A federalização da Copasa (CSMG3) e Cemig (CMIG4) caiu como uma bomba no mercado após Romeu Zema, governador de Minas Gerais, sinalizar apoio à proposta, encabeçada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e membros do Governo Federal. Esperava-se que o político se mostrasse contrário, já que a privatização de ambas as empresas é uma das suas principais promessas de campanha.
Com a possível mudança de mãos, quem não gostou mesmo foi o investidor. Além da venda para o setor privado se tornar cada vez mais distante, a gestão das companhias, hoje elogiada por analistas, mudará. Na última sessão, a Cemig, por exemplo, chegou a cair mais de 12%, mas conseguiu diminuir a queda. Copasa fechou com perda de pouco mais de 2%.
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