Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS)
RESUMO: O Ibovespa (IBOV) fechou a sessão desta segunda-feira (29) em queda puxada por Petrobras (PETR4).
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o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,42%, aos 126.953,86 pontos.
Já o dólar à vista (USBRL) terminou a sessão a R$ 5,6255 (-0,57%).
A Petrobras(PETR3; PETR4) concentrou as atenções dos investidores hoje. As ações da estatal caíram mais de 3% e figuraram entre as maiores quedas do Ibovespa em meio à queda do petróleo e notícias sobre a companhia.
Os investidores reagem à eventual oferta da estatal por um bloco de exploração da Galp, na Namíbia — e o possível impacto nos dividendos da petroleira.
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Ainda hoje, o relatório de produção do segundo trimestre deve ser divulgado após o encerramento do pregão e os números devem calibrar as expectativas sobre o balanço da estatal — previsto para 8 de agosto.
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Em segundo plano, os investidores reagiram ao Relatório Focus,que mostrou uma nova alta nas projeções para a inflação deste ano.
Também, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou ontem (28) um balanço do seu governo e afirmou que não abrirá mão da responsabilidade fiscal. As falas antecipam a divulgação do detalhamento da contenção de R$ 15 milhões do Orçamento deste ano para o cumprimento do arcabouço fiscal.
O mercado também aguarda a Super-Quarta com decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (29) em tempo real:
Ao vivo
20h06
Petrobras (PETR4) tem alta de 2,4% na produção do 2T24
De acordo com a companhia, as vendas de derivados de petróleo no mercado interno tiveram aumento de 3,2%. (Imagem: REUTERS/Sergio Moraes)
A Petrobras (PETR4) divulgou nesta segunda-feira (29) que a produção no segundo trimestre de 2024 alcançou 2,699 milhões de barris de óleo equivalente por dia (Mboed), alta de 2,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo a estatal, o incremento foi propiciado pela evolução na produção (ramp-up) dos FPSOs Almirante Barroso, P-71, Anna Nery, Anita Garibaldi e Sepetiba, além da entrada em produção de 12 novos poços de projetos complementares, sendo oito na Bacia de Campos e quatro na Bacia de Santos.
Vivo (VIVT3) lucra R$ 1,22 bilhão e CCR (CCRO3) dobra cifra no 2T24; veja destaques
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da operadora de telecomunicações, controlada pela espanhola Telefónica (Imagem: REUTERS/Pilar Olivares)
A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo (VIVT3), registrou lucro líquido de 1,22 bilhão de reais no segundo trimestre, alta de 8,9% na comparação com o mesmo período de 2023, mostrou balanço da companhia divulgado nesta segunda-feira.
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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da operadora de telecomunicações, controlada pela espanhola Telefónica, somou 5,46 bilhões de reais no trimestre encerrado em junho, avanço de 7,3% ano a ano.
Javier Milei promete fim de ‘retenciones’, mas pede paciência aos produtores da Argentina
Segundo Javier Milei, decidir pelo o fim da taxação sobre exportações agora agravaria a crise herdada (Imagem: REUTERS/Liesa Johannssen)
Durante a feira La Rural de Palermo, maior evento agrícola da Argentina, realizada em Buenos Aires, o presidente Javier Milei, prometeu acabar com o imposto sobre as exportações do agronegócio, as chamadas retenciones, além de levantar os estoques do país.
“Ninguém está tão ansioso quanto nós para sair deste modelo desastroso, onde o Estado, entre retenções e estoques, expropria 70% do que produz no campo. No entanto, sabemos que retirar esses ‘remendos’ representaria agravar a crise que herdamos”, disse.
Campanha de Kamala Harris pode reparar laços dos Democratas com as criptomoedas
Campanha de Kamala Harris pode reparar laços dos Democratas com as criptomoedas (Imagem: Pexels)
Os consultores da vice-presidente Kamala Harris abordaram as principais empresas de criptomoedas para “reiniciar” as relações entre o Partido Democrata e o mercado cripto, que vem pendendo para para o lado do ex-presidente Donald Trump.
Quais são as top “Money Picks” para este mês? O Money Times ouviu analistas de toda a Faria Lima para descobrir; veja aqui o resultado
De acordo com o Financial Times, membros da equipe de Harris contataram pessoas próximas às empresas de criptomoedas sobre reuniões nos últimos dias. “Isso inclui a corretora Coinbase, a empresa de stablecoin Circle e o grupo de pagamentos blockchain Ripple Labs”, afirmou.
Dividendos do Banco do Brasil (BBAS3): Veja o tamanho do retorno, segundo analistas
Na visão da corretora, o banco lucrará R$ 9,4 bilhões, alta de 7% ante o mesmo período do ano passado (Imagem: Agência Brasil)
O Banco do Brasil (BBAS3) divulgará os seus resultados no segundo trimestre de 2024 na próxima semana. Analistas, no geral, não esperam grande salto nos números, o que não necessariamente é ruim. Isso porque o BB vem, trimestre a trimestre, entregando resultados sólidos, o que deverá continuar.
E além dos lucros, os investidores aguardam ansiosos o pagamento de dividendos, que no caso do banco é trimestral. Para 2024, os analistas da Genialcalculam retorno de 10%. Além disso, veem ação negociando a apenas 4 vezes o preço sobre o lucro (P/L) 2024 e 3,7 vezes para 2025, 0,8 vez o P/VP (preço sobre valor patrimonial) para 2024. A recomendação é de compra com preço-alvo de R$ 34, potencial de alta de 26%.
Petrobras (PETR4) dita rumo do Ibovespa (IBOV), que fecha em queda; dólar cai a R$ 5,62
Ibovespa recua aos 126 mil pontos com derrocada das ações da Petrobras (PETR4) nesta segunda-feira (Imagem: Pixabay)
Na reta final de julho, o Ibovespa (IBOV) até tentou sustentar alta, mas a forte quedas das ações da Petrobras (PETR3;PETR4) puxaram o índice para o território negativo nesta segunda-feira (29).
O principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 0,42%, aos 126.953,86 pontos.
**Ibovespa fecha aos 126.953,86 pontos, com queda de 0,42%
17h09
Bolsas de NY fecham sem direção única à espera por dados de emprego e decisão sobre juros
Confira o fechamento dos índices de Nova York:
S&P 500: +0,08%, aos 5.463,54 pontos;
Dow Jones: -0,12%, aos 40.539,93 pontos;
Nasdaq: +0,07%, aos 17.370,20 pontos.
17h07
Dólar à vista perde força e cai a R$ 5,62, na contramão do exterior
No exterior, o dólar perdeu força após a inflação dos Estados Unidos e registrou mínima a R$ 5,6170. (Imagem: REUTERS/Dado Ruvic)
Nesta segunda-feira (29), o dólar à vista (USDBRL) fechou a R$ 5,6255, com queda de 0,57%.
Como proteger os seus investimentos: dólar e ouro são ativos “clássicos” para quem quer blindar o patrimônio da volatilidade do mercado. Mas, afinal, qual é a melhor forma de investir em cada um deles? Descubra aqui.
O desempenho da moeda norte-americana não acompanhou o exterior. O dólar avançou ante divisas globais na expectativa por dados de mercado de trabalho e decisão de política monetária nos Estados Unidos.
Mesmo com prejuízo, Heineken aumenta competitividade no Brasil; o que esperar do balanço da Ambev (ABEV3)?
(Imagem: Pixabay/JacekAbramowicz)
A Heineken divulgou um prejuízo líquido de 95 milhões de euros (R$ 580,3 milhões) no segundo semestre de 2024, nesta segunda-feira (29). Na Europa, as ações da companhia derretiam mais de 10% no dia mostrando o descontentamento dos investidores com as expectativas frustradas de aumento nas vendas.
A fabricante de cervejas chegou a relatar um aumento de 12,5% no lucro operacional para os primeiros seis meses do ano, um pouco abaixo da previsão de 13,2% dos analistas de um consenso compilado pela própria empresa. Sua receita e volumes do primeiro semestre também ficaram ligeiramente abaixo das expectativas.
**Dólar à vista fecha a R$ 5,6255, com queda de 0,57%
16h55
Jalles Machado (JALL3): Hedge deve compensar início moroso de safra, aponta XP; veja prévia do 1T25
Embora os resultados devam ser mais fracos para Jalles Machado, os analistas esperam que isso não seja um catalisador negativo para as ações (Imagem: REUTERS/Juan Carlos Ulate)
A Jalles Machado (JALL3) deve reportar um início lento de safra na visão dos analistas da XP Investimentos. A empresa divulga seus resultados referentes ao primeiro trimestre da safra 2024/2025 (1T25) em 13 de agosto.
Entre os fatores que explicam esse começo moroso de ciclo, estão (i) menores volumes de açúcar – XPe de -13% ano a ano, uma vez que problemas climáticos afetaram negativamente a qualidade da cana (o ATR no início da safra era mais voltado para o etanol); (ii) preços médios do etanol 7% menores ano a ano, embora 10% maiores trimestre a trimestre devido à melhor demanda e à política de preços da PBR e (iii) menor diluição de custos.
Ações da dona da Centauro sobem 8% na B3 após balanço
Entre as maiores altas fora do Ibovespa, as ações da SBF (SBFG3), dona da Centauro e Fisia (operadora da Nike), saltam 8,16%, a R$ 14,72, na máxima intradia.
O lucro líquido consolidado da empresa foi de R$ 228,9 milhões no segundo trimestre, frente a um prejuízo de R$ 32,5 milhões no mesmo período de 2023.
O lucro operacional, antes do resultado financeiro, mais que dobrou, para R$ 126,3 milhões — e sem efeito de “outras receitas” que surgem em períodos de reorganização.
Na avaliação do Goldman Sachs e Itaú, os números vieram acima do esperado.
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15h38
CRA: Emissões mais do que triplicam em 5 anos e atingem R$ 23,3 bilhões
Os CRA’s oferecem rendimentos potencialmente superiores a outros títulos de renda fixa como CDBs e debêntures, isentos de IR(Imagem: REUTERS/Ueslei Marcelino)
O volume de emissões dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), títulos de renda fixa de crédito privado lastreados em recebíveis do setor, e tem o objetivo de financiar atividades do setor, mais do que triplicaram de 2019 a 2024, segundo a Quantum.
A intensificação das emissões reflete o aumento do interesse dos investidores e do mercado em geral por instrumentos de dívida ligados ao setor agrícola.
Sabesp (SBSP3) a R$ 123 por ação? Veja as estimativas da XP após a privatização
XP Investimentos atualiza estimativas para Sabesp após conclusão do processo de privatização (Imagem: Renan Dantas/Money Times)
A XP Investimentosatualizou suas estimativas para a Sabesp (SBSP3), a fim de incorporar o novo modelo regulatório aprovado com o processo de privatização da companhia. A casa manteve sua classificação de compra e atualizou o preço-alvo de R$ 110 para R$ 123.
Para a XP, o melhor cenário se tornou realidade: a privatização com um parceiro estratégico. Com isso, os analistas esperam da “nova” Sabesp melhores entregas operacionais, que deverão diminuir a distância em relação aos pares privados.
Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) figuram entre as maiores altas do Ibovespa
As ações da Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) operam entre as maiores altas do Ibovespa, mesmo com o dólar em queda. Contudo, as cotações da divisa norte-americana ainda se encontra elevada em relação ao real, acima do nível de R$ 5,60 — o que impulsiona as exportadoras, que são empresas em que as receitas são dolarizadas.
Suzano (SUBZ3) tem alta de 2,34%, a R$ 53 e Klabin (KLBN11) sobe 2,83%, a R$ 21,80.
15h23
Dívida pública federal sobe 2,25% em junho, para R$ 7,068 trilhões, diz Tesouro
Dívida pública federal sobe para R$ 7,068 trilhões em junho (Imagem: Agência Brasil)
A dívida pública federal subiu 2,25% em junho ante maio, para R$ 7,068 trilhões, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (29).
No período, a dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi) somou R$ 6,754 trilhões, com alta de 1,93%, enquanto a dívida pública federal externa (DPFe) atingiu 314 bilhões de reais, com elevação de 9,86%.
O que derruba as ações de Magazine Luiza (MGLU3) em quase 7% hoje (29)?
(Imagem: Divulgação)
As ações do Magazine Luiza (MGLU3) lideram as perdas do Ibovespanesta segunda-feira (29). Durante o pregão, os papéis chegaram a cair 6,90%, a R$ 11,07.
Sem novidades sobre a companhia e o setor de varejo, MGLU3 é pressionado pelo avanço da curva de jurosfuturos — com a piora das expectativas de inflação e às vésperas da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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