.

Nesta quinta-feira (23), durante o Fórum Econômico Mundial, Trump disse que as empresas devem fabricar seus produtos nos EUA se quiserem evitar tarifas.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Petróleo amplia sequência de queda pelo 7º dia e recua mais de 2% na semana

Os preços do petróleo fecharam em leve queda e estenderam o ritmo de perdas pelo sétimo dia consecutivo, em meio a novas declarações do presidente dos Estados Unidos, , Donald Trump. Na semana, o saldo também foi negativo — e interrompeu a sequência de quatro semanas de ganhos.

Nesta sexta-feira (24), os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para março, caíram 0,01%, a US$ 77,55 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Na semana, o Brent acumulou perda de 2,50%.

Leia mais.

Governo Trump mira imigrantes que entraram legalmente nos EUA durante governo Biden

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está legitimando que autoridades de imigração avaliem se devem retirar o status temporário de legalidade de pessoas que entraram no país sob os programas de “liberdade condicional” de seu antecessor Joe Biden, no intuito de aumentar as deportações para um nível recorde, de acordo com memorando publicado na última quinta-feira (23).

O documento do Departamento de Segurança Nacional dos EUA orienta o uso de um processo rápido de deportação imposto pelo governo Trump no começo desta semana, sugerindo que autoridades se concentrem em imigrantes que não pediram asilo mesmo um ano após chegarem aos EUA.

Leia mais.

Dólar completa cinco dias de queda e fecha a R$ 5,91; moeda cai mais de 2% na semana

O dólar à vista (USDBRL) recuou pelo quinto dia consecutivo e encerrou a semana também enfraquecido sobre o real. As declarações do presidente recém-empossado dos Estados Unidos, Donald Trump, continuaram a pressionar a divisa nesta sexta-feira (24).

Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,9186 (-0,12%). Na semana, a divisa acumulou queda de 2,42% — o maior recuo para o período desde a semana encerrada em 9 de agosto de 2024, quando cedeu 3,43% em cinco dias úteis.

Leia mais.

>> Dólar cai 2,42% na semana
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,9186, com queda de 0,12%
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ouro fecha em alta com alívio do dólar

O ouro encerrou as negociações em alta nesta sexta-feira (24), próximo ao recorde de fechamento, em meio ao enfraquecimento do dólar e dos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries.

Novamente, as declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, trouxe incertezas ao mercado — aumentando a busca por ativos de proteção como o ouro. O republicano afirmou que pode fazer acordo com a China sobre as tarifas de importação.

O contrato mais líquido do ouro, para fevereiro, fechou o dia com alta de 0,50%, a US$ 2.778,90 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, o metal precioso avançou 1,09%.

Instituição Fiscal Independente afirma que governo federal atingiu meta de resultado primário em 2024, mas faz alertas

Em documento divulgado na quinta-feira (23) de ontem, a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado que tem como objetivo dar maior transparência às contas públicas, afirmou que o governo federal cumpriu a meta de resultado primário de 2024, com déficit de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

O cálculo desconsidera gastos que o próprio governo excluiu do resultado primário, como as enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul no ano passado. Ao incluir esses gastos, a IFI aponta que o déficit primário alcançou 0,4% do PIB.

Leia mais.

Fávaro quer menor alíquota de importação para o milho; ‘Não pode nosso produto estar mais caro aqui do que fora’

O presidente Lula reuniu ministros para discutir medidas que podem ser implementadas para que a comida da população fique mais barata, como a redução das alíquotas de importação.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou em entrevista para jornalistas após a reunião, que o milho é um dos alimentos que pode ter a alíquota de importação reduzida, como forma de igualar o preço praticado no mercado externo aos que são encontrados nos supermercados brasileiros.

Leia mais.

Plano Safra vai estimular produção maior de alimentos da cesta básica, diz Fávaro

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou nesta sexta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que a pasta desenvolva um novo Plano Safra que seja capaz de gerar produção maior de alimentos que chegam à mesa da população, na esperança de que isso possa reduzir os preços.

Lula determinou que a ministério comece a discutir um “novo Plano Safra” que estimule mais os produtos que chegam na mesa da população, afirmou o ministro em entrevista a jornalistas após participar de reunião com o presidente para discutir formas de reduzir a inflação dos alimentos.

Leia mais.

Governo Lula pode alterar alíquota de importação para baratear alimentos, diz Rui Costa

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta sexta-feira (24) que o governo poderá alterar alíquotas de importação de produtos que estiverem com preços mais altos no Brasil do que no mercado internacional, para baratear o custo dos alimentos no país.

Em entrevista a jornalistas após reunião sobre o tema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília, Costa disse ainda que o ano de 2025 conta com a perspectiva de uma supersafra, o que deve aumentar a oferta e baratear alimentos. Ele ressaltou ainda que a formação de preços no país é feita pelo mercado, e não de forma artificial.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar